Tag Archive for: cantoras XXI

Leonor Baldaque, New dates of love
Leonor Baldaque

Leonor Baldaque nasceu no Porto, e começou a estudar violoncelo muito nova. Aos 19 anos, a convite de Manoel de Oliveira, deu início à sua carreira de atriz, tendo trabalhado com o cineasta português durante 12 anos. Fez o seu último filme, “La Religieuse Portugaise”, com o cineasta francês Eugène Green, filme graças ao qual venceu o prémio de melhor atriz da Fundação GDA.

Entretanto, já se tinha mudado para Paris, onde vive há mais de 20 anos. Deixando o cinema, dedica-se por completo à escrita, escrevendo em língua francesa. Publicou até à data dois romances, em duas das mais prestigiadas editoras francesas, Vita (La Vie Légère), (éditions Gallimard), e Piero Solitude (éditions Verdier). Enquanto escreve o seu terceiro romance, adquire uma guitarra, algo que veio por completo revolucionar a sua vida e criação. Iniciou então uma relação intensa com este instrumento e com a escrita de canções e de poemas em inglês.

O seu primeiro álbum, Few Dates of Love, sai em 2024. Os seus dois primeiros singles foram Few Dates of Love e My New Drink, cujos videoclipes foram realizados pela artista. Leonor Baldaque apresenta as Few Dates of Love a 22 de Fevereiro de 2023, na Casa da Música.

Ser artista é uma forma de sentir o mundo e também uma forma de lutar e viver por uma liberdade. Essa forma de sentir, num ou numa artista, pode-se exprimir de diferentes maneiras. Consoante as inclinações naturais de cada um. Para mim, é a performance, a escrita, e agora a canção. (Leonor Baldaque)

O disco de estreia Few Dates of Love é editado no primeiro trimestre de 2024.

Leonor Baldaque, New dates of love

Leonor Baldaque, New dates of love

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Beatriz Vilar
Beatriz Villar

Beatriz Villar tem trilhado um percurso artístico no teatro e no cinema, mas é na música que procura revolucionar o Fado que habita em Coimbra. Em 2018, Beatriz Villar tornou-se vocalista do grupo ‘Na cor do Avesso’, que ganhou o prémio ‘Edmundo de Bettencourt/Canção de Coimbra 2019’ com o primeiro trabalho discográfico ‘Sublime o teu sair de ti’.

Em 2022, participou no concurso de talentos Got Talent Portugal, elevando até à semifinal do programa a música da sua cidade natal.

O seu disco Viragem foi nomeado em 2023 na Categoria de Melhor Álbum de Fado dos Prémios Play da Música Portuguesa.

Beatriz Vilar

Beatriz Vilar

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Ian, I am, 2022
Ian

Ianina Khmelik é uma violinista de formação clássica a tocar na Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música.  Nasceu em Moscovo, onde iniciou os estudos musicais aos cinco anos, tendo mais tarde ingressado na Escola Profissional de Música Gnessin.

Em 1995 ganhou o 2º Prémio no concurso para jovens músicos de Moscovo e no ano seguinte foi estudar para a Holdstadt Schulle, na Alemanha. Em 1999 mudou-se para Portugal e em 2006 terminou a licenciatura em violino na Escola Superior de Música e das Artes do Espetáculo do IPP.

Amante de Stockhausen e da música contemporânea, teve várias colaborações no universo pop e rock (GNR, The Gift, entre outros). É atriz e participou num estudo levado a cabo pela Universidade do Porto (Faculdade de Engenharia e Faculdade de Medicina Dentária) na realização do projeto “Inside Music Machine“, espetáculo onde era possível visualizar, através de equipamento termográfico, o aquecimento dos músculos da artista durante a performance e em tempo real.

RaiVera é o disco de estreia de IAN, editado pela Vespertine Records.

Este disco é sobretudo um exercício de liberdade, algo que IAN muito preza e pratica, quer na forma magnífica como funde a eletrónica com melodias cativantes, quer na atitude que transmite em palco, com uma imagem fortíssima.

O título esperançoso pode enganar pelo seu aparente otimismo quando comparado com o que dizem as nove canções deste disco. Mas ao mesmo tempo não o desmentem. As canções de RaiVera são narrativas, pequenas vinhetas ora melancólicas, mais festivas ou dolorosas. Além dos singles Boarding Now, editado em 2019, e Good Girl lançado agora, o disco de estreia de IAN conta com um total de nove temas originais, incluindo uma colaboração com Pedro Oliveira.

Através deste projeto, a cantora procura distanciar-se do seu trabalho como violinista clássica, quer na música quer na imagem que apresenta em palco. IAN e Ianina são de facto a mesma pessoa mas com maneiras artísticas diferentes.

RaiVera é um neologismo composto que em russo significa “paraíso” (rai) e “fé” (vera). Nesta aglutinação dos dois termos, nasce o nome do disco que, tal como IAN, é a conjugação das várias influências musicais, pessoais e profissionais.

Fonte: Quinto Canal

Em 2022 IAN lançou o seu novo álbum de originais a que deu o nome de I am. Fighter foi o single de antecipação. IAN contou com a participação da rapper mexicana Jezzy P na faixa Sinais. O novo disco de IAN contém nove faixas cantadas em português e em inglês. IAN participou no Festival da Canção 2021 com o tema Mundo da sua autoria.

D𝖾 𝖺𝖼𝗈𝗋𝖽𝗈 𝖼𝗈𝗆 𝖺 𝗉𝗋𝗈́𝗉𝗋𝗂𝖺, é “𝗎𝗆𝖺 𝗋𝖾𝖿𝗅𝖾𝗑𝖺̃𝗈 𝗌𝗈𝖻𝗋𝖾 𝗈𝗌 𝗎́𝗅𝗍𝗂𝗆𝗈𝗌 𝖽𝗈𝗂𝗌 𝖺𝗇𝗈𝗌 𝖾 𝗍𝖺𝗆𝖻𝖾́𝗆 𝗌𝗈𝖻𝗋𝖾 𝖺 𝖺𝗍𝗎𝖺𝗅𝗂𝖽𝖺𝖽𝖾”. 𝖴𝗆 𝖽𝗂𝗌𝖼𝗈 𝖼𝖺𝗋𝗋𝖾𝗀𝖺𝖽𝗈 𝖽𝖾 𝗌𝗂𝗀𝗇𝗂𝖿𝗂𝖼𝖺𝖽𝗈 𝗉𝖾𝗌𝗌𝗈𝖺𝗅, 𝗃𝗎𝗌𝗍𝗂𝖼̧𝖺 𝖾 𝗏𝖾𝗋𝖽𝖺𝖽𝖾. 𝖮𝗋𝗊𝗎𝖾𝗌𝗍𝗋𝖺𝖽𝗈 𝖽𝖾 𝖿𝗈𝗋𝗆𝖺 𝗆𝖺𝗀𝗂𝗌𝗍𝗋𝖺𝗅, “𝖨 𝖠𝖬” 𝖾́ 𝗎𝗆𝖺 𝗇𝖺𝗋𝗋𝖺𝗍𝗂𝗏𝖺 𝗊𝗎𝖾 𝗏𝗂𝖺𝗃𝖺 𝖾𝗇𝗍𝗋𝖾 𝖺 𝖾𝗅𝖾𝗍𝗋𝗈́𝗇𝗂𝖼𝖺 𝗌𝗎𝖺𝗏𝖾 𝖾 𝖺 𝗆𝖺𝗂𝗌 𝗌𝖺𝗍𝗎𝗋𝖺𝖽𝖺, 𝖼𝗈𝗆 𝖺 𝗏𝗈𝗓 𝖺𝗇𝗀𝖾𝗅𝗂𝖼𝖺𝗅 𝖽𝖾 𝖨𝖠𝖭 𝖾 𝗍𝗈𝗊𝗎𝖾𝗌 𝖽𝖺 𝗆𝖾𝗌𝗍𝗋𝗂𝖺 𝖽𝗈 𝗌𝖾𝗎 𝗏𝗂𝗈𝗅𝗂𝗇𝗈.

Discografia

  • RaiVera, 2020
  • I am, 2022

Ian, I am, 2022

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Joana Alegre, Centro
Joana Alegre

Discografia

Álbuns

Joan And The White Harts ‎(CD, Álbum) Universal Music B01HSNE7Q4 2016
Centro ‎(CD, Álbum) Sony Music G010004691750F 2021

Joana Alegre, Centro

Perfil

Joana Alegre é uma cantautora indie folk/ baroque pop com formação clássica e que passou também pelo jazz na Academia Duarte Costa, Hot Club de Portugal, SummerSchool  New  School  NY e na Meredith MonkHouse Foundation.

Iniciou os  estudos na Orquestra de Câmara do Colégio Moderno e em guitarra clássica na Academia Duarte Costa e alguns anos mais tarde começou por cantar recreativamente.

A sua primeira colaboração enquanto vocalista foi com a produtora Joana de Melo.  Entrou no meio profissional como vocalista dos The Pulse, que editaram o álbum homónimo e o single “No Match” em 2010. 

Estreou-se num concerto dos seus originais no TheShrine com a participação especial da cantora e baixista AdelineMichéle.  No regresso a Portugal, Joana participou no musical “O Fantasma de Chico Morto” e integrou o Coro Gospel Collective como solista e vocal coach.

Retomou as parcerias e colaborações com músicos do jazz e da pop nacionais, entre os quais Mikkel Solnado com quem faria o dueto “E Agora?” e que viria a produzir o seu primeiro disco, “Joan & TheWhiteHarts”.

Trabalha como compositora, letrista e vocal coach na produtora Great Dane Studios. Foi finalista do TheVoice Portugal.  Grava o seu segundo álbum de originais com produção de Luísa Sobral. 

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