Jorge Lima Barreto, nome artístico de Fernando Jorge da Ponte Lima Barreto (n. Vinhais, 26 de dezembro de 1947 – m. Lisboa, Portugal, 9 de julho de 2011) foi um compositor, instrumentista e autor português, membro dos grupos Anar Band, Telectu e Zul Zelub.
Amílcar Vasques-Dias nasceu em Badim, Monção. Efectuou estudos superiores de Piano e de Composição nos Conservatórios de Música do Porto e de Braga. Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian e da Secretaria de Estado da Cultura para o Curso Superior de Composição Instrumental e Electroacústica no Conservatório Real de Haia, na Holanda, onde foi aluno de Louis Andriessen, Peter Schat e Jan van Vlijmen.
Destaca-se a formação que fez com o compositor Karlheinz Stockhausen na Holanda, com Iannis Xenakis, em Aix-en-Provence, França e com Cândido Lima, em Portugal, considerando estes compositores/professores os que mais o ‘influenciaram’ na sua formação de compositor. Conheceu Fernando Lopes-Graça a quem deu a conhecer a sua obra. É a partir deste convívio que começa a dar mais atenção à Música tradicional portuguesa manifestando-se a sua influência em algumas das suas peças.
Na Holanda desenvolveu actividade artística e pedagógica como pianista e como compositor durante 14 anos.
Como pianista, interpreta a sua música e utiliza a improvisação como meio de expressão tendo realizado concertos em Portugal e em outros países da Europa e da América. Como compositor, tem recebido encomendas de várias instituições públicas e privadas holandesas e portuguesas no âmbito da música de câmara instrumental e vocal, ou electroacústica, orquestra sinfónica, orquestra de metais, Coro a cappella e acompanhado, obras multimédia, e música para filme e teatro.
A sua música tem sido tocada em Portugal e em outros países da Europa e da América, nomeadamente em festivais de música contemporânea.
Tem diversas obras gravadas em vários CD editados na Holanda e em Portugal sendo alguns exclusivamente da sua autoria.
De ouvido e coração – celebrando José Afonso Amílcar Vasques-Dias e Luís Pacheco Cunha, 1º lançamento oficial na FNAC do Chiado a 4 de abril de 2023.
Vasques-Dias, Lopes-Graça, Joana Gama – Travels In My Homeland – Portuguese Piano Music (CD) Grand Piano GP792 2019
Desnudo Numérica, 2011 (sobre poesia feminina hispano-árabe) com Joana Machado
Amílcar Vasques Dias, Álvaro Teixeira Lopes – Doze Nocturnos em Teu Nome – Lume de Chão: Tecido de Memórias e Afectos (CD, Álbum) Numérica NUM 1131 2005
De ouvido e coração – celebrando José Afonso, Amílcar Vasques-Dias
Autor de diversos álbuns, o compositor, pianista e organista Tiago Sousa tem despertado o fascínio do público melómano com o seu discurso musical articulado entre a escrita contemporânea e o minimalismo.
Discografia
Tiago Sousa & João Correia – Insónia (LP, Edição Limitada) Humming Conch Conch 005, duo20091250 2009
Walden Pond’s Monk 2 versões Immune 2011
Samsara 2 versões Immune 2013
Coro Das Vontades 2 versões (Tiago Sousa Self-released) 2015
Um Piano Nas Barricadas (LP, Álbum, Edição Limitada) Discrepant CREP23 2016
Hugo Vasco Reis é um compositor português de música contemporânea.
Discografia
Poema Anacrónico (2013)
Metamorphosis and Resonances (2017)
I am (k)not (2018)
O Espaço da Sombra (2018)
Chamber Music I (2019)
Voices and Landscapes (2021)
Tateabilidade (2023)
Tateabilidade, de Hugo Vasco Reis, 2023
Hugo Vasco Reis, Chamber Music
Tateabilidade (2023)
“Tateabilidade” é um ciclo de cinco obras, compostas e interpretadas por Hugo Vasco Reis, desenvolvidas através do ato da experimentação, que relacionam a guitarra portuguesa, objetos, eletrónica e o sentido do tato. A guitarra portuguesa é colocada em cima de uma mesa e o discurso sónico é construído através da sua interação com a eletrónica e com os vários objetos que a rodeiam, tais como pedras, cordas, borrachas, limas, plásticos, arcos, e.bows, folhas de alumínio, copos, altifalantes e microfones.
Hugo Vasco Reis, 2023
Voices and Landscapes (2021)
“Voices and Landscapes” é um álbum que inclui cinco obras de Hugo Vasco Reis, compostas para diferentes instrumentações, nas quais a voz é o elemento comum, presente em todas as peças. O tema central deste deste álbum é a paisagem, o que levou o compositor a uma pesquisa de sons diversificados que vão desde a natureza até aos lugares urbanos, totalmente moldados pela ação humana. Foi ainda influenciado por poemas de Antero de Quental e Fernando Pessoa. Este trabalho teve o apoio do Ministério da cultura de Portugal, DGArtes, SPAutores e Antena 2.
Hugo Vasco Reis, 2021
O álbum “Voices and Landscapes” foi nomeado para os prémios SPAutores 2022, na categoria de melhor trabalho de Música Erudita.
Chamber Music I (2019)
“Chamber Music I” é um trabalho de música de câmara, com repertório contemporâneo, que explora diferentes combinações de instrumentos. Inclui cinco peças de autoria do compositor Hugo Vasco Reis, entre 2014 e 2018. Engenharia de som por António Pinheiro da Silva. Capa de Yari Ostovani. Este trabalho teve o apoio da Direção Geral das Artes, Antena 2 e Escola Superior de Música de Lisboa.
Hugo Vasco Reis, 2019
O espaço da sombra (2018)
São apresentadas peças cuja instrumentação varia entre solo, eletroacústica e música de câmara, mas sempre com a guitarra portuguesa como elemento solista e pensada como um corpo onde tudo pode ser tocado. Cada peça constitui um objeto fluido, onde tudo está em constante variação, tentando encontrar a poética musical, um espaço não temporal, a expressão, a qualidade do som e criar algo que revele o que cada um pode encontrar no seu interior.
Hugo Vasco Reis, 2018
I am (k)not (2018)
“I am (k)not” é uma criação e interpretação de Ana Jordão, sobre a qual Hugo Vasco Reis compôs um ciclo seis peças de música acusmática, resultado do cruzamento interdisciplinar entre ambos. O processo criativo desenvolve-se através da relação entre a expressividade, o gesto e o movimento. Entre o ritmo do corpo e a memória, de forma a encontrar interiormente, novos caminhos de escuta e perceção, num diálogo que oscila entre o sonho e a realidade. Durante o discurso de cada peça estão intrínsecos conceitos relativos ao processo criativo do compositor, encontrando-se gestos, focos, motivos e timbres, que criam em cada ciclo um discurso de ordem e desordem. Engenharia de som por António Pinheiro da Silva. Fotografia de Cláudio Garrudo e prefácio de Carlos Caires. Este trabalho teve o apoio da Direção Geral das Artes, Antena 2 e Escola Superior de Música de Lisboa.
Hugo Vasco Reis, 2018
Metamorphosis and Resonances (2017)
“Metamorphosis and Resonances” é um caderno de oito peças para instrumentos solo, que tem como ponto de partida processos intuitivos intimamente ligados a gestos, timbres, camadas, imagens e focos, que definem as progressões de tensão e distensão, os elementos formais e o discurso de cada obra. A ideia comum a todas as composições reflete um diálogo de cumplicidade e conflito, prazer e angústia, entre o Horizonte e o abismo, entre a metamorfose e a ressonância. As gravações foram realizadas por um leque notável de músicos composto por: Ana Castanhito (harpa), Cândido Fernandes (piano), Filipe Quaresma (violoncelo), Frederic Cardoso (clarinete baixo), Lourenço Macedo Sampaio (Viola d’arco), Monika Streitová (flauta), Paulo Jorge Ferreira (acordeão) e Pedro Rodrigues (guitarra clássica). Engenharia de som por António Pinheiro da Silva, com assistência de João Penedo. Fotografia de Cláudio Garrudo e prefácio de Sérgio Azevedo. Este trabalho teve o apoio da Direção Geral das Artes, Antena 2 e as gravações decorreram no auditório da Escola Superior de Música de Lisboa.
Hugo Vasco Reis, 2017
Poema Anacrónico (2013)
“Poema Anacrónico” marca a estreia do guitarrista Hugo Vasco Reis a solo. Neste projecto, a guitarra portuguesa apresenta-se como instrumento solista. São apresentadas três secções principais: guitarra portuguesa e piano (composições de António Victorino D’Almeida), guitarra portuguesa a solo (composições de Hugo Vasco Reis) e transcrições de obras de Carlos Seixas (1704-1742) de instrumento de Tecla, adaptadas para guitarra portuguesa e Viola da gamba. O trabalho foi produzido por Mário Dinis Marques e os músicos envolvidos, para além de Hugo Vasco Reis (guitarra portuguesa), foram Cândido Fernandes (piano) e Filipa Meneses (Viola da gamba). O prefácio é de António Victorino d’Almeida.
Mikroduo – Música de André Santos
Etiqueta: Scherzo Editions – 2014
Formato: CD, Album, Digipack
País: Portugal
Ano: 2014
Género: Clássico
Estilo: Contemporary
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