Fundada por José Moças, a Tradisom, que em 2022 celebrou 25 anos, é a editora das tradições musicais em Portugal. Tem como principal objetivo a divulgação da Música tradicional portuguesa e de gravações portuguesas das primeiras décadas do século XX, com incidência no período de 1900 a 1940.

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repertório é o Conjunto de obras musicais e géneros tocados por um músico, banda Filarmónica ou outro agrupamento musical. No caso das filarmónicas, o repertório é constituído especialmente por marchas, rapsódias, hinos, fantasias e aberturas.

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As festas religiosas foram e são um dos contextos privilegiados de atuação das bandas filarmónicas, que tocam em arruada, em concerto e cedem elementos para a animação da missa da festa, mas também de coros e organistas.

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Baile designa uma reunião de pessoas para dançar, ao som de instrumentos ou agrupamentos instrumentais, promovida por coletividades diversas, em ambiente rural ou urbano.

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cancioneiro é um termo que designa um Conjunto de poemas destinados ao canto, com ou sem partitura, em formato impresso ou em outro suporte. “Ao longo do século XX, publicam-se cancioneiros com o objectivo de documentar a Música tradicional. Com cobertura regional, figuram: Jaime Lopes Dias (1937), Gonçalo Sampaio (1940), Vergílio Pereira (1950, 1957, 1959), António Marvão (1955), António Mourinho (1984), José Alberto Sardinha (2000). Com abrangência nacional, refiram-se: Armando Leça (1922, 1942), Michel Giacometti e Fernando Lopes Graça (1981).” (Salwa El-Shawan Castelo-Branco e Jorge Freitas Branco)

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chamarrita é uma dança tradicional originária do arquipélago dos Açores e da Ilha da Madeira, que foi levada por colonos para o Brasil, na segunda metade do século XVIII.

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charamba é uma dança popular do folclore açoriano e madeirense, ou uma cantiga popular da da Madeira, geralmente improvisada por homens e acompanhada a viola de arame.

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Os Zés Pereiras são grupos de percussionistas, geralmente homens, que se fazem acompanhar de caixas e bombos, martelando batidas marciais que se ouvem ao longe.

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tirana é uma dança, embora melodicamente seja do Sul, baila-se do Minho à Beira Litoral.

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chula rabela é, segundo César das Neves, uma dança “característica da província do Douro”, cuja coreografia consiste em duas filas de homens, ou até apenas dois homens, que se aproximam e recuam, dando saltos e reviravoltas, acompanhadas com estalinhos dos dedos e de vez em quando põem-se de cócoras. “No tempo das vindimas, a pisa da uva é geralmente feita ao compasso desta chula, que um rabequista contratado e um cantador e às vezes também uma cantadeira para os desafios, desempenham apalancados nos tonéis ou à beira dos lagares. Os instrumentos indispensáveis para uma festa chuleira são: rebeca, Viola, ferrinhos e tambor, podendo-se-lhe agregar indistintamente todos os demais de corda ou de sopro”.

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