Tag Archive for: pop XXI

Deolinda, Outras histórias, 2016.
Deolinda

Deolinda é um grupo de Música Popular portuguesa inspirado pelo Fado e pelas suas origens tradicionais.

O projeto musical surgiu em 2006 quando os irmãos Pedro da Silva Martins e Luís José Martins (ex-Bicho de 7 Cabeças), a prima, Ana Bacalhau, então vocalista dos Lupanar e José Pedro Leitão, contrabaixista dos Lupanar, se juntaram à volta de quatro canções que Pedro tinha escrito, nascendo assim os Deolinda. Pedro da Silva Martins é o autor das letras e canções da banda.

O tema “Contado Ninguém Acredita” foi incluído na compilação Novos Talentos de 2007, lançado pelas lojas FNAC.

Em 2008, foi lançado o disco de estreia, Canção ao Lado.

Em 2008, o disco Canção ao Lado tornou-se “disco de ouro”. Em 2008, tornou-se “disco de platina”. Durante o ano de 2009, o disco “canção ao lado” atingiu o galardão de dupla-platina, correspondente à venda de mais de 40 mil unidades.

Em 2009, o disco Canção ao Lado foi lançado no mercado europeu pela editora World Connection. Entrou diretamente para o 8º lugar da tabela de vendas discográficas World Music Charts Europe e subiu ao 4º lugar da mesma tabela.

O grupo deu início à primeira digressão europeia. Atuaram em diversos países, entre eles Holanda, Alemanha e Suíça, regressando a Portugal para diversos concertos em cidades como Porto, Braga e Barcelos.

Em 2010 a banda estreou um novo álbum (Dois Selos e Um Carimbo) que teve como single de apresentação “Um Contra o Outro”.

A prestigiada revista francesa Monocle considerou os Deolinda uma das mais importantes referências culturais da lusofonia no mundo, em outubro de 2010.

O segundo álbum, Dois Selos e Um Carimbo, entrou diretamente para nº 1 do top de vendas português e recebeu o galardão de platina em 2010. Foi considerado o 2.º melhor disco de 2010 para a revista portuguesa Blitz e ficou entre os 10 melhores discos de World Music de 2010 para o jornal inglês Sunday Times.

A canção Parva que Sou, estreada nos quatro concertos feitos nos Coliseus de Lisboa e Porto, em  2011, foi imediatamente considerada um hino de uma geração. O tema “Parva que Sou” inspirou o movimento “Geração à Rasca” que no dia 12 de Março de 2011, realizou as maiores manifestações não vinculadas a partidos políticos desde a Revolução dos Cravos.

Em 2011 foi lançado o primeiro DVD do grupo “Deolinda ao Vivo no Coliseu dos Recreios”. Num extenso artigo, a publicação alemã deutsche welle referiu que os Deolinda, com sua música “Parva que Sou”, “encorajaram os protestos em massa por todo o país”, apelidando-os de “banda sonora da crise”.

Em 2012, o jornal britânico “The Times” publicou uma crítica ao concerto dos Deolinda em Londres onde os considera “uma das grandes bandas da Europa”.

O álbum de estreia “Canção ao Lado” foi galardoado com quádrupla platina, correspondente a 80.000 unidades vendidas e o disco “Dois Selos e Um Carimbo” obteve dois discos de platina (40.000 unidades).

Em 2013, lançaram o 3.º álbum de originais “Mundo Pequenino” que na primeira semana de vendas se torna disco de ouro. Em maio atuaram nos Coliseus de Lisboa e Porto esgotados.

Em 2013 apresentaram-se pela primeira vez no Brasil, durante o Festival de Inverno de Garanhuns e em São Paulo e recebem excelentes críticas da imprensa brasileira.

A publicação brasileira Pergunte ao Pop considerou o álbum “Mundo Pequenino” o melhor disco internacional de 2013, em dezembro.

Em 2014 apresentaram-se pela primeira vez no México, durante o 42.º Festival Internacional Cervantino em Guanajuato.

Em 2017 anunciaram uma pausa por tempo indeterminado.

Discografia

Álbuns de estúdio

Canção ao Lado (2008) (CD, iPlay / World Connection)
Dois Selos e Um Carimbo (2010) (CD, EMI Music Portugal)
Mundo Pequenino[29](Universal Music) (2013)
Outras Histórias (Universal Music / Sons em trânsito) (2016)

Álbuns ao vivo

Deolinda ao Vivo no Coliseu dos Recreios (2011) (DVD, Sons em Trânsito)

Participações

Novos Talentos (2007) com o tema “Contado Ninguém Acredita”
Feitiço de Amor – Banda Sonora (2008) com o tema “Fado Toninho”
Fado Sempre! Ontem, Hoje e Amanhã! (2008) com o tema “Fado Toninho”
Elas, as Melhores Vozes Femininas Portuguesas (2009) com o tema “Clandestino”
Sounds Of The City – Lisbon (2009) com o tema “Fado Toninho”
Beginners Guide To Fado (2010) com o tema “Clandestino”
Remédio Santo – Banda Sonora (2011) com o tema “Passou Por Mim e Sorriu”
Sol de Inverno – Banda Sonora (2013) com o tema “Seja Agora”
Cave de Nuno Markl (2016) com a apresentação do novo álbum “Outras Histórias”.

Discografia

  • Dois selos e um carimbo, 2010.
  • Mundo pequenino, 2013.
  • Outras histórias, 2016.

Deolinda, Outras histórias, 2016.

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Pensão Flor
Pensão Flor

A Pensão Flor é formada por Vânia Couto (voz), Luís Pedro Madeira (piano), João Gentil (acordeão, bandoneón), Tiago Almeida (guitarra clássica), Hugo Gamboia (guitarra portuguesa), Ni Ferreirinha (Viola baixo).

O Caso da Pensão Flor resulta do encontro de músicos com diferentes percursos musicais e tem algumas das suas influên­cias nas músicas de outras latitudes, como o tango, a morna e a Música Popular brasileira, cruzando­-as com o Fado. A ideia do álbum passou por explorar um imaginário de várias histórias passadas numa pensão em lugar desconhecido.

A Pensão Flor estreou­-se em 2013 com a apresentação do disco em dois concertos esgotados, no Grande Auditório do Conservatório de Coimbra. A apresentação foi complementada com diversas participações em emissões televisivas nos quatro canais portugueses. Durante esse ano o disco foi também promovido na rádio pública como Disco Antena 1, e a antestreia do projecto aconteceu ao vivo no programa Viva a Música, de Armando Carvalheda, na RTP – Antena 1.

O Caso da Pensão Flor foi considerado um dos melhores álbuns de música portuguesa no ano de 2013 pela Antena 1, o que ajudou a promover a digressão de 2014 do projecto, com concertos em diversos palcos por todo o país. Foram realizadas duas edições do álbum, tendo chegado a 3.000 cópias vendidas.

Pensão Flor, Sul, 2016.

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Rogério Charraz, Espelho
Rogério Charraz

Rogério Charraz (Lisboa, 1978) é um cantor português. Ainda no Liceu de Queluz, em 1994, formou com o amigo Rogério Oliveira a banda União de Loucos que em 1999, prestes a editar o álbum Madrigal, mudou de nome para Boémia. Em 2003 foi lançado o segundo álbum, Semente, com as participações especiais de Luis Represas, Luís Pastor e Fausto Bordalo Dias.

Fausto acaba por convidá-los a participar na gravação de A ópera mágica do cantor maldito. Charraz terminou a ligação aos Boémia, em 2007, e formou o Rogério Charraz Trio com Paulo Monteiro e Rui Cabral. Criaram versões próprias de grandes temas da música portuguesa, brasileira e africana. Com a saída de Paulo Monteiro para França refizeram a banda passando a contar com João Coelho e Luis Pinto. Participaram na II edição do Festival Cantar Abril, com os originais Liberdade e A dita dura.

Rogério Charraz conheceu Silvia Nazário e Cláudio Kumar e formaram o projecto Sotaques e levam o espectáculo a várias salas.

Em 2009 actuou nas caves da empresa José Maria da Fonseca, na presença de altas figuras da sociedade portuguesa. É autor do hino da sociedade Ecopilhas e do tema da Benfica Telecom (sociedade entre o SL Benfica e a TMN). Em 2010 iniciou a gravação do seu primeiro disco a solo e participou também nas Festas do Mar, em Cascais.

Em 2011 voltou a participar no Festival Cantar Abril onde venceu o prémio Ary dos Santos com o tema Pára, olha, escuta e avança. Participa no novo disco de Fausto Bordalo Dias, cantando Por altas serras de montanhas ao lado de Luis Represas, José Mário Branco, Jorge Palma, Jorge Fernando, João Pedro Pais ou João Afonso.

Em 2011 foi lançado o álbum de estreia, “A Chave”, com 11 canções originais e duetos com Ana Laíns, José Mário Branco e Rui Veloso. Quatro temas integraram a banda sonora de Pai à Força e o “Grito Vagabundo” fez parte da banda sonora de Louco Amor, telenovela da TVI.

Gravou com Ricardo Carriço uma nova versão de Um pouco mais, que faz parte da novela Sol de Inverno, da SIC.

Em 2014 foi lançado o segundo disco “Espelho” que contou com nomes como Sensi, Luanda Cozetti, Dany Silva e Miguel Calhaz. Colaborou depois com Rui Pregal da Cunha numa nova versão de Se me perguntas a mim.

Em 2016 editou Não tenhas medo do escuro, que voltou a contar com o selo da Antena 1 e foi financiado por uma campanha bem sucedida de angariação de fundos. Põe de lado o GPS é a canção que mais roda nas rádios, mas destacam-se também SMS, com a participação de Katia Guerreiro e de Marta Pereira da Costa, a moda Chuva nos Beirados, com os cantadores Buba Espinho, Eduardo Espinho e António Caixeiro a puxarem ainda mais a canção para o Alentejo (o pai de Rogério Charraz é alentejano) e a canção Meu Amor Eterno, feita em parceria com o pianista Júlio Resende e dedicada à mãe do cantautor.

Neste disco nasceu a parceria com José Fialho Gouveia, autor de cinco das onze letras.

No mesmo ano foi editado o primeiro disco da guitarrista Marta Pereira da Costa, onde aparece o tema Encontro que conta como convidado muito especial Richard Bona, baixista de origem camaronesa e um dos nomes mais conceituados do Jazz mundial. O tema, da autoria de Rogério Charraz, foi escolhido para genérico do programa Em nome do ouvinte da Antena 1.

Em 2017 foi lançada uma edição especial do disco Não tenhas medo do escuro, onde são recuperados os temas Porto de Abrigo e Sempre que o amor nos acontece, que fazem parte da banda sonora da série bi-diária da RTP O Sábio.

Em 2018, Rogério Charraz completou 40 anos de vida e decide comemorar no palco do Cinema São Jorge, em Lisboa, concerto que ficou registado em disco (o seu primeiro ao vivo) e foi transmitido no ano seguinte pela RTP.

“4.0” é o quarto disco do músico e tem no alinhamento quatro temas de cada um dos seus discos anteriores, quatro temas inéditos e quatro convidados muito especiais: o fadista Ricardo Ribeiro, o pianista Júlio Resende, Jorge Benvinda (dos Virgem Suta) e o cantador António Caixeiro. Entre os inéditos destacam-se mais duas letras de José Fialho Gouveia e o tema “O melhor de mim”, feito por Rogério para o seu primeiro filho, nascido há pouco mais de um ano…

Em 2019 Rogério Charraz & Os Irrevogáveis (Jaume Pradas, Luís Pinto, Paulo Loureiro, João Rato e Carlos Lopes) percorreram o país de norte a sul, de Vila do Conde a Tavira, de Castelo Branco à Marinha Grande, ganhando finalmente uma dimensão nacional.

Em 2020 foram lançados os primeiros temas que anunciam o novo disco, que seria editado no ano seguinte. Abaladiça é uma das vinte canções escolhidas para a coletânea Inéditos Vodafone, ao lado de nomes como D`Alva, MOMO ou Rita Onofre. Lançada em plena pandemia, a iniciativa fazia parte do movimento Portugal Entra em Cena que desafiava os músicos nacionais a comporem uma canção original, nunca antes editada ou divulgada e contou com mais de 400 candidaturas.

Mas foi o segundo tema que traz finalmente o reconhecimento público e da crítica. Quando nós formos velhinhos foi lançado em 2020 e emocionou o país com um vídeo gravado no palco do Teatro da Trindade, interpretado por dois dos nomes maiores do teatro nacional: Eunice Muñoz e Ruy de Carvalho.

Pela primeira vez uma canção de Rogério Charraz chegou à playlist da Rádio Comercial, curiosamente depois de uma polémica pública entre o músico e Pedro Ribeiro, diretor da rádio, a propósito do aumento da quota mínima obrigatória de música portuguesa nas rádios de 25 para 30%. Quando nós formos velhinhos esteve várias semanas no TNT, top de preferências dos ouvintes da rádio, chegando mesmo ao primeiro lugar.

Em 2021 foi finalmente editado “O Coreto”, disco conceptual com todas as letras escritas por José Fialho Gouveia e que conta com a produção musical de Luísa Sobral. Em treze canções a dupla de compositores conta a história de um personagem que, farto da vida na cintura da grande cidade, decide ir viver para a aldeia do pai, onde se apaixona, no dia da romaria, junto ao coreto. Uma história de amor que tem como pano de fundo a desigualdade entre as grandes cidades e o resto do país e que conta como convidada com Sara Cruz, jovem açoriana a despontar no panorama musical português.

Foram ainda lançados os vídeos de Um dia no Coreto (vídeo de animação com ilustrações de Ana Luísa Farinha e produzido pela COLA – Colectivo Audiovisual), “Feita deste chão” (gravado com o apoio do Turismo do Porto e Norte na paisagem deslumbrante de cinco municípios: Montalegre, Vila Verde, Ponte da Barca, Arcos de Valdevez e Monção) e A Romaria (gravado na Romaria da Senhora do Almurtão, Idanha-a-Nova).

Em 2023 é lançado novo disco da parceria Rogério Charraz/José Fialho Gouveia, com o título Reunião de Condomínio. O primeiro tema apresenta a personagem “Vitorino”, o hipocondríaco administrador do condomínio representado pela voz do inesperado convidado: Quim Barreiros. O vídeo volta a contar com a realização de Daniel Mota, responsável pelos vídeos de Quando nós formos velhinhos, Abaladiça e Feita deste chão.

Discografia

Álbuns

A Chave (2011)
Espelho (2014)
Não Tenhas Medo do Escuro (2016)
4.0 (2018)
O Coreto (2021)

Discografia com os Boémia

Madrigal (1999) – com os Boémia
Semente (2003) – com os Boémia

Colaborações

2015 – Artistas pela Casa dos Rapazes – Os Rapazes
2011 – Pára, olha, escuta e avança (Pedro Branco / Rogério Charraz).
Por altas serras de montanhas (Com Luís Represas, José Mário Branco, Jorge Palma, Jorge Fernando, João Pedro Pais e João Afonso)
O meu tempo é agora (para a TMN 65)
Projecto Sotaques

Fonte: Wikipédia

Rogério Charraz, O coreto

Rogério Charraz, Espelho

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Rita Redshoes, Lado bom
Rita Redshoes

ita Redshoes, nome artístico de Rita Pereira (Lisboa, 10 de Julho de 1981), é uma cantora, compositora, multi instrumentista, arranjadora e letrista portuguesa.

A história da portuguesa Rita Redshoes no universo musical começou a desenhar-se em 1996. Na altura a cantora era conhecida como Rita Pereira e desempenhava o papel de baterista no grupo de músicos que fazia parte do grupo teatro “Ita Vero”, da Escola Secundária de José Afonso, Loures.

Um ano depois passou a cantar a tocar e teclas nos Atomic Bees que lançaram uma versão de ‘Perfect’ dos Fairground Attraction, incluída na colectânea “Optimus 2000 – Novos Talentos” e que em 2001 editaram o álbum “Love.noises.and.kisses”.

Mais tarde tocou baixo no grupo Rebel Red Dog, e tocou piano e cantou no projecto Photographs. Este último, funcionou como uma espécie de embrião do que a cantora apresentou depois enquanto Rita Redshoes.

A partir de 2003 foi convidada para teclista de serviço da banda de suporte de David Fonseca, com quem interpretou o tema ‘Hold Still’, do álbum “Our Hearts Will Beat As One”.

Em 2007, o imaginário do filme “O Feiticeiro de Oz” e do clássico ‘Let’s Dance ‘, de David Bowie, inspiraram-na a adoptar o nome de Rita Redshoes. Na mesma altura começa a preparar o seu primeiro álbum tendo por avanço o single ‘Dream On Girl’, incluído na colectânea “Novos Talentos – FNAC 2007”.

Fonte: Wikipedia

Rita Redshoes, Lado bom

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Ana Bacalhau, Além da curta imaginação, 2021
Ana Bacalhau

Ana Bacalhau é uma cantora portuguesa, nascida a 5 de novembro de 1978, em Lisboa. Foi celebrizada como voz do grupo Deolinda, inspirado pelo Fado e pelas suas origens tradicionais.

Aos 15 anos começou a tocar guitarra e a cantar.

Em 2001 entrou para vocalista do grupo Lupanar com quem gravou um CD (“Abertura” de 2005) e participou num álbum de homenagem a Carlos Paredes.

Licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas, na vertente de língua portuguesa e língua inglesa, possuindo ainda uma pós-graduação em ciências documentais.

Em 2005 participou num Trio de jazz e Blues chamado Tricotismo, com o qual tocou em bares e num hotel. Os Deolinda começaram em 2006.

Trabalhou como arquivista até março de 2009, altura em que abandonou a sua profissão para se dedicar profissionalmente ao grupo Deolinda.

A partir de 2011, inicia uma colaboração como cronista da revista Notícias Magazine.

Por iniciativa da ONU foi lançado em 8 de Março de 2013, dia internacional da mulher, o tema “One Woman” gravado por por cantoras e músicos de 20 nacionalidades diferentes. A cantora foi a representante Portugal. Outros nomes são Angelique Kidjo (Benim), Anoushka Shankar (Índia), Rokia Traoré (Mali), a espanhola Concha Buika e a brasileira Bebel Gilberto.

Em 2013, estreia-se em palco a solo co projeto “15”, apresentado em seis concertos na Casa da Música e no Teatro São Luiz, onde cantava algumas das canções que mais a marcaram desde os 15 anos de idade.

Participou também num concerto colectivo de tributo a Joni Mitchell. Gravou duas canções para o 2º volume “Voz & Guitarra” onde revisita “Sexto Andar” dos Clã e (Estrela da Tarde) de Ary dos Santos e Fernando Tordo.

No mês de março de 2014, atuou em Lisboa, no Rossio, como convidada de Mafalda Veiga, cantando “Because The Night”, de Patti Smith. Ainda nesse ano canta com a cantora cabo-verdiana Teté Alhinho no B. Leza e juntou-se à cantora de Jazz Joana Machado e a Rita Redshoes, no concerto de lançamento do álbum “Blame It On My Youth”, de Joana Machado, no Centro Cultural Olga Cadaval.

Atuou ao vivo com os They’re Heading West na Casa Independente e a solo no Festival caixa Alfama de 2014.

Juntou-se ao pianista Júlio Resende no projeto “O Bairro” apresentado em 10 de Janeiro de 2015 no espaço OndaJazz, na Fábrica Braço de Prata, em Lisboa. Ainda em 2015 participa no álbum “Cumplicidades” de Mestre António Chainho onde gravou uma música com letra da sua autoria, “Certo Dia”. Participa também no tema “O Que Mais Custa” da Ala dos Namorados.

Apresenta-se ao vivo em São Paulo, nos dias 8 e 10 de Maio de 2015, para dois concertos inseridos no projecto “As Margens dos Mares”.

Com Aldina Duarte, Cuca Roseta, Gisela João, Manuela Azevedo, Marta Hugon, Rita Redshoes e Selma Uamusse cantou a canção “Cansada” da autoria de Rodrigo Guedes de Carvalho.

Participou no Terreiro do Paço, em Lisboa, no segundo dia do espetáculo Voz & Guitarra, que encerrou as Festas de Lisboa’15. Também em 2015 participou em “500 Anos ao Tom D’Ela” em Conjunto com Samuel Uria, Filipe Melo, Corda Língua e uma série de artistas locais, em Tondela, para as celebrações dos 500 Anos do Foral de Besteiros. Samuel Úria convidou depois Ana Bacalhau e Manel Cruz para um concerto em Estarreja.

Interpretou a canção do genérico do programa “Animais Anónimos” da RTP, com letra e música de Miguel Araújo e orquestração de João Só.

Foi convidada no disco “Está Tudo Dito” dos Marafona (2016). Foi editado um novo disco dos Deolinda. Ana Bacalhau participou nos concertos de homenagem à cantora Dina.

Pretendia começar a trabalhar num álbum em nome próprio e eventualmente escrever um livro (“um objecto sagrado para mim e sinto quase como heresia meter-me por esse caminho”). O seu primeiro álbum a solo – “Nome Próprio” – seria lançado em 2017.

Fonte: Wikipedia

Ana Bacalhau, Além da curta imaginação, 2021

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André Sardet, Ponto de Partida
André Sardet

André Sardet nasceu em Coimbra em 1976.

Com 19 anos de carreira, entre seis álbuns, muitos espectáculos e muitas vitórias, André Sardet é hoje um nome unanimemente reconhecido pela crítica e pelo público no panorama musical português.

André editou o primeiro álbum de originais aos 20 anos, em 1996, depois de se dar a conhecer ao público através da televisão.

Imagens é o seu primeiro grande passo no mundo da música, uma aposta sólida, que rapidamente coloca o single “O Azul do Céu” nos primeiros lugares dos ‘tops’ de várias rádios nacionais e locais.

Dois anos depois, voltou com o lançamento de Agitar Antes de Usar, que inclui temas como – “Perto mais perto” e “Quando te falei de amor” que espelham uma busca intensa pela afirmação de uma identidade musical.

A confirmação dessa identidade, chegou em 2002, quando editou o terceiro álbum – André Sardet, homónimo, que mostra uma faceta muito pessoal e madura do músico.

Mas foi com Acústico que Sardet convenceu definitivamente o público português, em 2006, ao comemorar 10 anos de carreira, num álbum que revisita e atualiza as suas composições de maior sucesso, ao mesmo tempo que as aproxima da sua essência.

O álbum foi gravado em 2004, ao vivo e em formato acústico, no Teatro Académico de Gil Vicente, em Coimbra – de onde André Sardet é natural – e conta com 16 temas gravados sem rede, em tempo real e com total partilha com o público.

Poucas semanas depois de chegar ao mercado, ACÚSTICO alcançou o primeiro lugar do top de vendas nacional, onde permaneceu 55 semanas, 12 das quais em primeiro lugar. Entre 2006 e 2007, ultrapassou as 150 mil cópias vendidas e alcançou o galardão de sétima platina.

Leia AQUI a bio completa.

André Sardet, Ponto de Partida

André Sardet, Mundo de cartão

O ano 2022 celebra 25 anos de carreira e o regresso de um dos artistas mais reconhecidos do panorama musical português, André Sardet.

O seu novo álbum, “Ponto de Partida”, conta com a produção de Diogo Clemente e com a colaboração de Bianca Barros, Agir, Carolina Deslandes, Luís Oliveira, Jorge Palma e JJ Melo.

André Sardet juntou-se a Bianca Barros em “Pudesse Eu Mudar”, o primeiro single a ser revelado, e a Carolina Deslandes para reinventa ro aclamado single “Foi Feitiço”.

“Ponto de Partida” revela uma enorme vitalidade criativa e uma vontade de olhar para a frente e de explorar uma nova sonoridade. São, ao todo, 11 temas, dos quais 3 foram revisitados e reinventados. André Sardet continua, assim, a provar como a sua música atravessa gerações e o seu público se renova.

Álbuns

Imagens ‎(CD, Álbum) Mercury 532926-2, CD 532 926-2, MC 532 926-4 1996
Agitar Antes de Usar ‎(CD) Mercury 538 348-2 1999
André Sardet ‎(CD, Álbum) Polydor 017 834-2 2002
Acústico ‎(CD, Álbum+ DVD-V, PAL) Farol FAR62654 2006
Mundo de Cartão, 2 versões Farol 2008
Pára, Escuta e Olha ‎(CD, Álbum) Farol FAR 11164 2011
Pára, Escuta e Olha ‎(CD, Álbum+ DVD-V, PAL) Farol FAR 11764 2011
Perto Mais Perto ‎(CD, Single, Promo) Mercury PROMO 208 1998
Os Olhos da Manhã ‎(CD, Single) Mercury Promo 211 1998
O Céu do Nosso Amor ‎(CD, Single) Mercury Promo 217 1998
Foi Feitiço ‎(CD, Single, Promo) Polydor, Universal Music Portugal PROMO 19/02 2002
Músicas Para Bebés Nestlé ‎(CD, EP, Promo) Nestlé Portugal 2013
Agitar Antes De Usar + André Sardet ‎(CD, Álbum, RE + CD, Álbum, RE + Comp) Universal Music Portugal 0602527804101 2011
Grandes Êxitos ‎(CD, Comp) Universal 00602547535153 2016
Mundo de Cartão Ao Vivo ‎(DVD-V) Farol FAR93386 2008

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