Tag Archive for: Festival da Canção XXI

Marta Carvalho
Marta Carvalho

Discografia

Marta Carvalho é uma cantora e compositora natural do Porto. O seu interesse pela música notou-se bem cedo, iniciando, aos 12 anos, os estudos nesta área. Estudou clarinete, tendo tocado em orquestras durante cinco anos.

Com 17 anos chamou atenções ao participar no programa “The Voice Portugal”, onde foi finalista em 2016. Aos 19 anos, mudou-se para Lisboa com o objetivo de se dedicar inteiramente à sua carreira musical, e foi nessa mesma altura que passou a integrar o Estúdio de Produção e Composição Great Dane Studios.

Como compositora e letrista, tem vindo a destacar-se a nível nacional, compondo para artistas como Fernando Daniel, April Ivy, Sea e as Lookalike. Trabalhou com artistas como Carolina Deslandes, David Carreira, Bárbara Bandeira, Diogo Piçarra, Agir, Sara Carreira, Calema, Karetus, entre muitos outros.

Em 2019 lançou o seu primeiro single, “Deslizes”, e em janeiro de 2020 o segundo tema “Chama”. Atuou em alguns dos mais consagrados palcos nacionais, como a Casa da Música e o Coliseu do Porto.

Fonte: Media RTP

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MEERA

MEERA

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Os MEERA são um Trio de música electrónica composto por Cecília Costa, Jonny Abbey e Leonardo “Goldmatique” Pinto.

Jonny (músico e produtor que integrou os Mirror People como guitarrista e vocalista) e Cecília (vocalista e baterista portuense) acabaram por se conhecer na mesma banda, que então partia em digressão mundial.  Pouco tempo depois de terem regressado a Portugal conheceram o produtor Goldmatique. Numa festa, num terraço no Porto, descobriram que, mais do que terem amigos em comum, a sua visão musical encaixava na perfeição e começaram a encontrar-se regularmente para sessões de composição e produção.

O Trio encontrou então na cidade do Porto a energia certa para as canções que foram nascendo. Quer seja focada na libertação sexual, abraçando em simultâneo a necessidade humana de intimidade, a música dos MEERA procura sugerir momentos de escape que nos possam “desligar de todas as preocupações rotineiras”.

Em 2019 lançaram o EP “Think Straight” onde reuniram os seus singles anteriores.

Fonte: Media RTP

MEERA

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Rui Pregal da Cunha
Rui Pregal da Cunha

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Rui Pregal da Cunha nasceu em Macau em 1963. Aos três anos tentou fugir para a China montado num triciclo. Um ano mais tarde mudou-se para Lisboa, cidade que ainda hoje considera como o seu local predileto.

Estudou design de interiores “mas quis uma força maior, a música”, que o seu destino fosse outro e desde 1981, com o lançamento do homónimo primeiro disco dos Heróis do Mar. O grupo editaria ainda vários outros álbuns (um deles com o título “Macau”) e diversos singles e maxi-singles até se separar perto do final da década de 80.

Fez depois parte dos LX-90, que lançaram em 1991 um álbum com edição simultânea em português e inglês.

Depois integrou os Kick Out The Jams, que editaram um álbum em 1994 e, mais recentemente, o projeto Eléctrico Chamado Desejo (2017).

Desde a estreia nos Heróis do Mar em 1981 nunca mais olhou para trás enquanto ia desenhando outras múltiplas linhas no tecido da cultura popular nacional como designer de moda, jornalista, art director de cinema, produtor de publicidade ou profissional na área da restauração.

Fonte: Media RTP

Rui Pregal da Cunha

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Throes + The Shine
Throes + The Shine

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Os Throes + The Shine nasceram em 2011 na cidade do Porto. Uma comunhão entre Portugal e Angola, o grupo é caracterizado por um híbrido de kuduro (uma música de dança oriunda de Angola), texturas eletrónicas e heranças dos universos do rock.

Estrearam-se em disco com “Rockduro” em 2012. Em 2014 seguiu-se “Mambos de Outros Tipos”. O terceiro álbum, “Wanga”, data de 2016.

Após estes discos, que foram lançados em várias editoras independentes, e já com centenas de concertos dados em mais de dez países, apresentaram, em 2019, “Enza”. Este disco correspondeu ao primeiro álbum composto pelo novo alinhamento da banda.

Igor Domingues, Marco Castro e Mob Dedaldino decidiram abraçar um novo desafio e procuraram um caminho distinto do passado, embora sem perder a sua identidade.

O disco surgiu com assistência à produção de Jori Collignon (Skip&Die) e colaborações com Cachupa Psicadélica, Mike El Nite, Selma Uamusse e Sotomayor e teve edição em vinil rosa.

Fonte: Media RTP

Throes + The Shine

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Tiago Nacarato
Tiago Nacarato

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Tiago Nacarato é um cantautor portuense com raízes brasileiras e com um contacto com a música desde cedo. Aos 18 anos inscreveu-se na escola de música Valentim de Carvalho onde teve aulas de canto, guitarra, treino auditivo, teoria musical e combo.

O reencontro com as raízes brasileiras aconteceu uns anos depois quando se juntou à Orquestra Bamba Social como vocalista, projeto que juntou músicos luso-brasileiros residentes no Porto. Juntos, lançaram já os temas “Sorria” e “Cadê Cascais”, este último com a participação do rapper brasileiro Marcelo D2.

Depois de ter passado pelo The Voice Portugal em 2018 começou a apresentar em palco o seu trabalho a solo, tendo já dado concertos no Centro Cultural de Belém (Lisboa), Casa da Música (Porto) e o Convento São Francisco (Coimbra), entre outras salas.

No final de 2018 estreou-se no Brasil, passando então por São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza e Belo Horizonte.

O álbum de estreia, “Lugar Comum” foi editado em 2019, ano em que regressou ao Brasil e passou por alguns dos maiores festivais nacionais.

Fonte: Media RTP

Tiago Nacarato

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Anne Victorino d'Almeida
Anne Victorino d’Almeida

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Nascida em França em 1978, Anne Victorino d’Almeida é violinista, compositora e professora no Conservatório Nacional, no qual foi diretora adjunta de 2017 a 2019. Filha mais nova de António Victorino d’Almeida e Sybil Harlé, começou a ter aulas de violino em 1986 na Fundação Musical dos Amigos das Crianças.

Licenciou-se em 2003 na Academia Nacional Superior de Orquestra e, em 2004, frequentou e concluiu o primeiro ano de direção de orquestra na Academia Superior de Orquestra.

Membro fundador do Quarteto Lopes-Graça (que integrou de 2005 a 2014), do Quarteto Camões e do Trio Rumos Ensemble, toca regularmente com diversas orquestras nacionais, entre as quais a Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Gulbenkian e Orquestra Sinfonietta de Lisboa.

Como compositora começou pelo teatro, nos anos 90, tendo mais tarde assinado várias bandas sonoras para cinema.

Lançou em 2019 o disco “A Sombra dos Sentidos”, ano em que orquestrou o genérico do Telejornal da RTP, interpretado pela Orquestra Sinfónica Portuguesa, que lhe deu o prémio de prata do “Prémio Marketing, Autopromoções e Inovação – Meios e Publicidade”.

Em 2020 compôs os separadores da RTP2.

Fonte: Media RTP

Anne Victorino d’Almeida

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Fábia Maia
Fábia Maia

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Fábia Maia cresceu a saber que um dia seria artista. A avó insistiu para que a neta frequentasse uma escola de música, mas por esses dias sonhou também em ser Médica sem Fronteiras.

No processo de aproximação à música atravessou várias etapas, desde a descoberta de Avril Lavigne (o seu ídolo) a uma passagem por uma banda de rock/metal na adolescência.

Outras revelações chegariam depois, numa altura em que começou a pensar na música como um porto de abrigo. Fazia então versões de temas do Hip hop português. A partir daí, teve a oportunidade de conhecer alguns dos músicos que admirava.

E desse processo surgiu a participação no álbum de Jimmy P “Essência”, com o tema “Má vida”. Estreou-se depois com um primeiro EP no qual Jimmy P e Slow J participaram.

Nos anos seguintes, lançou temas soltos como “Vibe Certa”, “BarcelonaParis” e “Mybaby“, que a ajudaram a encontrar um caminho mais pessoal, que refletiu em 2020 no EP “Santiago”.

Fonte: Media RTP

Fábia Maia

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IRMA
IRMA

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Apesar de se ter afirmado inicialmente junto do grande público enquanto atriz, IRMA tem, contudo, no canto e na composição, a mais antiga expressão de um talento que revelou ainda criança, e que agora abraça em paralelo à representação.

Nasceu em Lisboa mas a sua identidade reflete forte influência da cultura angolana, ou não fosse Angola o país de origem dos avós com quem cresceu. Aos 12 anos herdou uma guitarra da mãe, instrumento que não mais parou de explorar, ao mesmo tempo que se começou a aventurar na escrita de canções, primeiro dentro do seu quarto, a pouco e pouco abrindo a porta para o mundo.

Licenciada em Artes Performativas, porque sempre acreditou que música, teatro e dança se complementam, somou vários papéis enquanto atriz de ficção transmitida nos vários canais de televisão e já fez parte do elenco dos musicais “Entre o céu e a terra”, “A bela e o mostro”, “Terra dos sonhos”, “Eusébio, um hino do futebol” e “ZOO”.

“Primavera”, o seu álbum de estreia, foi editado em 2020. O disco apresenta canções com música e letras de sua autoria, partilhando os arranjos e produção com Pity.

Fonte: Media RTP

IRMA

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Miguel Marôco
Miguel Marôco

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Nascido em 1999, Miguel Marôco iniciou os estudos musicais aos cinco anos na escola de música da Sociedade Filarmónica Recreativa de Pêro Pinheiro, passando, aos oito anos, a integrar a Banda Filarmónica na posição de trompetista e, mais tarde, percussionista. Por essa altura, ingressou no Conservatório de Música de Sintra no curso de Piano, tendo mais tarde prosseguido os estudos na EAMCN, onde concluiu o 8º grau.

Nesta escola, pertenceu por quatro anos ao Coro Musaico, com o qual participou em concursos nacionais e internacionais (Festival Coral de Verão, FICA, International Chorwettberb) e na produção da ópera “O Monstro no Labirinto” da Fundação Calouste Gulbenkian.

Concilia o mestrado em Matemática na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa com o papel de Baixo no quarteto Barbershop “Contratempo” e esforços independentes no mundo da música. 

Miguel Marôco foi um dos dois autores apurados pelo concurso de livre submissão ao Festival da Canção 2021. 

Fonte: Media RTP

Miguel Marôco

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João Vieira
João Vieira

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João Vieira é músico, compositor, DJ e produtor. Iniciou a sua carreira em Londres nos finais dos anos 90, onde se formou como designer gráfico e trabalhou como DJ, músico e promotor de clubes. Como DJ Kitten, e a partir do Porto, reescreveu a cena clubbing em Portugal nos anos 2000 com o seu Club Kitten que então chamou atenções. 

Em Portugal, editou cinco álbuns com X-Wife, banda que fundou e da qual é vocalista, guitarrista, co-compositor e co-produtor. O grupo estreou-se discograficamente com um primeiro EP lançado em 2003 seguindo-se, em 2004, o álbum de estreia “Feeding The Machine”. Lançaram depois “Side Effects” (2006), “Are You Ready For The Blackout?” (2008) e “Infeccious Affectional” (2012). O mais recente álbum de X-Wife data de 2018. 

Com o alter-ego White Haus​​, deu início à aventura da composição e produção electrónica a solo. O resultado deste processo foi a edição de um EP em 2013 os álbuns “The White Haus Album” (2014), “Modern Dancing” (2016) e o mais recente “Body Electric”, de 2019. 

Fonte: Media RTP

João Vieira

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