Tag Archive for: guitarristas XXI

Alexandre Manaia, guitarrista
Alexandre Manaia

Alexandre Manaia nasceu em Lisboa em 1968. Influenciado pelo ambiente de uma família de músicos, iniciou a formação musical aos 6 anos no Conservatório, prosseguindo os estudos mais tarde na escola de Jazz do Hot Club de Portugal. Integrou aos 17 anos a Go Graal Blues Band e, mais tarde, o grupo de Nanã Sousa Dias.

Foi convidado em 1989 por Rui Veloso para se juntar à sua banda, participando na gravação e digressão dos álbuns “Mingos e Samurais” e “Auto da Pimenta”.

Gravou em 1992 o LP “Aqua” com o grupo Ficções. Toca no grupo de Sérgio Plágio e grava o álbum “Pedras na Calçada” com Paulo Gonzo.

Alexandre Manaia, guitarrista

Alexandre Manaia, guitarrista

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André M. Santos, guitarrista
André M. Santos

André M. Santos nasceu em Lisboa em 1984. A sua primeira licenciatura foi em Economia pela Universidade Nova de Lisboa (2006). Depois do curso de economia terminou o curso de guitarra no Conservatório Nacional (2007) e entrou para a licenciatura em Guitarra Clássica na Escola Superior de Música de Lisboa (ESML) onde estudou com Piñero Nagy.

Fui terminou o curso superior de guitarra, como aluno de Erasmus, no Conservatório Superior Manuel Castillho (Sevilha) onde estudou com Francisco Sanchez Bernier (2010).

A sua paixão pelo Flamenco levou-o a procurar aulas com  Pedro Jóia (Lisboa) e mais tarde com Óscar Herrero (Madrid). Em 2011 resolveu concorrer ao curso superior de Composição na ESML onde estudei com António Pinho Vargas, Carlos Caires e Luís Tinoco, que terminou em 2015.

No Município de Almada deu os primeiros passos na música e a CMA apoiou o seu percurso. Faz parte do corpo de Júri residente do Concurso Nacional de Música de Intervenção de Almada desde 2007. Em 2011 recebeu o prémio de Jovem Talento pelo Município de Almada, e organiza os Encontros de Fado de Almada desde 2012.

Ao longo da sua carreira tocou com diversos artistas um pouco por todo o mundo: Teresa Salgueiro com quem fez a tour “Voltarei à minha terra” (2010-2012); foi diretor musical da Mythos Orquestra do Festival “7 Sóis 7 Luas” (2013-2014) e do Quórum Ballet na peça “Correr o Fado”(desde 2011). Em 2014 tocou como solista no concerto de Natal do Coro Gulbenkian. Participou no concerto de abertura da Festa do Avante de 2015 com a Orquestra Sinfonietta de Lisboa. Trabalha regularmente com alguns nomes da cultura portuguesa como Mariza, Ricardo Ribeiro, Mísia, Cuca Roseta, Ana Laíns, Carla Pires, Teresa Lopes Alves, Joana Melo, entre outros.

Como compositor escreveu a peça obrigatória para o Prémio Jovens Músicos 2014 na categoria de acordeão (encomenda Antena 2 – RTP). Tem escrito para diferentes formações desde pequenos grupos de música de câmara até formações orquestrais. A sua música tem sido tocada por alguns dos melhores intérpretes portugueses atuais e já foi apresentada em vários países desde EUA até Macau. Em 2015 escreveu e estreou o primeiro concerto para 4 guitarras e orquestra escrito por um compositor português, o concerto “Akasha” foi estreado pelo Quarteto de Guitarras de Lisboa e a Orquestra Sinfionietta de Lisboa.

Apesar de ter trabalhado em muitos projetos diferentes sempre teve a vontade de criar os seus grupos onde pode explorar ideias e linguagens que gosto e trabalhar tanto como guitarrista como compositor. Desta forma faz parte dos Melech Mechaya, Quarteto de Guitarras de Lisboa, Mano Quarteto e André Santos & MOB Ensemble. Como Viola de Fado é músico residente na casa de Fados Mascote da Atalaia no Bairro Alto (Lisboa).

Em 2016recebeu o prémio de “melhor edição para flauta solo em 2015″ atribuído pela The National Flute Association dos EUA com a peça “O motivo da menina Laite”.

André M. Santos – Do Ser Imersivo

Em março de 2023 ficou disponível em todas as plataformas digitais o seu último disco, com 2 concertos para guitarra e orquestra, onde assume a composição, execução e produção.

“O caminho do artista define-se ao longo de uma vida. Todas as suas faces se vão revelando, transformando e progredindo ao longo dos tempos. Lembro-me de viver desde sempre um conflito interno por não me identificar a nenhum mundo mas a viver ao mesmo tempo em todos eles… Apaixonei-me pela guitarra desde tenra idade, completamente vidrado na energia e virtuosismo do Flamenco. Fiz os meus estudos académicos, numa vertente mais erudita, passando pelo Conservatório Nacional e a Escola Superior de Música de Lisboa (como guitarrista e compositor). Com os amigos da escola (e não só) tive bandas de Rock, de Hardcore, de Funk, de Klezmer, grupos de Música de Câmara, Música tradicional Portuguesa, Flamenco, Jazz e Fado… Escrevi música para estes grupos, para filmes, para peças de bailado contemporâneo, para orquestras e músicos a solo. Não escrevo isto para impressionar mas para responder à pergunta “Qual o estilo de música do André?”. A verdade? Nem eu sei… Os 2 concertos presentes neste disco têm um pouco disto tudo, talvez esse seja o meu verdadeiro estilo…”

(André M. Santos)

André M. Santos, guitarrista

André M. Santos, guitarrista

Discografia

Sete ‎(CD, Álbum) SevenMuses MusicBooks SM036-CD 2018
Círculo da Música (André M. Santos Convida) ‎(CD, Álbum, Ltd) (André M. Santos Self-released) 2020
André Miguel Santos, Amélia Muge, Orquestra de Câmara Ágora – Sinfonia Da Liberdade (Sobreviveremos) ‎(CD, Álbum) SevenMuses MusicBooks SM039-CD 2022

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Francisco Lopes, guitarrista
Francisco Lopes

Nascido na Ilha da Madeira, Portugal, Francisco Lopes é um guitarrista premiado em competições internacionais. Começou aos 9 anos a tocar guitarra no Gabinete Coordenador de Educação Artística tendo sido aluno do professor Jose António. Quando percebeu que queria seguir uma carreira profissional inscreveu-se no Conservatório Escola Profissional das Artes da Madeira Eng. Luiz Peter Clode tendo sido aluno de Luciano Lombardi. Por influência deste inscreveu-se na faculdade em Itália – Conservatório “G.B. Pergolesi” com o Maestro Cláudio Marcotulli – onde tirou a Licenciatura.

No último ano da licenciatura e através do programa Erasmus esteve em Katowice na Karol Szymanowski Academy of Music com o Maestro Marcin Dylla e como gostou da experiência mudou-se para a Polónia onde fez o Mestrado e de seguida um pós-graduação.

Frequentou por quatro vezes os cursos de verão da conceituada Academia Chigiana em Itália com o Maestro Oscar Ghilia.

Francisco Lopes é um intérprete ativo no palco, participa em várias competições, classes de aperfeiçoamento e é o fundador da New Classic – Associação de Eventos Culturais da Madeira.

Francisco Lopes, guitarrista

Francisco Lopes, guitarrista

3|4

Este projeto resulta de uma reflexão de autoconhecimento artístico e pessoal do músico Francisco Lopes, baseado no conceito da Associação New Classic, por si fundada em 2020, que visa aproximar a música contemplativa e a música de entretenimento, através da exploração e recriação de diversos estilos musicais.

O título deste seu primeiro trabalho discográfico, aparentemente enigmático, é uma alegoria à música na sua essência. Os números 3 e 4 representam as principais unidades de tempo, que, quando somados, resultam nas sete notas principais e, quando multiplicados, traduzem-se nas doze notas musicais. Por sua vez, estes quatro algarismos estão presentes em diversos acontecimentos simbólicos da história da humanidade.

A invocação da música e a sua ligação ao mundo surge, neste projeto, como um manifesto da sua inquietação acerca do futuro da humanidade, centrada na problemática do aquecimento global. Na sua ótica, só o ser humano possui capacidade inata de unificar os seus semelhantes em prol em busca de um propósito comum: a veneração e a salvaguarda do Planeta.

Este pensamento está na essência de um repertório diversificado, porém encadeado, onde as peças se vão entrelaçando umas nas outras numa fusão, como seria desejável que acontecesse entre os povos e culturas de todo o mundo, para que a humanidade pudesse viver unida na sua diversidade.

Esta coletânea apresenta três abordagens distintas da guitarra clássica: a primeira evoca a Música Erudita baseada em partitura escrita; a segunda, de cariz mais popular, conduz a uma viagem por diversos lugares, culturas, países, histórias e estilos musicais; e a terceira enaltece a fusão do instrumento com a voz, numa alusão ao entretenimento.

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Bracara Augusta Guitar Trio
Bracara Augusta Guitar Trio

O TAGT nasce através da comunhão de um interesse pelo cruzamento de idiomas musicais. Composto por Artur Caldeira, Daniel Paredes (Duo ArtDan) e por Gil Godinho, aluno de ambos na ESMAE, começou a sua atividade com a participação no CD de Artur Caldeira com obras portuguesas para guitarra clássica, interpretando obras do compositor Fernando C. Lapa sobre melodias transmontanas.

Realizou a estreia absoluta de duas obras do Compositor Fernando C. Lapa, inspiradas no cancioneiro popular minhoto (Cantares de Minho) e no cancioneiro popular alentejano (Cantares do Alentejo). Estas obras encontram-se editadas pela AVA e foram dedicadas ao BAGT.

Dusan Bogdanovic, reputado guitarrista e compositor de origem sérvia, escreveu para o BAGT a obra 3 Retratos de Fado, dedicada a Artur Caldeira e editada por Les Éditions Doberman-Yppan.

Uma das missões do BAGT será a de especular sobre a existência de uma aliança secreta entre o som popular e o som erudito, aliança essa que nos obrigará a viajar auditivamente em torno de um instrumento – a guitarra – que se constitui, ele próprio e à distância de séculos, enquanto um hino, um elogio, à metamorfose dos sons populares em sons eruditos, e vice-versa.
Será assim que, na exaltação de um duplo sonoro, a guitarra irá forçar-nos a admitir que o popular e o erudito são designações “falsas” e exageradas, distinções provenientes de uma ação básica e puramente racional advinda do Iluminismo, que nos deixa hoje muito intranquilos, sobretudo quando queremos apenas dar corpo ao desejo de amar livremente a Música, afastando-a de etiquetas, de fronteiras, e até de outros modos subliminares de a agrilhoar, tornando-a inclusiva e não exclusiva.

Trio multigeracional, adotou o nome de um antigo Trio de cavaquinhos de Artur Caldeira, também pelo facto de serem os três naturais ou residentes em Braga.

Bracara Augusta Guitar Trio

Bracara Augusta Guitar Trio

Artur Caldeira

Artur Caldeira é Licenciado em Guitarra Clássica e Mestre em Interpretação Artística pela ESMAE, Porto, na classe de José Pina. Foi-lhe atribuído, após provas públicas, o título de Especialista em Música. É doutorando em Educação Artística na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.

Guitarrista premiado, apresentou-se a solo, com orquestra e em diversos colectivos em vários países da Europa, África e Ásia. Realizou primeiras audições absolutas de algumas obras.

Fundou o grupo “Som Ibérico”, para o qual escreveu arranjos de temas da Música Popular Urbana Portuguesa, gravando um CD onde assinou a produção e a direcção musical.

Produziu, dirigiu e gravou o CD “Clarinete em Fado” de António Saiote. Dirigiu e gravou, com o guitarrista Daniel Paredes, o CD “Sefika Plays Fado” da flautista turca Sefika Kutluer. Tocou com os mais renomados fadistas das últimas décadas e participou como convidado no filme “Fados”, realizado por Carlos Saura.

Em 2020 gravou um CD com obras portuguesas para guitarra clássica, obtendo as melhores críticas.

Recebeu a medalha da Assembleia Nacional de França em reconhecimento do seu trabalho em encontros culturais luso-franceses.

Professor do CMP desde 1992, leciona desde 2009 na ESMAE – P.PORTO.

Daniel Paredes

Natural de Wil, Suíça, Daniel Paredes concluiu o Curso Secundário de Composição e 8º grau de Instrumento no Conservatório de Musica Calouste Gulbenkian, em Braga, respectivamente nas classes dos professores Paulo Bastos e Rui Gama.

Licenciou-se em Música, Variante de Instrumento, Ramo Cordas (Guitarra) na ESMAE e na classe do professor Artur Caldeira.

Apresenta-se em importantes festivais ao lado de nomes como Artur Caldeira, António Saiote, António Augusto Aguiar, Jed Barahal, Jorge Alves, Vitor Vieira, Ana Tedim, Márcio Pinto e Ana Barros e em projectos como Som Ibérico, Crossover Fado e Clarinete em Fado, em países como Espanha, França, Suíça, Alemanha, Eslováquia, Chipre e Turquia.

No âmbito do Fado, conta com inúmeras participações performativas com importantes nomes da atualidade. Em 2016, participou no CD de Ricardo Ribeiro Hoje é assim, Amanhã não sei (Warner records, 2016) como arranjador do tema Voy, e intérprete do mesmo, em Duo com Artur Caldeira. Com este guitarrista acompanha regularmente António Saiote no programa Clarinete em Fado e gravou um CD com a flautista turca Sefika Kutluer.

Realizou cursos de aperfeiçoamento com importantes nomes como José Pina, Margarita Escarpa, Celso Machado, Ricardo Moyano, Artur Caldeira, Carlos Bonnel, Goran Krivocapic, Danijel Cerovic, Sylvain Luc e Richard Galliano.

Finalista do Mestrado em Interpretação Artística, na ESMAE, sob a orientação de Artur Caldeira, leciona nesta prestigiada instituição.

Artur Gil Godinho

Artur Gil Godinho concluiu o ensino secundário artístico no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga e prossegue agora os seus estudos superiores na ESMAE, PPorto.
Realizou classes de aperfeiçoamento com importantes nomes como Marco Pereira, Eduardo Fernandez, Eduardo Isaac e Aniello Desiderio.

Bracara Augusta Guitar Trio

Bracara Augusta Guitar Trio, Cantares do Alentejo

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