Marco Figueiredo

Marco Figueiredo estudou Piano e Composição no Conservatório de Música de Coimbra. Durante esse tempo participa em inúmeros workshops com nomes como Myra Meldford, Tânia Achot e Aaron Goldberg, entre outros.

Estudou na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo.

Participou na colectânea Movimentos Perpétuos – Música para Carlos Paredes, com uma composição sua e onde participaram também António Pinho Vargas, Carlos Bica e Mário Laginha, entre outros.

É pianista do projecto Trilhos, que desenvolve um trabalho de divulgação da guitarra portuguesa, e com o qual já actuou em diversos palcos em Portugal e no estrangeiro.

Dedica-se também à música para cinema, e compôs para alguns filmes e documentários tais como Laura Soveral e Um funeral à chuva.

Outras Viagens foi o seu primeiro disco.

Compilações

Vários – Movimentos Perpétuos | Música Para Carlos Paredes 2 versões Polydor, EMI Music Portugal 2003

Marco Figueiredo, piano, jazz

Marco Figueiredo, piano, jazz

Nuno Costa

Nuno Costa é um guitarrista jazz de Sintra, Portugal. Nasceu em 1980 e começou a tocar guitarra aos 15 anos. Em 1998 prosseguiu os estudos musicais na Academia de Amadores de Música. Posteriormente, ingressou na escola do Hot Clube de Portugal, tendo em 2002 recebido uma bolsa de estudo para a conclusão dos seus estudos. Em 2003, novamente como bolseiro, prosseguiu a formação na Berklee College of Music, tendo terminado o curso de Film Scoring em 2005.

Em 2021 concluiu com distinção e louvor o Doutoramento em Artes na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.

Em 2009 grava o seu primeiro disco, “(…) – Reticências entre Parênteses”, para a editora Tone of a Pitch: «Com a sua estreia em disco, Nuno Costa afirma-se como um interessante guitarrista e, acima de tudo, como um dos grandes compositores do nosso jazz (…) Este disco revela um projecto original e ambicioso… Uma obra coesa, de enorme coerência e francamente apelativa.» (Paulo Barbosa).

Em 2012 lançou o álbum “All Must Go” para a mesma editora: «Packed with solid and imaginative writing, played by a group of amazing improvisers, All Must Go is a dazzling musical experience that should not be missed by anyone interested in modern jazz.» (Paulo Barbosa).

“Detox” foi lançado em 2015 e amplamente mencionado na imprensa especializada internacional. Segundo Mário Laginha: «Dá prazer ouvir e nunca é previsível. Não sinto que seja preciso pedir mais de um disco.»

“À Deriva” (2017) é o seu 4º disco enquanto líder e o primeiro de Saga Cega, um projecto com o qual se afasta dos domínios do jazz e que conta com um reconhecido elenco da cena artística nacional: «Em “À Deriva” [Nuno Costa] afastou-se do jazz, mas não perdeu o norte. Nele participam Rita Maria, Tatanka e Cristina Branco.» (Pedro Esteves). NoA é outra das formações por si liderada. O grupo foi criado em 2012, mantendo-se desde então sempre activo na cena do jazz em Portugal, com concertos na Casa da Música, no Hot Clube, no Jimmy Glass e em diversos festivais de jazz de Norte a Sul.

2020 é o ano de “Evidentualmente”, disco editado em vinil por este Trio e nomeado para os Prémios Play: «NoA: o Trio à vista desarmada estreia-se em disco.» (Andreia Monteiro).

O álbum “Cenas de Uma Vida no Bosque”, editado em 2021, foi gravado por um septeto. Trata-se de uma suite dividida em cinco partes e é também o resultado da componente prática da sua tese de doutoramento.

“Concavexo”, de 2022, é o segundo disco do Trio NoA: «Aparentemente indolente, “Concavexo” revela-se um sublime exercício de imersão no amplo universo sónico dos NoA. Fusão, rock, pop e (vamos dizê-lo) “Kid A”.» (Nero). O álbum conta ainda com a participação de Rão Kyao.

Nuno Costa conta ainda com um projecto de “Filme/Concerto” e em parceria com o pianista Óscar Graça compõe uma nova banda sonora para alguns dos mais emblemáticos filmes mudos da história do cinema. Este projecto tem participação assídua em vários festivais de cinema nacionais, destacando-se o Ciclo Invicta.Música.Filmes na Casa da Música, Fike, Faial Filmes Fest, Encontros de Viana, entre muitos outros. Paralelamente a este projecto, trabalha regularmente com realizadores, compondo música para os mais diversos formatos.

É docente da Licenciatura em Jazz e Música Moderna e do Mestrado em Musicoterapia da Universidade Lusíada de Lisboa.

Discografia

2009 – “Reticências entre Parênteses”, Tone of a Pitch, de Nuno Costa.

2010 – “Depois de Alguma Coisa”, Ed. de Autor, de Gonçalo Prazeres.

2011 – “Au Chellah 2011”, Edição comemorativa do Festival de Jazz de Rabat, Marrocos, com a participação especial de músicos Gnawa.

2012 – “All Must Go”, Tone of a Pitch, de Nuno Costa.

2013 – “Fuse”, Ed. de Autor, de QuadQuartet.

2014 – “Silk”, Tone of a Pitch, de Loft.

2015 – “Detox”, Ed. de Autor, de Nuno Costa.

2016 – “Snapshot”, Ed de Autor, de Gonçalo Prazeres

2017 – “A Dança dos Pássaros”, Edições HCP, de Orquestra do Hot Clube de Portugal

2017 – “À Deriva”, Ed. de Autor, de Saga Cega

2017 – “E Depois…”, Ed. de Autor, de Pedro Nobre

2020 – “Evidentualmente”, Ed. de Autor, de NoA

2021 – “Faro Oeste”, Roda Music Label, de Luís Cunha

2021 – “Cenas de Uma Vida no Bosque”, Ar Líquido, de Nuno Costa

2022 – “Concavexo”, Ar Líquido, de NoA

2022 – “Living Tides”, Ed. de Autor, de Pedro Nobre

2023 – “TBA”, Edições HCP, de Orquestra do Hot Clube de Portugal + John Hollenbeck

Fonte: Nuno Costa

Miguel Mira

Miguel Mira é um arquitecto, pintor e professor universitário e contrabaixista português. Utilizou o baixo eléctrico e a guitarra baixo acústica e centrou-se nos últimos anos no violoncelo, afinando este em quartas como um contrabaixo e utilizando-o, regra geral, com essas funções.

Um veterano nas lides do jazz (com episódicas incursões pelos blues e pelo rock), tendo percorrido praticamente todas as suas tendências desde o “mainstream” ao free e à música livremente improvisada, com passagem pela fusão, tocou com músicos nacionais tão diversos quanto Emílio Robalo, Celso de Carvalho, António Ferro, Armindo Neves, Carlos “Zíngaro”, Paulo Curado, Ernesto Rodrigues, Abdul Moimême e Rodrigo Pinheiro.

Joe McPhee, Evan Parker, Jeb Bishop, Scott Fields, Joe Giardullo e Patrick Brennan são algumas das figuras internacionais com quem já partilhou palcos ou estúdios.

Integra o Rodrigo Amado Motion Trio e tem um Duo com o também violoncelista Ulrich Mitzlaff.

Fonte: Jazz.pt

Discografia

Álbuns

Rodrigo Amado, Miguel Mira, Gabriel Ferrandini : Motion Trio – Motion Trio ‎(CD, Álbum) ((European Echoes 004 2009
Ulrich Mitzlaff / Miguel Mira – Cellos ‎(CD, Álbum) Creative Sources CS 174 cd 2010
Paulo Chagas, João Pedro Viegas, Fernando Simões, Miguel Mira – Quartet Session N˚1 ‎(CDr, Álbum) Ilse ILAR006 2011
Chagas, Chagas & Mira – Trio Improvisations ‎(4xFile, MP3, 320) Zpoluras Archives none 2012
Jari Marjamäki, Miguel Mira, Luís Vicente, Rita Maria – Untitled ‎(3xFile, FLAC) Unload. none 2013
Hilaria Kramer, Miguel Mira, João Madeira – Sopa Da Pedra 2 versões Unit Records 2015
Ernesto Rodrigues, Guilherme Rodrigues, Miguel Mira, Nuno Torres, Eduardo Chagas, António Chaparreiro, Rodrigo Pinheiro, Carlos Santos, José Oliveira – Jadis La Pluie Était Bleue ‎(CD, Álbum) Creative Sources CS 300 CD 2015
Thanos Chrysakis, Ernesto Rodrigues, Abdul Moimême, Guilherme Rodrigues, Miguel Mira – Εξαíφνηs ‎(CD, Álbum) Creative Sources CS 310 CD 2015
Harald Kimmig, Ernesto Rodrigues, Miguel Mira, Guilherme Rodrigues, Vasco Trilla – Blattwerk ‎(CD, Álbum) Creative Sources CS 436 CD 2017
Ernesto Rodrigues, Fred Lonberg-Holm, Miguel Mira – Incidental Projections ‎(CD, Álbum) Creative Sources CS 427 CD 2017
Ernesto Rodrigues, Yedo Gibson, Miguel Mira, Luis Lopes, Vasco Trilla – Nepenthes Hibrida ‎(CD, Álbum) Creative Sources CS 444 CD 2017
Matthias Muche, Ernesto Rodrigues, Nicola L. Hein, Miguel Mira, Carlos Santos – Klang ‎(CD, Álbum) Creative Sources CS 449 CD 2017
Thanos Chrysakis, Ernesto Rodrigues, Guilherme Rodrigues, Abdul Moimême, Miguel Mira – Micrographía = Μικρογραφία ‎(CD, Álbum) Creative Sources CS 477 CD 2017
Colectivo maDam, Ernesto Rodrigues, Miguel Mira – Coluro ‎(CD, Álbum) Creative Sources CS 513 CD 2018
Ernesto Rodrigues, Guilherme Rodrigues, Miguel Mira, Carlos Santos – Penedo ‎(CD, Álbum) Creative Sources CS 516 CD 2018
Ernesto Rodrigues, Maria do Mar, Guilherme Rodrigues, Helena Espvall, Miguel Mira, Hernâni Faustino, Alvaro Rosso, Gianna de Toni, Miguel Almeida, Abdul Moimême, Biagio Verdolini, Andrew Drury – Sul ‎(CD, Álbum, Ltd) Creative Sources CS 534 CD 2018
Pedro Sousa / Miguel Mira / Afonso Simões: Rajada – Rajada ‎(CD, Álbum) Multikulti Project MPSMT 006 2018
Ernesto Rodrigues, Guilherme Rodrigues, Miguel Mira, Anna Piosik, Carlos Santos – Eris ‎(CD, Álbum) Creative Sources CS 558 CD 2018
Harald Kimmig, Ernesto Rodrigues, Miguel Mira, Guilherme Rodrigues, Alvaro Rosso, Vasco Trilla – Zweige ‎(CD, Álbum) Creative Sources CS 497 CD 2018
Leblanc • Gibson • Vicente • Mira • Ferreira Lopes – Double On The Brim ‎(CD) atrito-afeito atrito-afeito 011 2019
Emilie Škrijelj, Ernesto Rodrigues, Miguel Mira, Tom Malmendier – Lluvia ‎(CD, Álbum, Ltd) Creative Sources CS 640 CD 2020
Ernesto Rodrigues, Miguel Mira, Nuno Torres – Setúbal ‎(CD, Álbum, Ltd) Creative Sources CS 647 CD 2020
Patrick Brennan, Maria do Mar, Ernesto Rodrigues, Miguel Mira, Hernâni Faustino, Abdul Moimême – The Sudden Bird Of Waiting ‎(CD, Álbum, Ltd) Creative Sources CS 674 CD 2020
Ernesto Rodrigues, José Lencastre, Miguel Mira, Hernâni Faustino, João Lencastre – Affinity Suite ‎(CD, Álbum, Ltd) Creative Sources CS 742 CD 2022
Ernesto Rodrigues, Miguel Mira, Miguel Almeida, João Silva, Bruno Parrinha, José Lencastre, Luisa Gonçalves, José Oliveira – Spiegel III ‎(CD, Álbum, Ltd) Creative Sources CS 760 CD 2022
Carlo Mascolo, Miguel Mira, Marcello Magliocchi – Bridge In The Dark ‎(CD, Álbum) FMR Records FMRCD638-0822 2022

Miscelâneas

Sebastian Maschat & Miguel Mira – Untitled ‎(2xFile, MP3, VBR) Sabaduos Podcast #2 2012

Fonte: Discogs

Miguel Mira, créditos Nuno Martins

Miguel Mira, créditos Nuno Martins

Jorge Reis

Jorge Reis foi um saxofonista jazz português que tocou com Bruno Santos Ensemble, Lisbon Underground Music Ensemble, Septeto de Tomás Pimentel e Sexteto de Jazz de Lisboa. Morreu em 2014, aos 55 anos.

Discografia

Álbuns

Pueblos ‎(CD, Álbum) Tone Of A Pitch TOAP004 2003
Pedro Moreira, Jorge Reis, André Fernandes, Nelson Cascais, Bruno Fernandes – T.O.A.P. Colectivo (Volume I) ‎(CD, Álbum) Tone Of A Pitch TOAP016 2006
Histórias de Jazz em Portugal ‎(CD, Álbum) Hot Clube de Portugal, Centro Cultural Vila Flor, Antena 2 2018

Fonte: Discogs

Jorge Reis, saxofonista jazz

Jorge Reis, saxofonista jazz

Luís Lopes

Avesso a qualquer linearidade, o idiossincrático Luís Lopes, músico ligado ao Jazz, música improvisada e experimental, tem vindo a construir a sua carreira, uma história simples e singular, caracterizada por uma voz única, livre de espartilhos, laços formais ou constrangimentos e maneirismos quanto implicações estilísticas estritas. Ele é um não seguidor, experimenta a si mesmo por meio de paradoxos. Invoca ensinamentos seguindo padrões de subversão para qualquer possibilidade de ideia pré-estabelecida.

Dirigindo grupos multi-internacionais, especialmente Humanization 4tet (com o português Rodrigo Amado e os texanos Aaron e Stefan Gonzalez), Lisbon Berlin Trio (com os alemães Christian Lillinger e Robert Landfermann), para além dos seus discos altamente recomendados, Luis Lopes está a crescer como artista internacional, tocando em festivais e locais importantes não só em Portugal, mas também na Europa e nos Estados Unidos da América.

Com formação em rock/punk e blues, enquanto estudava em escolas clássicas e de rock locais, iniciou os estudos de Jazz na Hot Club Portugal School e posteriormente foi finalista na Escola de Jazz do Barreiro/Lisboa. Em seguida, fez estudos com o saxofonista Joe Giardullo que lhe abriu as portas da complexidade da harmonia do jazz moderno através do “Lydian Chromatic Concept of Tonal Organization” de George Russell, mergulhando Lopes no mundo da música improvisada e experimental, sem descuidar do seu fascínio pela distorção e feedbacks de guitarra, expressos em diferentes incursões na música barulhenta, ao mesmo tempo em que canaliza energias para projetos onde ele possa desenvolver as suas habilidades de composição.

Luís Lopes tocou e/ou gravou com diversos artistas ligados ao jazz e música improvisada, como Noel Akchoté, Christian Lillinger, Robert Landfermann, Marco Von Orelly, Marc Unternahrer, Adam Lane, Igal Foni, Floros Floridis, Joe Giardulo, Harvey Sorgen, Benjamin Duboc, Phill Niblock, Ernesto Rodrigues, Paulo Curado, Sei Miguel, Rodrigo Amado, Hernâni Faustino, Gabriel Ferrandini, Rodrigo Pinheiro, Miguel Mira, Aaron Gonzalez, Stefan Gonzalez, Dennis Gonzalez, Elliot Levin, Alfred Hart, Daniel Levin, Reuben Radding, Daniel Carter, Jeb Bishop, Josh Abrams, Jean-Luc Guionnet, Samuel Blaser, Boris Hauf, Evan Parker, entre muitos outros.

Fonte: Luís Lopes

Discografia

Álbuns

Luís Lopes – Adam Lane – Igal Foni – What Is When ‎(CD, Álbum) Clean Feed CF146CD 2009
Noise Solo At ZDB Lisbon ‎(LP, Ltd) LPZ 001LPZ 2013
Luís Lopes / Jean-Luc Guionnet – Live At Culturgest ‎(CD, Álbum) Clean Feed CF352CD 2015
Parrinha / Lopes / Jacinto – Garden ‎(CD, Álbum) Clean Feed CF369CD 2016
Love Song ‎(LP, Álbum) Shhpuma SHH025LP 2016
Luis Lopes, Fred Lonberg-Holm – The Pineapple Circumstance ‎(CD, Álbum) Creative Sources CS 370 CD 2016
Ernesto Rodrigues, Yedo Gibson, Miguel Mira, Luis Lopes, Vasco Trilla – Nepenthes Hibrida ‎(CD, Álbum) Creative Sources CS 444 CD 2017
Albert Cirera, Hernâni Faustino, Luís Lopes, Vasco Furtado – Temple Of Doom ‎(5xFile, FLAC, Álbum) Discordian Records (2) none 2017
Ernesto Rodrigues, Guilherme Rodrigues, Bruno Parrinha, Luis Lopes, Vasco Trilla – { Lithos } ‎(CD, Álbum) Creative Sources CS 526 CD 2018
Julien Desprez / Luís Lopes – Boa Tarde ‎(LP, Álbum) Shhpuma SHH041LP 2018
Love Song: Post-Ruins ‎(CD, Álbum) Shhpuma SHH050CD 2019
Lisbon String Trio & Luis Lopes – Isotropy ‎(CD, Álbum, Ltd) Creative Sources CS 662 CD 2020
Lonberg-Holm – Lopes – Solberg – Hullabaloo ‎(CD, Álbum) Multikulti Project MPSMT 021 2020
Luís Lopes Love Song . Emmentes ‎(CD, Álbum) Shhpuma SHH069CD 2021
Gonçalo Almeida, Luís Lopes, Phillip Ernsting – Misanthrope ‎(CD, Álbum, Ltd) Subcontinental Records SCR051 2021
Lisbon Paris (Stereo Noise Solo) ‎(CD, Álbum) Shhpuma SHH081CD 2023

Singles & EPs

Luís Lopes & Noël Akchoté – Variety ‎(9xFile, MP3, EP, 320) Noël Akchoté Downloads VTY-2 2014

Miscelâneas

Luís Lopes / Hernani Faustino / José Bruno Parrinha – Untitled ‎(2xFile, MP3, 320) Unload. 2013
Almeida, Lopes, Smal – Out Room ‎(3xFile, MP3, 320) Cylinder Recordings (3) CR015 2016
Ilia Belorukov, Luís Lopes, Konstantin Samolovov / Albert Cirera, Dmitry Lapshin, Ramón Prats – Split ‎(Cass) Spina!Rec sr032 2017

Fonte: Discogs

Luís Lopes, guitarra, jazz, créditos Nuno Martins

Luís Lopes, guitarra, jazz, créditos Nuno Martins

José Lencastre

José Lencastre é um saxofonista português que já partilhou o palco com músicos como Carlos Zingaro, Sei Miguel, Rodrigo Amado, Ernesto Rodrigues, Miguel Mira e na cena internacional,  Peter Evans, Susan Alcorn, Raoul Van der Weide, Onno Govaert, Clara Lai, Miguel Petruccelli, Aleksandar Scoric, Bart Maris, John Dikeman, Ziv Taubenfeld, Albert Cirera, Zbgniew Kozera, Vasco Trilla.

Discografia 

Álbuns

José Lencastre, Jorge Nuno, Pedro Santo – 08.30/18.09/10.10/10.18 ‎(CD, Álbum) Creative Sources CS 474 CD 2017
José Lencastre, Raoul Van der Weide, Onno Govaert – Spirit In Spirit Live At Zaal 100 ‎(CD, Álbum) FMR Records FMRCD547-0719 2019
Hernani Faustino, João Sousa, Jorge Nuno, José Lencastre – ākāśa ‎(12xFile, MP3, WAV) Partícula prtcl013 2020
José Lencastre, Jorge Nuno, Felipe Zenícola, João Valinho – Anthropic Neglect ‎(CD, Álbum) Clean Feed CF551CD 2020
José Lencastre, Hernâni Faustino, Vasco Furtado – Vento ‎(CD, Álbum) Phonogram Unit PU1CD 2020
José Lencastre, Hernâni Faustino, Vasco Furtado – Forces In Motion ‎(CD, Álbum, Ltd) Phonogram Unit PU9CD 2021
Felipe Zenícola, José Lencastre, João Valinho – Magma ‎(CD, Álbum) FMR Records  FMRCD635-0422 2022
Ernesto Rodrigues, José Lencastre, Miguel Mira, Hernâni Faustino, João Lencastre – Affinity Suite ‎(CD, Álbum, Ltd) Creative Sources CS 742 CD 2022
Common Ground ‎(CD, Álbum, Ltd) Phonogram Unit PU10CD 2022
Ernesto Rodrigues, Miguel Mira, Miguel Almeida, João Silva, Bruno Parrinha, José Lencastre, Luisa Gonçalves, José Oliveira – Spiegel III ‎(CD, Álbum, Ltd) Creative Sources CS 760 CD 2022

Miscelâneas

Hernani Faustino, João Sousa, Jorge Nuno, José Lencastre – Derdeba ‎(14xFile, MP3, WAV) Partícula prtcl014 2020
João Sousa, José Lencastre – Free Speech 4 versões Partícula 2021

José Lencastre, saxofonista jazz

José Lencastre, saxofonista jazz

Paulo Santo

Paulo Santo nasceu em Leiria e aos 12 anos escolheu a bateria. A sua formação iniciou-se no Conservatório local, onde estudou Percussão e frequentou uma classe de improvisação.

Depois de um ateliê com Carlos Barretto e de um curso do Hot Clube de Portugal decidiu dedicar-se exclusivamente ao vibrafone. «Desde os meus tempos como baterista, nas chamadas bandas de Garagem, que tinha curiosidade pela composição e de imaginar música que não se manifestava na bateria. Fui-me apaixonando cada vez mais pela componente melódica e harmónica desta arte, e o vibrafone possibilitou-me essa procura.»

Em 2014, licenciou-se pela Escola Superior de Música de Lisboa. Frequenta o mestrado em Ensino. É docente na Escola de Jazz Luiz Villas-Boas e no projeto Orquestra Geração. Para além de liderar o seu quinteto, integra formações como a Orquestra de Jazz de Leiria, o quinteto Daniel Neto e ANGST, do pianista Tiago Sousa.

Já tocou e gravou, em diferentes contextos, com João Capinha, Mila Dores, Banda da Catraia, Elísio Donas e Bruno Pernadas, entre outros.

O disco de estreia a solo, Águeda, tem o nome da avó materna, a quem presta homenagem com oito faixas de jazz.

Há pessoas que deixam rugas de amor no coração de quem as rodeia. A avó Águeda é, segundo Paulo Santo, “um modelo” que o inspira a “ser justo” e “bondoso”, porque, apesar de muitas dificuldades que encontrou na vida, “manteve-se sempre de bom trato, esperançosa”.

Fonte: Jornal de Leiria

Discografia

Águeda ‎(CD, Álbum) Robalo 016 2021

Paulo Santo, vibrafonista, créditos Ricardo Graça

Paulo Santo, vibrafonista, créditos Ricardo Graça

Luís Lapa

Luís Lapa, nome artístico de Luís Manuel Pereira Rodrigues Lapa, dedicou toda a sua vida à música sem nunca ter exercido outra actividade profissional. Como músico, tocou em centenas de concertos em Portugal e no estrangeiro sendo de destacar as participações no Festival de Jazz do Porto 2004 e Jazzin’ Tondela 2005.

Representou Portugal em 1993 no Brasil, ao integrar com o seu Quarteto de Jazz, a comitiva de artes portuguesa, presente no Recife sob o projecto Cumplicidades.

Grupos com os quais tocou e compôs grande parte do repertório:

Quinteto de Jazz de Viseu (jazz)
Jam Jazz Group ( jazz fusão)
Orquestra de Jazz do Porto (big band jazz)
Trio de Jazz do Porto (jazz)
Septeto de Jazz do Porto (jazz)
Quinteto Bebop (jazz)
Quarteto Ornette (jazz)
Quarteto de Jazz de Luís Lapa (jazz moderno)
Rachim Ausar Sahu’s Flying Kitchen (jazz moderno)
Ópium (jazz fusão)
Trilhos (world music)
Mr. Funk (funk)
Batatas a Murro (rock n’ roll)
Tira Ke Dói (pop rock)
Luís Lapa & Corpo de Intervenção (jazz fusão)
Luís Lapa & Acoustic Line (jazz acústico)
Triplet (música improvisada)
Puzzle Trio (música improvisada)
Duo ProD’Ut (música improvisada)
Luís Lapa & T4 (jazz moderno)
Acácio Salero Secret Apache (jazz moderno)
ManDrax (jazz moderno)
Low Budget Research Kitchen play the music of Frank Zappa

A sua primeira composição jazzística (Rafa Blue-1989) foi seleccionada para a final do Primeiro Concurso de Música Improvisada (1990), cuja final teve lugar no Coliseu do Porto e no qual saiu vencedor, o então já promissor pianista, Mário Laginha.

Como professor de Improvisação e Guitarra Jazz ministrou inúmeros workshops por todo o País, sendo de destacar os efectuados no Conservatório de Música de Coimbra, Conservatório de Música de Aveiro, Teatro Municipal da Guarda, Cine Teatro da Covilhã, Cine Teatro de Seia e Instituto Piaget de Viseu.

Criou e elaborou o Programa Curricular do Centro de Estudos e Tecnologias Musicais de Viseu.

Fonte: Luís Lapa

Luís Lapa, guitarrista jazz

Luís Lapa, guitarrista jazz

Discografia

Fogo da Terra – Palavras no Tempo ‎(CD, Álbum) PJSL 2001
Carlos Clara Gomes – Auto da Fonte dos Amores – Pedro E Inês ‎(CD, Álbum) Tradisom TRAD064 2011
Paulo Lima – Música deste Tempo ‎(CD) CD 01 2013
Luís Lapa & Pé De Cabra – O Homem Invisível ‎(CD, Álbum) Carimbo Porta-Jazz PJ037 2017
Bassab (Eddy Slap Project) – Bassab ‎(CD, Álbum) Eddy Slap Records ESR 005 2022
Various – Promúsica CD7 (Julho 1997) ‎(CD-ROM, Comp) Promúsica CD7 1997
Bassab (Eddy Slap Project) – Bassab ‎(CD, Álbum) Eddy Slap Records ESR 005 2022

Fonte: Discogs

Bruno Pernadas

Bruno Pernadas é um guitarrista português. Editou “Private Reasons” em 2021. Conjugando estilos como jazz, pop, folk, world music e electrónica, os seus quatro discos foram aclamados pela generalidade da comunicação social em publicações portuguesas e internacionais. Private Reasons foi considerado um dos melhores álbums de 2021.

Bruno Pernadas foi o artista português convidado pela Antena 3 para representar Portugal no Eurosonic, em 2022.

O compositor e multi-instrumentista é responsável por inúmeras bandas sonoras de cinema, teatro e dança: “Romeu e Julieta” (bailado), “A Origem das Espécies” (teatro), “Patrick” (filme) e “Glória” (série Netflix), entre outras. Tornou-se no primeiro português a produzir um disco de uma banda japonesa – “Massana Temples”, dos Kikagaku Moyo. No mesmo ano, Bruno Pernadas actuou com a sua banda de 9 elementos em Madrid, Barcelona, Shizuoka (festival FRUE) e Tóquio.

Discografia

Álbuns

How Can We Be Joyful In A World Full Of Knowledge? 3 versions Pataca Discos 2014
Worst Summer Ever ‎(CD, Album) Pataca Discos DP00216-AS 2016
Those Who Throw Objects At The Crocodiles Will Be Asked To Retrieve Them ‎(CD, Album) Pataca Discos DP00116 2016
Private Reasons 3 versions Pataca Discos 2021

Fonte: Discogs

Bruno Pernadas

Bruno Pernadas

Bruno Pernadas - Those Who Throw Objects At The Crocodiles

Bruno Pernadas – Those Who Throw Objects At The Crocodiles

Hugo Raro

Hugo Raro é um pianista e compositor português natural do Porto. Tendo iniciado a sua relação com o piano aos 5 anos, tem vindo a desenvolver uma abordagem singular na busca insaciável de novas sensações e sons, incorporando as várias influências que o vêm acompanhando ao longo dos anos e que vão desde a música clássica e contemporânea, passando pelo jazz e improvisação livre, até ao rock, soul ou diferentes músicas étnicas.

A sua música foi descrita como original, intrigante, poética, assertiva, reflexiva, desafiante, fascinante, inconformista e imaginativa.

Além dos seus projectos como líder, tem vindo a tocar e tem gravado com inúmeros músicos e projectos dos quais se destacam Impermanence de Susana Santos Silva, Coreto Porta-Jazz, Torto ou OJM & Peter Evans.

Tem trabalhado na relação com outras expressões artísticas como o teatro, a dança contemporânea ou o desenho em tempo real.

É membro fundador da Associação Porta-Jazz.

Fonte: Hugo Raro

Discografia

Hugo Raro, créditos Amaral Moreira

Hugo Raro, créditos Amaral Moreira