Tag Archive for: Festival da Canção XXI

NBC
NBC

Discografia

NBC, de nome Timóteo Deus Santos, é natural de São Tomé e Príncipe e tem uma carreira de mais de 20 anos desenvolvida em Portugal.

É um dos fundadores do Hip hop português, mas desde sempre se deixou influenciar também pelas vibrações do groove, pela energia do funk, pela irreverência do rock ou pela profundidade da música soul e dos blues.

Em 2021, o músico português edita um novo trabalho, “Epiderme”, criado em confinamento e no qual o cantor se fez guitarrista, percussionista, produtor, técnico de som e gravou, pela primeira vez, temas em inglês.

O EP “Epiderme” é “uma junção de vários sentimentos que estavam a acontecer” na altura do primeiro confinamento, no ano passado, e que NBC transformou numa história, “um relacionamento entre duas pessoas, em que uma está a tentar sempre pedir desculpa à outra e essa pessoa não lhe quer dar essa desculpa”. “O resultado final é a pessoa a fazer as pazes consigo própria, e este é o disco”, contou o músico Timóteo Santos (NBC), em entrevista à agência Lusa.

Mas este EP não era o plano que NBC tinha traçado para 2020. Antes de surgir a pandemia da COVID-19, estava preparar, com o músico Pedro Tatanka, o que ia ser um Conjunto de quatro discos, cada um representando uma estação do ano.

Na criação do novo EP, NBC resolveu levar à prática o que cantou no seu álbum mais recente, “Toda a gente pode ser tudo”, de 2016.

Gravar pela primeira vez, em mais de 20 anos de carreira, temas em inglês, acabou por ser também uma consequência do confinamento ditado pela pandemia e pelos acontecimentos nos Estados Unidos, na sequência da morte de George Floyd às mãos da polícia.

De álbuns que representam as quatro estações, passou para um EP “em que cada música representa uma cor, um estado de espírito, e todas juntas dão este último tema que se chama ‘Rainbow’ [‘Arco-íris’]”.

NBC

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Paulo Pode
Paulo Pode

Discografia

Filho dos oitentas, Paulo Pode nasceu em Espinho e vive na Maia. Já foi MC de Hip hop e até baterista de uma banda de metal, mas trocou o rap pelo canto e a bateria pela guitarra, e começou a compor canções. Ganhou notoriedade enquanto líder dos doismileoito, e depois reinventou-se como S. Pedro.

O disco de apresentação como S. Pedro foi a sua resposta às muitas ideias soltas que se acumulavam no computador e no telemóvel e que tinham de ser concretizadas. Um Conjunto de canções que foi escrevendo, guardando, deixando crescer. Estavam presas como pássaros numa gaiola ou balões numa rede. E precisavam de voar. S. Pedro libertou-as. Construiu um estúdio analógico, uma oficina de artesão. E foi gravando com tempo, em fita magnética, aperfeiçoando arranjos, acrescentando instrumentos, e convidando amigos para colaborarem: Tó Barbot (baixista de uma banda mítica de funk da Maia, malta do funk), André Aires (que já tinha tocado nos doismileoito, na bateria) e Júnior Amaral (que já trabalhou em discos de Roberto Carlos nas teclas). Assim nasceu a banda S. Pedro e o álbum “O Fim”.

Tocou em palcos desde Pequim até à ilha de S. Jorge, nos Açores. Estreou-se no Festival da Canção em 2022.

Fonte: Media RTP

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Rui Maia
Rui Maia

Discografia

Rui Maia é um músico, produtor e DJ portuense. Em 2002 fundou com João Vieira e Fernando Sousa a banda pós-punk X-Wife na qual toca sintetizadores. Colecionador e amante de música, começou a apresentar DJ sets em 2004 mantendo uma agenda regular com atuações por todo o país.

Em 2009 surgiu o desafio de editar música em nome próprio. A estreia chegou com o EP “Cantonese Man” na editora Londrina Untracked Recordings.

Pela mesma altura o projeto Mirror People com a ideia de cruzar influências do disco-sound dos anos 70 à atualidade da pista de dança.

O álbum “Voyager” foi editado em 2015. Mais tarde foram lançados os EPs “Good Times” e “Is It All Over My Face”. Em nome próprio lançou depois, em 2016, “Fractured Music” LP, contando com nomes como James Murphy dos LCD Soundsystem.

Como produtor trabalhou com os Holy Nothing, os Happy Mess e o projeto Espirito, de Toli César Machado dos GNR. Como músico colaborou já em discos de David Fonseca, Rodrigo Leão, Diogo Piçarra, Thunder & Co. e Lúcia Moniz.

Em 2022 estreou-se no Festival da Canção.

Fonte: Media RTP

Rui Maia

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António Avelar de Pinho
António Avelar de Pinho

Discografia

Autor, produtor musical e de televisão, escritor de livros e de canções, António Avelar de Pinho nasceu no Entroncamento a 27 de maio de 1947.

Foi membro fundador da Filarmónica Fraude (grupo que editou o álbum “Epopeia” em 1969) e integrou a Banda do Casaco até 1980, assinado as letras e partilhando com Nuno Rodrigues o trabalho na produção.

Na década de 80 trabalhou como A&R na Valentim de Carvalho e, depois, Polygram. Nesse período assinou trabalhos de escrita e/ou produção para artistas como Gabriela Schaaf, Concha, Lara Li, Marco Paulo, António Mourão, Tonicha, Rão Kyao, Heróis do Mar, Doce, Da Vinci ou José Cid.

Foi também na década de 80 que começou a escrever textos humorísticos para programas de Herman José na rádio e televisão.

Em 1990 fundou a empresa “Companhia das Ideias, audiovisuais” com vista à criação e produção de projetos para televisão e música. Desenvolveu também trabalho para o público infantojuvenil tanto na música como na edição livreira.

É autor de letras de várias canções em diversas etapas da história do Festival da Canção. Em 2018 integrou o Júri das semifinais do concurso.

Fonte: Media RTP

António Avelar de Pinho

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Blasted Mechanism, Blasted Generation
Blasted Mechanism

Discografia

Os Blasted Mechanismurgiram em 1995 e editam discos desde 1997 (data de então um EP de apresentação), tendo lançado em 1999 o álbum de estreia “Plasma”.

Desde cedo deixaram clara a expressão de uma identidade demarcada quer no som quer no modo de trabalhar uma imagem diferente, sobretudo nas atuações ao vivo.

Ao álbum de 1999 seguiram-se títulos como o de “Namaste” (2003), “Avatara” (2005), “Sound In Light” (2007) ou, mais recentemente “Egotronic” (2018), entre outros mais.

Ao longo dos anos foram assumindo física e musicalmente diversas mutações. Colheram várias nomeações para os prémios da MTV e receberam prémios. O disco de 2018 corresponde ao início de uma nova etapa na vida da banda. A entrada de Riic Wolf e outras movimentações na formação foi revelada numa atuação no NOS Alive, da qual nasceu o filme concerto “New Militia”.

A banda é movida por uma vontade em expressar, pela música, ideias que possam garantir o futuro da humanidade. Acreditam na ação direta para lá de ideias políticas e na força das comunidades.

Fonte: Media RTP

Blasted Mechanism, Blasted Generation

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Cláudio Franck

Cláudio Franck

Discografia

Cláudio Francisco António nasceu em Luanda, numa família com algumas ligações com a música. Emigrou para à procura de oportunidades e melhores condições de vida. O sonho de uma vida da música começou a ganhar forma, já em Portugal, através de uma participação no programa “Masterclass” da Antena 1, destinado a músicos ainda sem contratos editoriais e até mesmo fonogramas editados.

Acontece que, todos os anos, desde a edição de 2018, o Festival da Canção tem acolhido entre o grupo de autores um artista escolhido pelo programa “Masterclass”. E a escolha do programa, para o Festival da Canção 2020, apontou precisamente a Cláudio Frank.

Fonte: Media RTP

Cláudio Franck

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Elisa Rodrigues
Elisa Rodrigues

Discografia

Elisa Rodrigues gravou o seu álbum de estreia, “Heart Mouth Dialogues”, em 2011. E logo aí refletia uma linguagem personalizada que traduzia o gosto de múltiplas referências e uma aprendizagem com influências distintas, em especial aquela que lhe valeu, sobretudo no meio musical, passar a ser identificada como uma voz do jazz.

Foi pouco tempo depois recrutada para gravar com a banda britânica These New Puritans no álbum “Field Of Reeds”, de 2013, acabando por integrar depois a digressão intercontinental do grupo. Deixou a sua impressão digital em palcos internacionais de grande visibilidade como o do Barbican (em Londres) ou do mítico Hollywood Bowl, em Los Angeles.

Em Portugal marcou presença em diversos festivais como o Vodafone Mexefest, Cool Jazz, MED, Douro Jazz.

Em 2018, Elisa Rodrigues lançou “As Blue As Red” o seu segundo disco de longa-duração, no qual colaboraram nomes que já passaram pelo Festival da Canção nas edições dos últimos anos como Luísa Sobral, Joana Espadinha ou Pedro da Silva Martins.

Fonte: Media RTP

Elisa Rodrigues

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Filipe Sambado
Filipe Sambado

Discografia

Álbuns

Vida Salgada ‎(Cass, Álbum) Spring Toast Records SPT002 2016
Filipe Sambado & Os Acompanhantes de Luxo ‎(CD, Álbum) NorteSul 0639-2 2018
Revezo ‎(CD, Album) Edições Valentim de Carvalho 0837-2 2020

Singles & EPs

Filipe Sambado / Vaiapraia – O Bardo ‎(2xFile, MP3, Single, 320) Gentle Records (3) GR042 2015
Vaiapraia / Filipe Sambado – Panelei Punx ‎(2xFile, MP3, Single, 320) Gentle Records (3) GR051 2016

Perfil

Filipe Sambado deu os primeiros passos do seu percurso musical em 2012 com o lançamento do EP “Isto Não É Coisa Pra Voltar a Acontecer”.

Logo a seguir a sua obra em disco teve continuidade em “1,2,3,4” e “Ups… Fiz Isto Outra Vez”, títulos que abriram caminho para “Vida Salgada”, o seu primeiro álbum, que foi lançado em 2016 e teve edição não apenas em suporte digital mas também em cassete.

Sucedeu-se “Filipe Sambado & Os Acompanhantes de Luxo” editado em 2018 em suporte digital e em CD. Este álbum foi acompanhado por uma série de telediscos que ajudaram a sublinhar a criação de uma identidade artística. Aclamado pela crítica especializada e pelo público, foi considerado o melhor disco nacional do ano pela Antena 3, Radar, Vodafone FM, entre outras publicações, e nomeado para os Prémios SPA 2019 na categoria de Música – Melhor Trabalho de Música Popular.

Em 2020 Filipe Sambado participa no Festival da Canção e prepara a edição de “Revezo”, novo álbum de originais.

Fonte: Media RTP

Filipe Sambado

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Hélio Morais
Hélio Morais

Discografia

Hélio Morais é cofundador e membro atual dos Linda Martini, onde é um dos compositores, e acumula os mesmos papéis nos PAUS, onde dá a voz às canções.

O seu primeiro disco, “You Make Me Nervous” foi editado ainda em 2005 com os If Lucy Fell, banda com a qual percorreu a Europa, com especial incidência no Reino Unido. Os Linda Martini estavam já no ativo desde 2003, tendo desde então construído uma obra que deles fez um nome de referência do rock alternativo entre nós, que chegou ao Coliseu pela primeira vez em nome próprio em 2016 e marcando presença habitual nos principais festivais de verão.

A sua discografia soma cinco álbuns e dois EP. Os PAUS, que recentemente assinalaram dez anos de atividade, lançaram em 2019 o seu terceiro álbum, parte de uma discografia que inclui ainda três EPs.

Com os PAUS, Hélio Morais tem atuado por todo o mundo quer no circuito de festivais quer em digressões de clubes em nome próprio.

Na sua outra vida dentro da música, é um dos fundadores da estrutura de agenciamento HAUS.

Fonte: Media RTP

Hélio Morais

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Jimmy P

Jimmy P

Discografia 

Jimmy P é o alter-ego de Joel Plácido. Nasceu no Barreiro, mas a sua vida está associada a várias geografias, nomeadamente Angola (terra natal dos pais), Paris (onde viveu durante a adolescência) e o Porto (onde criou raízes e começou a dar os primeiros passos no mundo das artes do espetáculo).

O gosto pelo rap, adquirido no tempo em que viveu em Paris, e a influência de outros estilos musicais despertaram a sua apetência para a música. Após várias interações com outros artistas, seguiu-se um processo de maturação que originou o aparecimento de Jimmy P como artista a solo.

Em 2013 editou o seu primeiro álbum “#1”, disco que esteve na base de uma digressão que o levou a percorrer o país de norte a sul e ilhas. Em 2015 regressou com “Fvmily F1rst”. Seguiu-se “Essência” e, depois, “Alcateia” (não um álbum, mas uma mixtape) em março de 2018.

Em 2020 lança novo álbum, “Abensonhado”.

Fonte: Media RTP

Jimmy P

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