Tag Archive for: cantoras de Jazz XXI

Mariana Vergueiro, créditos Susana Neves
Mariana Vergueiro

Mariana Vergueiro nasceu no Porto e é Licenciada em Jazz (canto) pela Escola Superior de Música e das Artes do Espetáculo. Estudou com Nuno Ferreira, Paulo Perfeito, Michael Lauren, Abe Rábade, Fátima Serro, entre outros.

Discografia

Morning Rain ‎(CD, Álbum) Carimbo Porta-Jazz PJ020 2015

Mariana Vergueiro, créditos Susana Neves

Mariana Vergueiro, créditos Susana Neves

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Rita Maria, cantora jazz
Rita Maria

Rita Maria (Lisboa, 1984) começou a estudar música aos oito anos e desde os catorze a cantar jazz.

Estudou canto lírico no Conservatório Nacional de Música de Lisboa, Jazz na Escola de Jazz do Barreiro, ESMAE (Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo) Porto e também na Berklee College of Music em Boston como aluna bolseira.

Passou parte da sua vida adulta entre Portugal, Estados Unidos e Equador. Rita Maria deambula entre a improvisação do Jazz e a nostalgia do Fado, o Experimentalismo, a fusão com World Music e o Rock.

Partilhou o palco com músicos como Mário Laginha, Carlos Bica, Filipe Raposo, Nuno Costa, João Paulo Esteves da Silva, André Fernandes, Albert Sanz, Afonso Pais, Mário Franco, Luís Figueiredo, José Eduardo, João Barradas, Sara Serpa, André Matos, Paula Sousa, Elias Meister, Ziv Ravitz, Cris Case, Yago Vázquez, Alex Alvear, Igor Icaza, María Tejada, Donald Régnier, entre outros.

Colaborou com as seguintes Orquestras: OJM (Orquestra de Jazz de Matosinhos), OHCP (Orquestra do Hot Clube de Lisboa) com Jonh Hollenbeck e Perico Sambeat, BBJ (Big Band Júnior) e Orquesta Andina (Equador).

Gravou Álbuns com e para os seguintes artistas: Elias Meister, Yeray Jiménez, Nuno Costa, João Firmino, Afonso Pais, Kiko Pereira, Luís Figueiredo, Amélia Muge, Rão Kyao, Lars Arens Band Larga, Dixie Gang, Sayuri Shimizu.

Participou e gravou no projecto solista do músico e compositor equatoriano Igor Icaza e também com o grupo de Rock Equatoriano Sal y Mileto.

Desde 2015 que é cantora da Banda Stockholm Lisboa Project (World Music) gravando o disco “Janela”.

Lançou em 2016 com o guitarrista e compositor Afonso Pais o disco “Além das Horas” pela ENJA Records.

É cantora da banda Saga Cega, que lançou o seu álbum de estreia “À Deriva” em 2017.

Recebeu o Prémio de Artista do Ano, Prémios RTP/Festa do Jazz 2018.

O projeto Círculo: fruto do trabalho composicional colaborativo do Trio composto por Rita Maria, Luís Figueiredo e Mário Franco, teve estreia em disco em 2020.

Estreou em 2020 o seu mais Trio: Quang Ny Lys, projeto colaborativo com os músicos João Mortágua e Mané Fernandes.

Discografia

Álbuns

Jari Marjamäki, Miguel Mira, Luís Vicente, Rita Maria – Untitled ‎(3xFile, FLAC) Unload. 2013
Afonso Pais & Rita Maria (2) – Além Das Horas ‎(CD, Álbum) Enja Records 9623 2 2016
Luís Figueiredo, Rita Maria, Mário Franco – Círculo ‎(2xLP, Álbum, Gat) Roda Music 194660857439 2020

Rita Maria, cantora jazz

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Sofia Vitória, Echoes
Sofia Vitória

Sofia Vitória nasceu em Setúbal (Portugal). Venceu a versão portuguesa da Operação Triunfo e ganhou o direito de representar Portugal no Festival Eurovisão da Canção 2004 onde participou na semifinal com a canção Foi magia, mas não conseguiu alcançar a final.

Ainda antes de gravar o seu álbum de estreia “Palavra de Mulher”, apresentou-se nas principais salas de espetáculo de Portugal, assim como no Brasil, Espanha, Holanda, Itália, Macau, País de Gales e Turquia.

Fortemente influenciada tanto pelo Jazz como pela World Music, lançou em 2012 o seu primeiro disco em parceria com o pianista Luís Figueiredo. O álbum “Palavra de Mulher” é composto inteiramente por canções vividas pelas várias figuras femininas que habitam o universo musical de Chico Buarque.

Fonte: Wikipédia

Discografia

Álbuns

Sofia Vitória, Luís Figueiredo – Palavra de Mulher ‎(CD, Álbum) Numérica NUM 1242 2012
Echoes (Fernando Pessoa – English Poetry & Prose) ‎(CD, Álbum) Casa Fernando Pessoa 2016
José Peixoto, Sofia Vitória – Belo Manto ‎(CD, Álbum, Dig) BM7101 2017

Singles & EPs

Foi Magia ‎(CD, Single, Promo, car) RTP 2004

Sofia Vitória, Echoes

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Maria Viana, cantora de jazz
Maria Viana

Filha do grande actor José Viana, Maria Viana nasceu em Lisboa a 17 de Março de 1958.

Medalha de Mérito Cultural do Município de Cascais, é uma das maiores e mais consagradas intérpretes do jazz vocal, com uma carreira nacional e internacional com mais de 40 anos.

Cedo se apaixonou pelo mundo musical: entre 1977 e 1985 integrou a primeira Girlsband portuguesa: as “Cocktail”, enquanto, paralelamente, cantava Bossa Nova, Jazz e Blues em pequenas formações com músicos de craveira internacional (a sua amizade com Kirk Lightsey e Ricky Ford vem dessa época).

Em 1984, Maria Viana decidiu enveredar por uma carreira no Jazz.

A sua estreia a solo perante o público e a crítica da especialidade aconteceu no mítico “Festival Cascais Jazz” (XIV edição, Parque Palmela, Estoril, Portugal).

Entre 2001 e 2010 andou em digressão um pouco por todo o país, mas também em Itália, França, Dinamarca, Suécia e Angola.

Tendo participado em inúmeras gravações editou quatro trabalhos discográficos em nome próprio: “Just Friends / Entre Amigos” (Timeless Records, Holanda 1992), “Espírito do Tempo” (Megamusica, 1999) e “Terra Prometida” (2005).

Em 2010, foi editado o livro/CD de comemoração dos seus 30 anos de carreira: Maria Viana 30 Anos de Jazz (Editora Principia – Casa Sassetti).

Participou em variadíssimos programas na RTP nas décadas de 80 e 90. Ao longo dos anos 90 e 2000 fez um série de Concertos levando o Jazz aos mais variados palcos do país e do mundo.

Desde 2011, Maria Viana é também Presidente da “Jam Session” Associação Cultural (sem fins lucrativos), e dirige o Cascais Jazz Club (junto à baía da vila de Cascais), por onde têm passado alguns dos nomes mais importantes do Jazz nacional e internacional. Devido às responsabilidades inerentes ao cargo, as suas digressões ao estrangeiro tornaram-se menos frequentes, tendo, no entanto, aceite, alguns prestigiantes convites, como por exemplo três concertos em Itália, e um no Reino Unido actuando no famosíssimo clube de Jazz “Ronnie Scot’s” (Londres).

Em Portugal participou com o seu Trio nos “Dias da Música” (C.C.B.), Dia Internacional do Jazz (C.M. Albufeira) e no Museu Nacional de Arte Antiga a convite da Antena 2 (R.T.P.)

Fonte: Wook

Maria Viana, Just friends

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Maria Mendes, Close to me
Maria Mendes

Maria Mendes é uma cantora jazz portuguesa.

Discografia

Álbuns

Along The Road ‎(CD, Álbum) Dot Time Records 019013 2012
Close To Me ‎(CD) Justin Time B07WFJ9JX4 2019

Maria Mendes, Close to me

Maria Mendes, Close to me

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Paula Oliveira, canto jazz
Paula Oliveira

Ana Paula Ferreira de Oliveira, mais conhecida por Paula Oliveira, é uma cantora e professora de canto jazz portuguesa. Estudou canto e jazz em Lisboa, e canto jazz em Barcelona e Nova Iorque. Participou em vários programas de televisão (Operação Triunfo) e é atualmente professora de canto jazz no Hot Clube de Portugal. Começou a cantar aos 4 anos, e iniciou os estudos musicais no conservatório de Coimbra, tendo terminado o curso de canto clássico no Conservatório Nacional de Lisboa.

Simultaneamente participou em seminários de música clássica e jazz: direção coral, com Paulo Brandão, interpretação de música antiga, com René Jacobs, I e II Seminários de Jazz do Estoril, dirigidos por Rufus Reid e Reggie Workman, interpretação de Jazz na escola “Taller de musics” de Barcelona, seminário de jazz integrado no Festival JVC na Manhattan School of Music, em Nova York, dirigido pelo saxofonista Phil Woods e participa nos I e II Seminários de jazz na Fundação da Casa de Mateus, em Mateus (Vila Real), com a cantora Norma Winston. Durante a sua estadia em Barcelona dá vários série de concertos por toda a Catalunha com o seu Trio composto por músicos locais.

Em 1995, viveu em Nova Iorque onde estudou técnica vocal com Taína Urrey (professora da Rugters University), treino auditivo, com o pianista Armen Donelien (professor da Manhattan School of Music e da New School). Em Nova Iorque apresentou um trabalho em vários clubes, com o Trio de norte-americanos, Armen Donelian (piano), Portinho (bateria), David Fink (contrabaixo). Esse trabalho foi apresentado no ano seguinte (1996) em digressão em Portugal.

Em 1998, integrada num ciclo de música brasileira da Fundação Calouste Gulbenkian gravou um CD com os músicos Paulinho Braga (bateria), David Fink (contrabaixo) e Cliff Korman (piano).

Em 2003 gravou o CD “Quase então” em Duo com João Paulo Esteves da Silva (piano), incluindo temas originais e Música tradicional portuguesa. Com o contrabaixista Bernardo Moreira apresentou o terceiro álbum, assinado em parceria, e intitulado “Lisboa que Adormece”, com canções das décadas de 1970 e 1980 de compositores e poetas como Ary dos Santos, Manuel Alegre, Sérgio Godinho, entre outros.

Em 2007, Paula Oliveira voltou a gravar poetas portugueses, no álbum “Fado Roubado”, com direcção musical de Bernardo Moreira, onde canta poemas de Fernando Pessoa, Ary dos Santos, Zeca Afonso e Sophia de Mello Breyner Andresen, entre outros.

Paula Oliveira participou em vários programas de televisão, como a “Operação Triunfo” I e II, em que foi professora de voz e estilo.

Integra o grupo de músicos professores da Escola de Jazz Luís Vilas Boas, no Hot Clube de Portugal em Lisboa.

Participou em vários festivais de jazz no país, como também em várias salas no estrangeiro, Espanha, Alemanha, Itália, Suíça, Dinamarca, Estados Unidos, Tailândia, Indonésia, Angola, Moçambique e Guiné-Bissau.

Discografia

PAULA OLIVEIRA – featuring Cliff Korman, David Fink e Paulo Braga”, Paula Oliveira (edição Numerica-1998) (Fundação Calouste Gulbenkian) (1998)
Quase então, Paula Oliveira e João Paulo Esteves da Silva (2003)
Lisboa que Adormece, Paula Oliveira e Bernardo Moreira – Polydor (Março, 2005)
Fado Roubado, Paula Oliveira (2007)

Paula Oliveira, Flores de Saramago

Paula Oliveira, Bernardo Moreira, Fado Roubado

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Helena Caspurro
Helena Caspurro

Natural do Porto, cidade onde vive, Helena Caspurro é pianista, cantora, compositora e letrista num género jazzístico e de fusão. Professora Auxiliar Convidada na Universidade de Aveiro, leccionou também na Escola Superior de Educação da Guarda, de Coimbra e na Universidade Nova de Lisboa.

O tema da improvisação na aprendizagem, ao qual dedicou a sua dissertação de doutoramento, em 2006, é um dos objetos de eleição na orientação dos assuntos que desenvolve enquanto professora e musicista.

Orientou seminários em várias escolas e universidades nacionais e internacionais, tendo dirigido e apresentado espetáculos de música cénica para crianças, jovens e professores de música, como o Um Sonho Americano (2011) e Em Canto se Conta o Natal (2013), por convite do Serviço Educativo da Casa da Música.

Editou três CDs de originais: Mulher Avestruz (2003), Colapsopira (2009) e Paluí (2013), este último CD Antena 1, comemorativo dos 40 anos da UA.

Gravou com músicos como Elizabeth Davis, Brendan Hemsworth, António Aguiar, Arnaldo Fonseca, Pedro Almeida, Carlos Mendes, Andrés Tarabbia, Mário Santos, entre outros.

Tem recebido destaque em programas radiofónicos como o Cinco Minutos de Jazz, Paixões Cruzadas. Apresenta-se em concertos pelo país e em 2013 foi performer convidada do Tedx-Aveiro.

Criou e editou com Carlos Silva e Pedro Carvalho de Almeida, em colaboração com o Cine Clube de Avanca, dois vídeos, Paluí e Navegar, que têm sido selecionados e nomeados em numerosos festivais internacionais de cinema, entre os quais o International Children’s Film Festival, em Lucknow (Índia).

Helena Caspurro, Paluí, 2013.

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Sara Serpa, compositora, pianista e cantora de jazz portuguesa
Sara Serpa

Sara Serpa é uma compositora, pianista e cantora de jazz portuguesa que nasceu em Lisboa no dia 27 de Fevereiro de 1979. Com 7 anos começou a aprender Piano na Academia de Amadores de Música. Seguiu-se o Conservatório Nacional de Lisboa, onde estudou Piano e Canto. Mais tarde, estudou Pintura durante dois anos na Faculdade de Belas Artes de Lisboa que trocou pelo ISPA, onde se licenciou em Inserção e Reabilitação Social.

Depois de conhecer a pianista Paula Sousa, inscreveu-se nas aulas do Hot Clube de Portugual e começou a usar a voz como instrumento e a improvisar. Em 2005, foi estudar na Berklee College of Music, em Boston. Três anos depois, mudou-se para Nova Iorque onde ficou a residir. Lá estudou com Ed Tomassi, Dave Santoro, Dominique Eade, Mili Bermejo, entre outros.

Ao longo da sua carreiro tem colaborado com diversos artistas e foi a primeira portuguesa a actuar em Nova York na Village Vanguard.

A revista de jazz Down Beat elegeu-a Rising Star-Female Vocalist em 2019. Foi a primeira artista portuguesa a ser eleita como Rising Star pela revista.

Discografia seleccionada

2005 – Sara Serpa Quintet
2008 – Rosa-shock
2011 – Mobile
2014 – Sara Serpa & André Matos: Primavera
2016 – All the Dreams
2020 – Recognition: Music For A Silent Film
2021 – Intimate Strangers

Fonte: Wikipédia

Sara Serpa & André Matos, Primavera, 2014.

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Beatriz Nunes, Canto primeiro, 2018.
Beatriz Nunes

Cantora e compositora, Beatriz Vieira Nunes nasceu em 1988, no Barreiro e vive em Lisboa. Apresentou em 2018 o seu primeiro álbum de originais, Canto Primeiro, constituído por temas próprios, novos arranjos para algumas canções clássicas como a “A canção da paciência” de José Afonso, e criações para poemas de poetas portugueses contemporâneos, como o poema “Para-me de Repente o pensamento” de Ângelo de Lima ou “Senhora do Ó” de Margarida Vale de Gato.

Beatriz Nunes vocalista do Grupo Madredeus desde 2011, com quem gravou o álbum Essência em 2012, e se apresentou em digressão no Barbican de Londres, Wien Konzerthaus em Viena, Haus der Kulturen der Welt em Berlim, AVO Sessions em Basel, Festival Mimo em Ouro Preto, Is Sanat em Istambul, entre outros. Em 2015 gravou com os Madredeus o último álbum do grupo, Capricho Sentimental.

Ao mesmo tempo, mantem actividade em nome próprio, com apresentação de repertório de Jazz e música portuguesa. Tem várias colaborações em projectos de Jazz e nova música portuguesa, designadamente nos álbuns Mau Sangue de José Ferreira/Nuno Moura (2011), Terra Concreta de Afonso Pais (2013); Coro das Vontades de Tiago Sousa (2014), Getting All The Evil Of The Piston Collar de The Rite of Trio (2015).

Desde 2010 tem participado nos Programas anuais de Ópera do Sintra Estúdio de Ópera, designadamente em Taças de Himyneu, Salome e Il trionfo di Davidde.

Começou a cantar aos 9 anos, no Coro da Academia dos Amadores de Música de Lisboa, onde se iniciou no estudo de guitarra clássica. Em 2004 iniciou o curso de Canto na Escola de Música do Conservatório Nacional, que concluiu em 2011.

Em 2014 terminou a licenciatura em Música-Jazz variante Voz, na Escola Superior de Musica de Lisboa.

No mesmo ano recebeu a bolsa do New York Voices Summer Camp em Toledo, Ohio ( EUA) onde estudou técnica vocal com Kim Nazarian e composição com Lauren Kinhan e Peter Eldridge, da Berklee College of Music.

A par da sua actividade de cantora e compositora, é professora de voz na Escola de Jazz do Barreiro desde 2012 e na Escola Profissional Oficio das Artes em Montemor-o-Novo desde 2015.

Beatriz Nunes, Canto primeiro, 2018.

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Susana Travassos, Pássaro palavra, 2019.
Susana Travassos

Susana Travassos nasceu em Faro e viveu até aos 18 anos em Vila Real de Santo António, onde começou cedo o seu percurso musical. Aos cinco anos iniciou-se no acordeão e, mais tarde, passou a estudar piano e canto lírico.

Frequentou a Escola de Jazz Hot Club, em Lisboa.

Dona de uma voz clara e precisa, tem uma intensidade interpretativa pouco comum. Em 2008, lançou o primeiro CD, Oi Elis, em homenagem à cantora Elis Regina.

O seu segundo álbum, Tejo-Tietê (2013), é uma parceria com o compositor brasileiro Chico Saraiva e intercala composições do próprio com clássicos de Portugal e Brasil.

Nos últimos anos, Susana conquistou um espaço de prestígio na América Latina, onde já possui um público seguidor e atenção por parte da imprensa. Durante o período vivido no Brasil, atuou ao lado de artistas como Yamandu Costa, Toninho Horta, Chico Pinheiro, Chico Cesar, Zeca Baleiro, entre outros.

Em 2019, lançou o terceiro CD, composto por canções próprias, além de canções inéditas de Luísa Sobral, Mili Vizcaíno e Melody Gardot. O disco, gravado em Buenos Aires sob a direção de Alan Plachta, conta com a participação dos maiores instrumentistas argentinos da atualidade como Diego Schissi, Tiki Cantero, Nacho Amil, entre outros.

Susana Travassos, Pássaro palavra, 2019.

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