Pedro Neves

Maestro Titular da Orquestra Clássica de Espinho, depois Maestro Convidado da Orquestra Gulbenkian, Pedro Neves é um maestro português. É doutorando na Universidade de Évora, tendo como objecto de estudo as seis sinfonias de Joly Braga Santos.

Foi maestro titular da Orquestra do Algarve entre 2011 e 2013, e é convidado regularmente para dirigir a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da MúsicaOrquestra Sinfónica PortuguesaOrquestra Metropolitana de Lisboa, Filarmonia das Beiras, Orquestra da Cidade de Joensuu (Finlândia) e Orquestra Sinfónica de Porto Alegre (Brasil).

Em 2012 colaborou pela primeira vez com a Companhia Nacional de Bailado, dirigindo A Bela Adormecida de Tchaikovski.

No âmbito da música contemporânea, tem colaborado com o Sond’arte Electric Ensemble – com o qual estreou obras de vários compositores portugueses e estrangeiros, realizando digressões na Coreia do Sul e no Japão –, com o Grupo de Música Contemporânea de Lisboa e com o Remix Ensemble Casa da Música.

É fundador da Camerata Alma Mater, que se dedica à interpretação de repertório para orquestra de cordas e que tem sido recebido de forma elogiosa pelo público e pela crítica especializada.

Pedro Neves iniciou os estudos musicais na sua terra natal, estudando violoncelo com Isabel Boiça, Paulo Gaio Lima e Marçal Cervera, respectivamente no Conservatório de Música de Aveiro, na Academia Nacional Superior de Orquestra (Lisboa) e na Escuela de Música Juan Pedro Carrero (Barcelona), com o apoio da Fundação Gulbenkian.

No que diz respeito à direcção de orquestra estudou com Jean-Marc Burfin, obtendo a licenciatura na Academia Nacional Superior de Orquestra. Estudou ainda com Emilio Pomàrico em Milão e com Michael Zilm, do qual foi assistente. O resultado deste seu percurso faz com que a sua personalidade artística seja marcada pela profundidade, coerência e seriedade da interpretação musical.

Pedro Neves

Pedro Neves, maestro

Discografia

Álbuns

Fausto Neves, Orquestra Clássica de Espinho, Fausto Neves, Coro “Amigos Da Academia”, Sofia Guedes, Pedro Neves – Canções Da Beira Mar – Música de Fausto Neves ‎(CD) 2010
Bruno Borralhinho, Orquestra Gulbenkian, Pedro Neves – Portuguese Music For Cello And Orchestra ‎(CD, Álbum) Naxos 8.573461 2016
Celso Loureiro Chaves, Paulo Zuben, Edino Krieger, André Mehmari, Orquestra Sinfônica Do Estado De São Paulo, Marin Alsop, Pedro Neves, Valentina Peleggi, Luíz Fílip, Leonardo Hilsdorf, Coro Da Osesp, Marcos Thadeu – Encomendas Osesp 2017 ‎(8xFile, MP3, 320) Selo Digital Osesp 21 2018
João Barradas, Orquestra Metropolitana de Lisboa, Pedro Neves – J. S. Bach Keyboard Concertos ‎(CD) Artway Next 03 2022

Pedro Neves, Ausente

Orquestra Barroca Casa da Música

A Orquestra Barroca Casa da Música formou-se em 2006 com a finalidade de interpretar a música barroca numa perspectiva historicamente informada.

Para além do trabalho regular com o seu maestro titular, Laurence Cummings, a orquestra apresentou-se sob a direcção de Rinaldo Alessandrini, Alfredo Bernardini, Fabio Biondi, Harry Christophers, Antonio Florio, Paul Hillier, Riccardo Minasi, Andrew Parrott, Christophe Rousset, Daniel Sepec, Andreas Staier e Masaaki Suzuki, na companhia de solistas como Andreas Staier, Roberta Invernizzi, Franco Fagioli, Peter Kooij, Dmitri Sinkovsky, Alina Ibragimova e agrupamentos como The Sixteen ou o Coro Casa da Música.

Em 2017 acompanha pela primeira vez a grande violinista inglesa Rachel Podger e celebra a Páscoa com a voz da soprano Mónica Monteiro, dando a conhecer os comoventes Pianto di Maria de Ferrandini e Salve Regina de Vivaldi, num programa que inclui o célebre Concerto para oboé de Albinoni na interpretação de Pedro Castro.

Viaja até ao classicismo com sinfonias célebres de Mozart e Haydn e percorre a música de Handel, especialmente num programa dedicado à vida teatral de Londres no século XVIII e no concerto especial de Natal, com o Coro Casa da Música, que inclui a primeira parte do fabuloso Messias.

Os concertos da Orquestra Barroca têm recebido a unânime aclamação da crítica nacional e internacional. Fez a estreia portuguesa da ópera Ottone de Handel e, em 2012, a estreia moderna da obra L’Ippolito de Francisco António de Almeida.

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Discografia

Orquestra Barroca Casa da Música

Miso Ensemble

Discografia

Miso Ensemble

Miso Ensemble

Ângela Silva

Nascida em Lagos, a soprano Ângela Silva é licenciada em Canto pela Escola Superior de Música de Lisboa e frequentou o Trinity College of Music, em Londres, fazendo uma pós-graduação e uma pós- graduação avançada, na qualidade de bolseira daquele estabelecimento de ensino.

No domínio da ópera e oratória, cantou em Magnificat Talha Dourada de E. Carrapatoso (Teatro S. Jorge em Lx, Almada, 2013);“Mãe” em Kate e o Skate de J. Salgueiro (Teatro Ibérico, Lx, 2013); sop solo em Missa Brevis de Haydn; Cantata a Nossa Senhora da Conceição (digressão, 2011 a 2013); “Nossa Senhora”, em Fátima, Sinal de Esperança de A. Cartageno (première e digressão por Portugal em 2007 e 08); “Editora” em O Crepúsculo do Crítico de Miguel Faria (premère em Guimarães, Abr e Jul, 2010); “Anjo Gabriel” em A Criação de Haydn (Estoril, Oeiras, 2009); “Lauretta”/”Gherardino”, em Gianni Schicchi de Puccini (Londres, 2006); “Primeira Bruxa”, em Dido and Aeneas de Purcell (Londres, 2006); “Condessa”, em As Bodas de Fígaro de Mozart (Londres, Mar/Abr 2006); “Pamina”, em A Flauta Mágica de Mozart (Londres, 2006); “Ninfa”, em Orfeo, de Monteverdi (Londres, 2005); “Caíno”, em La Morte de Abel, Avondano (Lisboa, Alcobaça 2001/02); “Cientista”, em O Corvo Branco, Philip Glass (Lisboa, 1998).

Apresentou-se, também, em excertos das óperas de Così fan tutte, Die Fledermaus, Semiramide, Der Rosenkavalier, Magic Flute, Mitridate, La Rondine, Roméo et Juliette, no Reino Unido, Espanha e Portugal.

Gravou recentemente para a Editora Numérica o CD Brumas (2009), em Conjunto com o trompista Paulo Guerreiro e o pianista Francisco Sassetti, aí interpretando obras, maioritariamente inéditas de Eurico Carrapatoso, A. Rebello Neves, João Nascimento, V. Pearce de Azevedo e António Victorino d´Almeida. Além disso, estreou mundialmente em concerto, obras de Anne Victorino d’Almeida e de Sérgio Azevedo.

Sob a direcção António Cartageno, para além da oratória acima referida, interveio como solista nos CDs La musica portoghese antica e moderna nel panorama europeo (Roma, 2003), Ave Mundi Gloria (2010) e É Natal, Cristo Nasceu (2012). Apresenta-se regularmente como solista com coros portugueses e com orquestras portuguesas.

Para a Sony Music, gravou como solista convidada, Alma Mater (2000), Pasión (2002, gravado ao vivo) e O Mundo (2006) e In Memoriam (2010) de Rodrigo Leão.

Tem cantado, como cantora solista, obras de diversos compositores (especialmente portugueses), na Antena 1, Antena 2, SIC, RTP e Rádio Renascença e tem-se apresentado como solista em concertos e recitais em Portugal, Espanha, Itália, Reino Unido, Grécia, Bélgica, França e Coreia.

Conta com dois troféus, cinco primeiros prémios e três segundos prémios conquistados em Inglaterra, destacando-se o “The pearl Butcher Cup” e o “Premier Challenge Cup”, conquistados em 2007 com obras dos compositores portugueses Armando José Fernandes e Francisco Ávila.

Lecciona Canto no Conservatório de Lisboa.

Ângela Silva, soprano

Ângela Silva, soprano

Discografia

Ângela Silva, Paulo Guerreiro, Francisco Sassetti, Brumas, 2010.
Eksi Ekso – Brown Shark Red Lion 6 versõesThe Mylene Sheath 2011
Flembaz – Barking Soda ‎(4xFile, FLAC, EP) Blind Arc 2018
Rodrigo Leão – O Aniversário ‎(2xCD, Comp) Universal Music Portugal, S.A., Uguru 6746513 2018
Rodrigo Leão – A Liberdade ‎(3xCD, Comp) Modern Recordings 538701562 2021

Ângela Silva, Paulo Guerreiro, Francisco Sassetti, Brumas, 2010.

Jaime Reis

Jaime Reis (Coimbra, 1983) é um compositor português. Iniciou os estudou musicais com António Tilly (5 – 12 anos de idade), prosseguindo-os no Conservatório de Música de Seia (12-17 anos).

Entre os 17 e os 22 anos frequentou a Universidade de Aveiro onde concluiu a Licenciatura em Ensino de Música (Composição), recebeu três bolsas de mérito e estudou com João Pedro Oliveira.

Entre os 22 e os 24 anos, frequentou o curso de doutoramento em Ciências Sociais, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Aos 24 anos iniciou o doutoramento em Ciências Musicais (FCSH-UNL) orientado pelos professores Salwa Castelo-Branco e Emmanuel Nunes, cujos seminários de composição frequentou regularmente desde 2003, a par de outros cursos, nomeadamente, com Karlheinz Stockhausen.

Aos 19 anos organizou o seu primeiro festival: Dni Muzyki Portugalskiej w Krakowie, posteriormente designado Festival DME (Dias de Música Electroacústica).

Tem proferido conferências e cursos em instituições como: Universidade de Woosuk – Coreia do Sul, Keio University – Tóquio, Uni. de Manila, Iloilo, Mindanao (e.o. nas Filipinas) SciencesPo – Le Havre, USP, UNICAMP, UFBA, UDESC, UFMG (e.o. no Brasil), Hochschule für Musik Franz Liszt Weimar, Cursos Stockhausen 2009 – Kürten, 42. Darmstadt Internationale Ferienkurse für Neue Musik, International Summer School of Systematic Musicology.

É investigador no INET-md. Tem leccionado em escolas como a ESART, Instuto Piaget, FCSH-UNL, EMNSC e Conservatório de Música de Seia, onde também integra a direcção pedagógica.

Tem recebido encomendas de entidades como Grupo de Música Contemporânea de Lisboa, Grupo Síntese, Duo Contracello, Borealis ensemble, UFT/INATEL, Festival Primavera, Logos Foundation (Belgium) e F.L.S.I. (Paris), entre outras.

É professor na Escola Superior de Música de Lisboa.

Jaime Reis, compositor

Jaime Reis, compositor

Discografia

  • Portuguese Tributes to Beethoven

“Portuguese Tributes to Beethoven” apresenta música para quinteto com piano e quarteto (violino, flauta, clarinete e piano), interpretada pelo Quarteto Lopes-Graça, a pianista Taíssa Poliakova Cunha, o violinista Luís Pacheco Cunha, a flautista Katherine Rawdon e o clarinetista Paulo Gaspar.
As três obras do disco, compostas por três portugueses, prestam homenagem directa e indirecta à música de Beethoven. O Quinteto de João Domingos Bomtempo foi escrito no estilo clássico da Primeira Escola de Viena. As obras de César Viana e Jaime Reis prestam a sua homenagem em estilos muito diferentes, sendo que um utiliza uma linguagem relativamente tradicional e o outro – mais radical, como era o próprio Beethoven.

Taíssa Poliakova Cunha, Portuguese Tributes to Beethoven

Ana Telles, Jaime Reis, Solo and Chamber Works

Clara Saleiro, Jaime Reis, Fluxus

Rodrigo Leão

A carreira de Rodrigo Leão é singular e riquíssima, estando ligada a alguns dos mais importantes momentos da cena musical portuguesa pós-1980. Rodrigo vê-a quase como um filme ou um livro com diversos capítulos, mas sempre com ligação entre eles. Com a estreia a solo, em 1993, começou a explorar novas sonoridades, aproximando-se de alguma música contemporânea, do minimalismo e iniciando aí uma viagem que já o conduziu a muitas sonoridades: «Na minha música», refere o compositor, «há desde o Michael Nyman ao tango e à música francesa».

Rodrigo Leão, compositor

Rodrigo Leão, compositor

Discografia

Álbuns

Rodrigo Leão & Vox Ensemble – Ave Mundi Luminar Columbia, Columbia 1993
Rodrigo Leão & Vox Ensemble – Theatrum Columbia, Columbia 1996
Alma Mater Columbia 2000
Pasión Columbia, Columbia 2001

Cinema

Portugal, Um Retrato Social Sony BMG Music Entertainment (Portugal) 2007
Rodrigo Leão & Sérgio Godinho – Equador ‎(CD, Álbum) Farol FAR10147 2010
A Montanha Mágica Sony Music 2011
Rodrigo Leão / Vários – A Gaiola dourada (Banda Sonora Original do Filme) Zazi Films 2013
Lee Daniels’ The Butler ‎(CDr, Promo) 2013
A Vida Secreta Das Máquinas Blitz, Uguru 2014
O Espírito de Um País ‎(CD, Álbum + DVD-V, PAL) Sony Music 88875013889 2014
Rodrigo Leão, Orchestra & Coro Gulbenkian – O Retiro Universal Music Portugal, Uguru 2015
Florestas Submersas ‎(CD, Álbum) Uguru UGURU006 2015
Rodrigo Leão & Scott Matthew – Life Is Long Glitterhouse Records, Indigo 2016
Os Portugueses ‎(2xCD, Álbum) Sony Music 19075866632 2018
O Método Uguru 2020
A Estranha Beleza Da Vida Modern Recordings 2021

Singles & EPs

Rodrigo Leão & Vox Ensemble – Ave Mundi ‎(CD, Single, Promo) Columbia XPCD 470 1994
Rodrigo Leão & Vox Ensemble – Mysterium Columbia 1995
Rodrigo Leão & Vox Ensemble – Ave Mundi Remixes Sony Masterworks, Dance Pool 1995
A Casa (Lounge Mix) Columbia 2000
Pasión ‎(CD, Single, Promo) Columbia SAMPCS 10209 1 2000
Alma Mater ‎(CD, Single, Promo) Sony Music SAMPCM 9303 2 2000
Pasión Live Sampler ‎(CD, Single, Promo) Columbia SAMPCM 10872 2001
Pasión (Live Version) ‎(CD, Single, Promo) Columbia SAMPCS 13145 2003
Jeux D’Amour ‎(CD, Single, Promo) Sony Music SAMPCS 14415 2004
Deep Blue ‎(CD, Single, Promo, Smplr) Columbia SAMPCS 14807 2004
Cinema Sampler ‎(CD, Maxi, Promo) Columbia SAMPCM 14201 2 2004
O Mundo (1993-2006) Sampler ‎(CD, Single, Promo) Columbia 88697062812 2006

Compilações

O Mundo (1993-2006) Columbia, Sony BMG Music Entertainment 2006
Songs (2004-2012) Uguru 2012
Songs (2004-2012) ‎(CD, Álbum, Comp, Dig) Glitterhouse Records GRCD 759 2013
O Aniversário ‎(2xCD, Comp) Universal Music Portugal, S.A., Uguru 6746513 2018
A Liberdade ‎(3xCD, Comp) Modern Recordings 538701562 2021

Rodrigo Leão, Florestas submersas, 2015.

Rodrigo Leão, Cinema

Biografia completa:
Jorge Lima Barreto

Jorge Lima Barreto, nome artístico de Fernando Jorge da Ponte Lima Barreto (n. Vinhais, 26 de dezembro de 1947 – m. Lisboa, Portugal, 9 de julho de 2011) foi um compositor, instrumentista e autor português, membro dos grupos Anar Band, Telectu e Zul Zelub.

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Álbuns

Saheb Sarbib, Jorge Lima Barreto – Encounters
Carlos Zíngaro / Jorge Lima Barreto – Kits ‎(CD, Álbum) Numérica NUM 1004 1992
Neo Neon: Workstation Solos ‎(CD, MiniÁlbum, Dig) Plancton Music PLANCTONN002 2003
Jorge Lima Barreto, Carlos Zíngaro – Kits 2 ‎(CD, Álbum) Numérica NUM 1175 2008
Zul Zelub ‎(CD, Álbum) Clean Feed CF111CD 2008
Jorge Lima Barreto, Zul Zelub – ULTIMATON ‎(CD, Álbum, RE, Lim) Plancton Music no004 2022

Compilações

Jorge Lima Barreto – Anar Band / Saheb Sarbib – Anar Band / Encounters ‎(CD, Comp) Fábrica De Sons FS 100.005 1996

Jorge Lima Barreto & Saheb Sarbib, Encounters, 1979.

Sete Lágrimas

Fundado em Lisboa, em 1999, por Filipe Faria e Sérgio Peixoto, Sete Lágrimas assume o nome da inovadora coleção de danças do compositor renascentista John Dowland (?1563-1626) publicadas por John Windet em 1604 quando o compositor era alaudista de Cristiano IV da Dinamarca (1577-1648).

Profundamente dedicados aos diálogos da Música Antiga com a contemporaneidade ­­– bem como da Música Erudita com as tradições seculares –, Sete Lágrimas junta músicos de diferentes horizontes musicais em torno de projetos conceptuais animados tanto por profundas investigações musicológicas como por processos de inovação, irreverência e criatividade em torno dos sons, instrumentário e memórias da Música Antiga.

Nestes projetos são identificáveis os diálogos entre a Música Erudita e a popular, entre a Música Antiga e a contemporânea e entre a secular diáspora portuguesa dos Descobrimentos e o eixo latino mediterrânico, convertidos em som através da interpretação dos cânones performativos da Música Antiga como de uma aproximação a elementos definidores da música world music.

Desde a sua fundação, o grupo desenvolve uma intensa atividade concertística nas mais relevantes salas e festivais de Portugal, Bulgária, Itália, Malta, Espanha, China, Suécia, França, Bélgica, Noruega, República Checa, Luxemburgo e Alemanha.

Em Portugal como no estrangeiro, as temporadas de concertos e a sua extensa discografia são elogiados pela crítica e pelo público.

Os seus treze títulos – “Lachrimæ #1” (2007), “Kleine Musik” (2008), “Diaspora.pt: Diáspora, vol.1” (2008), “Silêncio” (2009), “Pedra Irregular” (2010), “Vento” (2010), “Terra: Diáspora, vol.2” (2011), “En tus brazos una noche” (2012), “Península: Diáspora. vol.3” (2013), “Cantiga” (2014), “Missa Mínima” (2016), “Um dia normal” (2015) e “Twentie Yeares in Seaven Teares” (2021), livro comemorativo do 20.º aniversário do consort – recebem, frequentemente, o número máximo de estrelas (5 em 5), Escolha do Editor, Melhor do Ano, nos principais jornais, rádios e revistas de Portugal.

Internacionalmente destacam-se as críticas discográficas e de concerto na International Record Review, Doce Notas, Aftonbladet, Novinky, Opera PLUS, Svenska Dagbladet, Lute News, Goldberg, entre outras.

A convite da Philharmonie Luxembourg, Sete Lágrimas desenvolveu, nas Temporadas 2018 a 2021, o projeto trilogia “Les nouvelles aventures des Explorateurs d’après Peregrinacão de Fernão Mendes Pinto”, à volta do seu universo criativo e musical, com o encenador e dramaturgo Benjamin Prins (França), a dramaturga Pénélope Driant (França), a cenógrafa e figurinista Nina Ball (Áustria) e os atores e bailarinos Jan Bastel (Alemanha), Nestor Kouame Dit Solvis (Costa do Marfim), Sabine Novel (França), Winnie Dias (Brasil), Alexandre Martin-Varoy (França), Alexander Fend (Áustria) e Fábio Krayze (Angola).

Sete Lágrimas conta com o apoio do Ministério da Cultura (Governo de Portugal) e da Direcção-Geral das Artes, desde 2003, e do Município de Idanha-a-Nova – UNESCO Creative City of Music, desde 2012.

É representado e editado pela Arte das Musas.

Fonte: Gulbenkian Música

Sete Lágrimas, Terra, 2011.

Sete Lágrimas

Sete Lágrimas

Sete Lágrimas

Os Músicos do Tejo

Os Músicos do Tejo é um agrupamento português fundado em 2005 por Marcos Magalhães e Marta Araújo.

Discografia

Álbuns

Ricardo Rocha, Ana Quintans, Os Músicos do Tejo, Marcos Magalhães – Sementes do Fado ‎(CD, Álbum) 2006
Joana Seara, Os Músicos do Tejo – Marcos Magalhães – As Árias de Luísa Todi ‎(CD, Álbum, Dig) 2010
Francisco António de Almeida – Os Músicos do Tejo, Marcos Magalhães – La Spinalba (Or The Mad Old Man) ‎(3xCD, Álbum) Naxos 8.660319-21 2012
Francisco António de Almeida – Ana Quintans • Carlos Mena, Joana Seara • Fernando Guimarães, Cátia Moreso • João Fernandes, Voces Caelestes, Os Músicos do Tejo, Marcos Magalhães – Il Trionfo D’Amore ‎(2xCD) Naxos 8.573380-81 2015
Pedro António Avondano, Guimarães, Rodrigues, Cabral, Fernandes, Gaspar, Caramujo, Simões, Os Músicos do Tejo, Marcos Magalhães – Il Mondo Della Luna ‎(2xCD) Naxos 8.660487-88 2020

Os Músicos do Tejo, From baroque to Fado: A journey through portuguese music, 2017.

Os Músicos do Tejo, La Spinalba

Luísa Amaro

Luísa Amaro foi a primeira mulher guitarrista profissional de guitarra portuguesa, a primeira mulher a compor profissionalmente para este instrumento e a apresentar-se como concertista.

Estudou Guitarra Clássica no Conservatório Nacional de Lisboa com o Professor Lopes e Silva e prosseguiu os estudos em Barcelona, em 1983, com a grande guitarrista argentina Maria Luísa Anido.

Tendo cursado Direito, desistiu do mesmo para se dedicar de forma profissional e exclusiva à Música, o que lhe permite, pelo trabalho desenvolvido desde 1996,considerar-se pioneira na abordagem inovadora que tem desenvolvido com a guitarra portuguesa.

Em 1984 começou a tocar e a acompanhar Mestre Carlos Paredes (1925-2004) em centenas de concertos por todo o mundo.

Desde 1996 que Luísa Amaro se dedica à guitarra portuguesa como compositora.

Da sua busca incessante de novas envolvências tímbricas e de um repertório diferente e original para um instrumento carregado de tradição simbólica, nasceram projectos que desafiam a guitarra portuguesa para outros pulsares e ritmos, afastando-se do tradicional mundo do Fado a que habitualmente se associa esta guitarra..

Do seu percurso como compositora e concertista em guitarra portuguesa, destacam-se os CD editados:

“Canção para Carlos Paredes” de 2004, , “Meditherranios” de 2009, “Geração do Novo cancioneiro” (poemas ditos por Maria de Jesus Barroso com música de Luísa Amaro), de 2010 e “Argvs” de 2014, sendo a primeira mulher a gravar para guitarra portuguesa em nome próprio.

Luísa Amaro, Mar Magalhães, 2018.

Luísa Amaro, guitarra portuguesa, créditos Sandra Bernardo

Luísa Amaro, guitarra portuguesa, créditos Sandra Bernardo