Luiz Costa

Compositor português

Discografia

Música de Câmara ‎(CD, Álbum) Numérica NUM 1036 1995
Luiz Costa, Bruno Belthoise – Le Piano Portugais – O Piano Português ‎(CD) Disques Coriolan COR 330 0001 2000
Luiz Costa, Luís Pipa – Obras Para Piano ‎(CD, Álbum) Numérica NUM 1099 2001
Luiz Costa, Cláudio Carneyro, Sérgio Azevedo, Trio Pangea – Portuguese Piano Trios 1 ‎(CD, Álbum) Naxos 8.573402 2016

Luiz Costa, compositor português

Luiz Costa, compositor português

Rodrigo Cardoso

Rodrigo Cardoso nasceu em Cinfães em 1997. Ingressou em 2007 na Academia de Música de Castelo de Paiva, onde estudou clarinete com Victor Pereira e composição musical com Ruben Andrade.

Completou a licenciatura em composição musical em 2018 pela Escola Superior de Música de Lisboa, onde estudou com os compositores João Madureira, Luís Tinoco e António Pinho Vargas. Em 2015, obteve o 1º prémio do concurso de composição séc. XXI, em 2018, recebeu o Gold Award no concurso International Oskar Rieding Project, sediado na Eslovénia e em 2019, obteve o 2º Prémio do Prémio de Composição SPA/Antena2.

Em 2018, recebeu, por parte do Prémio Jovens Músicos e da Antena 2 – RTP, uma encomenda para escrever a peça obrigatória do concurso na categoria de clarinete.

Frequenta o mestrado em ensino da música da Escola de Artes da Universidade de Évora, onde estuda com o compositor Christopher Bochmann.

Discografia

Lux et Umbra é um registo discográfico dedicado à Música Contemporânea Portuguesa para Clarinete, por Frederic Cardoso com obras de André Rodrigues, Bernardo Lima, João F. Ferreira, Luís Neto da Costa, Rodrigo Cardoso e Rúben Borges, edição Artway Records.

Rodrigo Cardoso

Rodrigo Cardoso

Luís Neto da Costa

Luís Neto da Costa é compositor, professor, investigador e maestro.

Em 2017 foi um dos artistas residentes na Casa da Música, para a qual compôs três obras, uma estreada pelo Remix Ensemble, dirigido por Peter Rundel, e outra pela Orquestra Sinfónica do Porto, dirigida por Baldur Brönnimann. Teve encomendas de instituições como a Associação Portuguesa de Compositores, a Arte no Tempo e a Antena 2. A sua música já foi tocada em várias salas de concerto portuguesas e em Madrid, Valencia, Milão, Bordéus, Larissa, Monterrey e Rio de Janeiro.

Como compositor, conta com oito prémios e menções: Vencedor da Categoria B do Prémio Internacional de Composição Pedro de Araújo 2022; Prémio Ibermúsicas de Composição e Estreia de Obra 2022; Vencedor da Categoria B do Prémio Internacional de Composição – Órgãos do Palácio Nacional de Mafra; 2º Prémio na 5ª Edição do Concurso de Composição Folefest; Prémio Conjunto de compositores e flautistas no “Flute: Hands on Research 2018”; 2º Prémio no Concurso de Composição para Orquestra de Sopros Juvenil Município de Lousada; Menção Honrosa no Prémio de Composição Casa da Música / ESMAE no Dia Mundial da Música 2015; e Menção Honrosa na 4ª Edição do Concurso de Composição SPA/Antena 2.

Neto da Costa tem colaborado com alguns intérpretes como Frederic Cardoso, Clara Saleiro, Henrique Portovedo e Batista Júnior. Destas colaborações resultaram duas obras incluídas nos álbuns “LUX ET UMBRA”, editado pela Artway Records, e “Mixed Dialogues” de Frederic Cardoso e comunicações, com e sem performance, em várias conferências internacionais. Através do apoio Garantir Cultura 2021, a Arte no Tempo realizou um documentário sobre a colaboração e a gravação da uma obra composta para o seu ensemble residente, o ars ad hoc.

Licenciou-se em Composição na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo (ESMAE), tendo estudado com Dimitris Andrikopolous, Eugénio Amorim, Filipe Vieira, Rui Penha, Daniel Moreira, Carlos Azevedo, entre outros, e tornou-se Mestre em Ensino de Música na Universidade de Aveiro, orientado por Isabel Soveral e Evgueni Zoudilkine.

Participou em classes de aperfeiçoamento com Pierluigi Billone no Festival CROMA 2021 (Portugal), com Luis Naón no 3º Festival de Música Contemporânea de Évora (Portugal), com Franck Bedrossian e Nicolas Tzortis no IlSUONO Contemporary Music Week (Itália) e com Clemens Gadenstätter e Dimitri Papargeorgiou no OutHear New Music Week (Grécia). Neste último curso, uma obra sua foi tocada pelo Klangforum Wien. Teve contactos com Luca Francesconi e Unsuk Chin em seminários e uma aula com Harrisson Birtwistle por ocasião da sua residência na Casa da Música.

Neto da Costa também é aficionado pela direção. Já dirigiu vários recitais de jovens compositores e gravou um disco com o Ensemble de Música Contemporânea da ESMAE. Salienta-se a participação na Masterclass Internacional de Direção orientada por Peter Rundel, onde teve a oportunidade de dirigir o Remix Ensemble, bem como a frequência de outras masterclasses com Jean-Marc Burfin, Artur Pinho Maria e Pedro Neves.

Leciona Análise e Técnicas de Composição.

Prémios

Vencedor da Categoria B do Prémio Internacional de Composição Pedro de Araújo 2022
Prémio Ibermúsicas de Composição e Estreia de Obra 2021
Vencedor da Categoria B do Prémio Internacional de Composição – Órgãos do Palácio Nacional de Mafra
2º Prémio na 5ª Edição do Concurso de Composição Folefest
Prémio Conjunto de compositores e flautistas no “Flute: Hands on Research 2018”
2º Prémio no Concurso de Composição para Orquestra de Sopros Juvenil Município de Lousada
Menção Honrosa no Prémio de Composição Casa da Música / ESMAE no Dia Mundial da Música 2015
Menção Honrosa na 4ª Edição do Concurso de Composição SPA/Antena 2

Discografia

“texturas de sombra” para clarinete baixo e eletrónica : : : Álbum “LUX ET UMBRA” de Frederic Cardoso, editado pela Artway Records
“E é sempre melhor o impreciso que embala do que o certo que basta” para clarinete : : : Álbum “Mixed Dialogues” de Frederic Cardoso

Luís Neto da Costa, compositor

Luís Neto da Costa, compositor

João F. Ferreira

João Filipe Martins Ferreira licenciou-se em Composição na Escola Superior de Música Artes e Espectáculo, onde concluiu também o Mestrado em Composição e Teoria Musical com Dimitris Andrikopoulos e Eugénio Amorim. Tem o Mestrado em Ensino de Música na Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa (Porto) e a Licenciatura em Formação Musical pela Escola Superior de Artes Aplicadas (Castelo Branco).

Frequentou classes de aperfeiçoamento com Jonathan Harvey, Kaija Saariaho, Marko Ciciliani, Pascal Dusapin, entre outros. Foi admitido no ENOA Project (European Network of Opera Academies) na Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa), com orientação de Luca Francesconi, onde estreou a obra Wolf_Gang.

João F. Ferreira é professor de Análise e Técnicas de Composição no Conservatório de Música do Porto e na Artâmega – Academia das Artes do Marco de Canaveses.

Discografia

Entre as suas obras estreadas destacam-se Dominó, apresentada numa leitura pela Orquestra Sinfónica Portuguesa Casa da Música, Unwanted estreada pelo Grupo de Música Contemporânea de Lisboa e Hunga Mate, estreada pelo Ensemble I&D.

A sua obra False Entropy foi gravada no CD Press the Keys pelo clarinetista Frederic Cardoso.

Lux et Umbra, registo discográfico “Lux et Umbra”, dedicado à Música Contemporânea Portuguesa para Clarinete, por Frederic Cardoso com obras de André Rodrigues, Bernardo Lima, João F. Ferreira, Luís Neto da Costa, Rodrigo Cardoso e Rúben Borges, edição Artway Records.

Bernardo Lima

Natural de Angeja, Albergaria-a-velha, Bernardo Lima iniciou os estudos musicais aos 11 anos.

É Mestre em Composição e Teoria Musical pela Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (2017), instituição na qual também concluiu a licenciatura em Composição (2015), e Mestre em Ensino da Música – ATC pela Universidade de Aveiro (2020) com dissertação avaliada com nota máxima.

Foi aluno dos professores Eugénio Amorim, Fernando Lapa, Filipe Vieira, Dimitris Andrikopoulos, Pedro Santos e Evgueni Zoudilkine.

Em 2012 obteve a Menção Honrosa no Concurso “Prémio de Composição Séc. XXI – Gustav Mahler” com a obra Pensamentos na categoria de música de câmara (prémio não atribuído).

Em 2015 foi finalista do Prémio de Composição Casa da Música/ESMAE com a obra “Toccata em Fuga Panorâmica” para 200 instrumentistas, dirigida pelo maestro Pedro Neves e gravada para a RTP/Antena 2.

Em 2021 foi premiado com o 2º prémio no VIII Concurso de Composição da Banda Sinfónica Portuguesa, com a obra “Water Drop”.

Discografia

As obras para clarinete solo: “Mixed Dialogues” e “Ékleipsis” fazem parte de trabalhos discográficos do clarinetista Frederic Cardoso (2018 e 2020). A sua obra consta ainda do registo “Lux et Umbra”, dedicado à Música Contemporânea Portuguesa para Clarinete.

Bernardo Lima, compositor

Bernardo Lima, compositor

André Rodrigues

André Rodrigues nasceu em Espinho em 1978. Em 1998 foi admitido na Universidade de Aveiro, concluindo em 2005 a Licenciatura em Composição, via ensino.

Estudou com os professores Tomás HenriquesJoão Pedro Oliveira, Evgueni Zoudilkine, Sara Carvalho, Helena Santana e Isabel Soveral. No mesmo ano foi admitido no Mestrado em Composição, concluído em Novembro de 2008 com a dissertação “A Micropolifonia como Linguagem Básica e Estrutural nos Processos Composicionais” sob a orientação de Sara Carvalho.

Discografia

André Rodrigues é um dos compositores do CD “Lux et Umbra”, dedicado à Música Contemporânea Portuguesa para Clarinete, por Frederic Cardoso, edição Artway Records.

André Rodrigues, compositor

André Rodrigues, compositor

Ensemble Bonne Corde

Fundado em 2009, o Ensemble Bonne Corde dedica-se ao estudo e revelação de música antiga, reunindo um grupo flexível e variado de instrumentistas apaixonados pelas práticas interpretativas historicamente informadas. Sob a direcção artística da violoncelista e investigadora Diana Vinagre, o grupo especializa-se em repertório setecentista no qual o violoncelo ocupa um lugar de destaque, tanto no contexto da música instrumental como vocal, enquanto instrumento obligatto. Neste contexto evidencia-se a descoberta e recuperação de várias obras em estreia moderna do repertório sacro português do período clássico nas quais é explorada uma inovadora utilização dos instrumentos de baixo contínuo, tendo sido este o tema central do trabalho de doutoramento de Diana Vinagre.

Destacam-se dois projectos de gravação para a prestigiada etiqueta belga Ramée/Outhere – a integral das Lamentações para a Semana Santa do compositor belga J.-H. Fiocco com os solistas Ana Quintans, Ana Vieira Leite e Hugo Oliveira, com lançamento em 2022, e a estreia discográfica absoluta dos Concerti grossi de António Pereira da Costa (ca. 1697-1770), a única obra conhecida do género no contexto português tendo este sido um projecto financiado pela Fundação GDA e pelo Ministério da Cultura – DgArtes, prevista em Maio de 2023.

Entre os projectos recentes sublinha-se também a participação do grupo no XXXVII Ciclo de Cámara con los Stradivarius de la Colección Real (Madrid, 2021), onde Diana Vinagre teve oportunidade de tocar no prestigiado violoncelo Stradivarius 1700 da colecção do Património Nacional espanhol, sendo a primeira mulher a apresentar-se em concerto neste instrumento.

Discografia

Ensemble Bonne Corde, Diana Vinagre, Ana Quintans, Ana Vieira Leite, Hugo Oliveira Joseph Hector Fiocco Lamentationes Hebdomadœ Sanctœ ‎(2xCD)

Ensemble Bonne Corde, Joseph-Hector Fiocco

Paulo Vicente

Discografia

  • Nepaulo

Viagem sónica ao coração (bucólico e urbano) do Nepal, “Nepaulo”, editado pelo selo Combustão Lenta Records, é o primeiro longa-duração em nome próprio assinado por Paulo Vicente.

Com uma palete espectral que nos atira diretamente para as ruas, estradas e caminhos percorridas pelo próprio Paulo, “Nepaulo” pode-se resumir como um retrato em tempo real onde se vislumbram todos os sons, cores e cheiros de uma caminho muito mais longo.

Misturado e produzido em Lisboa por Paulo Vicente e Vítor Rua e masterizado por Rua a partir das gravações de campo de Vicente, este trabalho é um retrato sónico intemporal, evocativo e profundamente espiritual.

“Nepaulo” é o segundo lançamento da Combustão Lenta Records.

Paulo Vicente, Nepaulo

Ana Ferraz

Soprano portuguesa

Álbuns

Ana Ferraz, Alexandra Do Ó, Segréis de Lisboa, Manuel Morais – Música Na Corte De D. João V – Cantatas Humanas A Solo E A Duo 2 versões Movieplay 1997
Ana Ferraz, António Costa, Gabriela Canavilhas – Vocalizos… – Música Portuguesa Do Séc. XX ‎(CD, Álbum) Movieplay MOV. 3-11050 1997
Elsa Saque, Ana Ferraz, Carlos Guilherme, António Wagner Diniz, Armando Vidal – Casablanca – Os Êxitos Da Broadway ‎(CD, Álbum) Exito Estudio EXIT CD 98015 1998

Fonte: Discogs

Ana Ferraz, soprano

D. Pedro de Cristo

D. Pedro de Cristo (1545/1550 – Coimbra, 1618) foi um compositor português da Renascença, um dos mais importantes polifonistas dos séculos XVI-XVII. Passou a maior parte da vida em Coimbra, no Mosteiro de Santa Cruz, onde tomou hábito em 1571, embora tivesse estado também no Mosteiro de São Vicente de Fora, em Lisboa, da mesma congregação.

Mestre de capela do mosteiro, cargo de que foi titular a partir de 1597, Dom Pedro de Cristo foi ao mesmo tempo professor de música, cantor e tangedor de vários instrumentos, nomeadamente de Tecla, harpa e flauta.

Dom Pedro de Cristo – cujo nome secular era Domingos – pode ser considerado um dos maiores polifonistas do século XVI no domínio da Música religiosa. Deixou uma vasta obra vocal polifónica de 3 a 6 vozes, compreendida por inúmeros motetos, responsórios, salmos, missas, hinos, paixões, lamentações, versos aleluiáticos, cânticos e vilancicos espirituais.

Pouco conhecido, em virtude da sua obra não ter sido ainda publicada na quase totalidade, é possível, todavia, avaliar da qualidade e número das suas obras através do que foi publicado sobre ele por Ernesto Gonçalves de Pinho, com alguns dados biográficos inéditos e uma informação valiosa sobre as obras, ainda manuscritas deste frade crúzio.

As informações que nos chegaram sobre ele dizem respeito à Crónica da Fundação de S. Vicente de Fora da Cidade de Lisboa, da autoria de D. Marcos da Cruz e ao “Rol dos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho” da autoria de D. Gabriel de Santa Maria.

Obra

Das cerca de 220 peças musicais que compõem a totalidade da sua obra, apenas uma dúzia e meia foi publicada em notação musical atual. Elaboradas com simplicidade e elegância, inspiradas ou não na temática gregoriana, mantendo, por um lado, aquela técnica rigorosa herdada da maneira de compor quatrocentista de influência flamenga, conseguiu, por outro lado, libertar-se dos apertados esquemas de imitação nas linhas melódicas, de forma a produzir um contraponto de construção sóbria afastada dos grandes efeitos, mas que realça com clareza a palavra do texto sagrado.

As suas composições encontram-se maioritariamente na Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra nos Manuscritos Musicais (MM) n.º 8, 18, 33 e 36, bem como nos MM n.º 26 e MM n.º 53. Estes dois últimos MM com peças anónimas, e de atribuição estilística, tal como é o caso, também, do MM L.C.57 da Biblioteca Nacional de Portugal.

As obras de Dom Pedro de Cristo conservam todo o elevado sentido espiritual da oração cantada dirigida a Deus, em que a profunda religiosidade e o simbolismo cristão de inspiração humanista se moldam na perfeição formal da polifonia do Renascimento.

Fonte: Wikipédia

Álbuns

Palestrina / D. Pedro De Cristo – Coral Stella Vitae, António Leitão – Canto Gregoriano / Polifonia ‎(LP) Alvorada ALV 98 22 1980
D. Pedro de Cristo, Madrigalistas De Lisboa, Fernando Eldoro – Obras Vocais Religiosas ‎(LP) EMI 1775061 1983
Choers De La Fondation Gulbenkian, Olga Violante Et Pierre Salzmann – Estevao Lopes Morago, D. Pedro De Cristo, Frei Cardoso – Musique Portugaise Polyphonique ‎(LP, Álbum) Philips 835.771 LY

Fonte: Discogs

D. Pedro de Cristo

D. Pedro de Cristo, Lvsitana Mvsica