Miguel Martins

O guitarrista farense Miguel Martins conta já com 25 anos de carreira musical. Tem vários discos editados premiados pela crítica especializada e com uma carreira internacional rica tocando um pouco por toda a Europa.

Discografia

“Solo Act Home” inclui vários estilos musicais desde da música improvisada, ao jazz europeu, mas sempre com uma forte referência na tradição jazzística america como pano de fundo. Tem como objetivo a surpresa, fazer o público viajar nas suas casas através desta intensidade e alegria de tocar música com base na improvisação e liberdade, criando assim paisagens sonoras ricas e intensas.

Miguel Martins, Jazz, 2022

Sofia Vitória

Sofia Vitória nasceu em Setúbal (Portugal). Venceu a versão portuguesa da Operação Triunfo e ganhou o direito de representar Portugal no Festival Eurovisão da Canção 2004 onde participou na semifinal com a canção Foi magia, mas não conseguiu alcançar a final.

Ainda antes de gravar o seu álbum de estreia “Palavra de Mulher”, apresentou-se nas principais salas de espetáculo de Portugal, assim como no Brasil, Espanha, Holanda, Itália, Macau, País de Gales e Turquia.

Fortemente influenciada tanto pelo Jazz como pela World Music, lançou em 2012 o seu primeiro disco em parceria com o pianista Luís Figueiredo. O álbum “Palavra de Mulher” é composto inteiramente por canções vividas pelas várias figuras femininas que habitam o universo musical de Chico Buarque.

Fonte: Wikipédia

Discografia

Álbuns

Sofia Vitória, Luís Figueiredo – Palavra de Mulher ‎(CD, Álbum) Numérica NUM 1242 2012
Echoes (Fernando Pessoa – English Poetry & Prose) ‎(CD, Álbum) Casa Fernando Pessoa 2016
José Peixoto, Sofia Vitória – Belo Manto ‎(CD, Álbum, Dig) BM7101 2017

Singles & EPs

Foi Magia ‎(CD, Single, Promo, car) RTP 2004

Sofia Vitória, Echoes

Renato Diz

Nascido no Porto, Renato Diz é um autor transdisciplinar baseado em Nova Iorque, CEO e artista das W&J Productions. Estudou no Conservatório Superior de Música de Gaia e na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (Porto). Em 2011 mudou-se para Nova Iorque para prosseguir os estudos de mestrado na New York University,

Discografia

Yngvil Vatn Guttu – On The Crosswalk ‎(CD, Álbum) Kachemak Records KR 003 2014
ARS Trio – Poetics Of Sight ‎(8xFile, MP3, Álbum, 320) W&J Productions 2016

Renato Diz, Three notes

Miguel Moreira

Nascido no Porto em 1982, Miguel Moreira integra projetos de José Pedro Coelho, Mário Santos, Remix Ensemble, Drumming GP, Paulo Gomes, Mandrágora, Gileno Santana, Sérgio Carolino, Pedro Barreiros, João Mortágua e António Augusto Aguiar.

Câmbio (Carimbo Porta-Jazz), o seu primeiro disco como líder, inclui um repertório de originais que estreou na Casa da Música no âmbito do ciclo Novos Valores do Jazz.

Iniciou os estudos de guitarra na Escola de Jazz do Porto. Em 2002, concluiu o curso de Percussão Clássica na Escola Profissional de Música de Espinho sob a orientação de Miquel Bernat. Participou como músico convidado nos Drumming e em vários projetos musicais com o percussionista Andres “Pancho” Tarabbia.

Estudou na ESMAE com Nuno Ferreira e Afonso Pais. Fez parte do grupo representante da ESMAE na 5ª, 6ª e 7ª Festa do Jazz do S. Luiz, tendo a formação sido galardoada com o 1º prémio.

Entre 2010 e 2012 leccionou no Curso Profissional de Jazz do Conservatório de Música da Jobra. Faz parte do corpo docente da Escola de Jazz do Porto.

Discografia

José Pedro Coelho – Clepsydra ‎(CD, Álbum) Carimbo Porta-Jazz PJ002 2012
Map – The Zombie Wolf Playn’ The Blues On A Monday Morning ‎(CD, Álbum) Carimbo Porta-Jazz PJ011 2014
Gileno Santana – Metamorphosis ‎(CD, Álbum) Caligola 2191 2014
João Mortágua – Janela ‎(CD, Álbum, Ltd, Num) Carimbo Porta-Jazz PJ008 2014
Map – Circo Voador ‎(CD, Álbum) Carimbo Porta-Jazz PJ019 2015
Map – Guerra E Paz ‎(CD, Álbum) Carimbo Porta-Jazz PJ031 2017
MAU – Utopia ‎(CD, Álbum, Num) Carimbo Porta-Jazz PJ056 2019
Map + Chris Cheek – Map + Chris Cheek ‎(CD, Álbum) Carimbo Porta-Jazz PJ049 2019
João Mortágua – Dentro da Janela ‎(CD, Álbum, Ltd, Num) Carimbo Porta-Jazz PJ048 2019
André B. Silva – The Guit Kune Do ‎(CD, Álbum) Carimbo Porta-Jazz PJ067 2020
Carlos Azevedo Quarteto – Serpente ‎(CD, Álbum) Carimbo Porta-Jazz PJ083 2022

Fonte: Discogs

Miguel Moreira, Câmbio

Maria Viana

Filha do grande actor José Viana, Maria Viana nasceu em Lisboa a 17 de Março de 1958.

Medalha de Mérito Cultural do Município de Cascais, é uma das maiores e mais consagradas intérpretes do jazz vocal, com uma carreira nacional e internacional com mais de 40 anos.

Cedo se apaixonou pelo mundo musical: entre 1977 e 1985 integrou a primeira Girlsband portuguesa: as “Cocktail”, enquanto, paralelamente, cantava Bossa Nova, Jazz e Blues em pequenas formações com músicos de craveira internacional (a sua amizade com Kirk Lightsey e Ricky Ford vem dessa época).

Em 1984, Maria Viana decidiu enveredar por uma carreira no Jazz.

A sua estreia a solo perante o público e a crítica da especialidade aconteceu no mítico “Festival Cascais Jazz” (XIV edição, Parque Palmela, Estoril, Portugal).

Entre 2001 e 2010 andou em digressão um pouco por todo o país, mas também em Itália, França, Dinamarca, Suécia e Angola.

Tendo participado em inúmeras gravações editou quatro trabalhos discográficos em nome próprio: “Just Friends / Entre Amigos” (Timeless Records, Holanda 1992), “Espírito do Tempo” (Megamusica, 1999) e “Terra Prometida” (2005).

Em 2010, foi editado o livro/CD de comemoração dos seus 30 anos de carreira: Maria Viana 30 Anos de Jazz (Editora Principia – Casa Sassetti).

Participou em variadíssimos programas na RTP nas décadas de 80 e 90. Ao longo dos anos 90 e 2000 fez um série de Concertos levando o Jazz aos mais variados palcos do país e do mundo.

Desde 2011, Maria Viana é também Presidente da “Jam Session” Associação Cultural (sem fins lucrativos), e dirige o Cascais Jazz Club (junto à baía da vila de Cascais), por onde têm passado alguns dos nomes mais importantes do Jazz nacional e internacional. Devido às responsabilidades inerentes ao cargo, as suas digressões ao estrangeiro tornaram-se menos frequentes, tendo, no entanto, aceite, alguns prestigiantes convites, como por exemplo três concertos em Itália, e um no Reino Unido actuando no famosíssimo clube de Jazz “Ronnie Scot’s” (Londres).

Em Portugal participou com o seu Trio nos “Dias da Música” (C.C.B.), Dia Internacional do Jazz (C.M. Albufeira) e no Museu Nacional de Arte Antiga a convite da Antena 2 (R.T.P.)

Fonte: Wook

Maria Viana, Just friends

Maria Mendes

Maria Mendes é uma cantora jazz portuguesa.

Discografia

Álbuns

Along The Road ‎(CD, Álbum) Dot Time Records 019013 2012
Close To Me ‎(CD) Justin Time B07WFJ9JX4 2019

Maria Mendes, Close to me

Maria Mendes, Close to me

L.U.M.E.

Projeto criado e dirigido por Marco Barroso em 2006, L.U.M.E. (Lisbon Underground Music Ensemble), é um ensemble de 15 instrumentistas composto por músicos de jazz e Música Erudita, que se move entre as afinidades com o modelo clássico da Big Band e as re-interpretações e provocações que a ele faz.

Entre a dramatização, muitas vezes irónica, das práticas e vocabulários que passam pelo jazz, rock ou Música Erudita, e a incursão no experimentalismo, a música de Marco Barroso e do L.U.M.E. reconstrói a carga patrimonial do “bigbandismo” simultaneamente demarcando-se dos seus padrões mais convencionais e abrindo novas perspetivas estéticas – uma espécie de caleidoscópio de horizontes rasgados, numa permanente dúvida que suspende o pensamento.

L.U.M.E. lançou em Outubro de ​2010 o seu primeiro álbum homónimo pela editora JACC Records​, com uma ​segunda edição em 2013, ​pela editora​ holandesa ‘Challenge’​.

“Xabregas 10” (2016), o segundo disco da banda, foi editado pela Clean Feed e considerado pela crítica nacional e internacional como um dos trabalhos mais originais e desafiantes dos últimos anos de uma formação com estas características.

Com lançamento oficial em 2021, no CCB, o 3º disco de originais dos L.U.M.E., Las Californias (Ed. Clean Feed, com o apoio da Fundação GDA) revela a efervescência criativa do ensemble, na tensão constante entre composição e improvisação.

Discografia

Álbuns

L.U.M.E. 2 versões Buzz 2013
Xabregas 10 ‎(CD, Álbum) Clean Feed CF371CD 2016
Las Californias ‎(CD, Álbum) Clean Feed CF577CD 2021«

Lisbon Underground Music Ensemble, Las Californias

Hugo Negrelli

Natural de Coimbra, Hugo Negrelli participou numa orquestra infantil e aos 12 anos começou a tocar guitarra. Nessa altura descobriu o blues e começou a explorar diferentes estilos e géneros musicais: jazz, R&B, funk, country, gospel, folk e clássico. Fez o secundário na Escola de Música e Jazz de Mafra e passou pelo JB Jazz. Tirou Ciências da Comunicação, na Universidade de Lisboa, e Creative World Music, na Escola Superior de Tecnologias e Artes de Lisboa. Frequentou a London Music School.

Para a sua formação contribuíram as aulas com Pedro Madaleno, Nuno Ferreira, Nuno Marinho e Múcio Sá. Participou em workshops com Julian Lage, Isaiah Sharkey, Guthrie Govan, Tom Quayle e Marco Bosco. Durante oito anos participou em jam sessions no Barzinho, em Ribamar, com Bruce Henri, Nanã Sousa Dias e Manuel Rocha. E integrou alguns espetáculos musicais, como o Bruce Henri Quartet e Trio Cadmira+1, sendo o co-autor da música original para três peças de teatro da Companhia de Teatro A Tribo.

Composto por baladas poéticas folk, temas de jazz, blues e fusão, o álbum de estreia “Loose Frame Tales” foi editado em 2020, e convidou a uma viagem pelo percurso do músico.

Hugo Negrelli, créditos Joana Linda

Hugo Negrelli, créditos Joana Linda

2024 marca o regresso de Hugo Negrelli aos originais com a edição de “”A March For Hackney”.

O músico e compositor Hugo Negrelli apresenta o novo álbum, “A March For Hackney”, ao vivo dia 26 de janeiro, na Casa da Cultura Jaime Lobo e Silva, na Ericeira; e dia 18 de fevereiro, no Novo Ático – Coliseu Porto Ageas.

Gravado em Londres durante a pandemia – para onde o músico se mudou para estudar e gravar – “A March For Hackney” representa um novo capítulo, com músicas rocky-funky-pop com elementos jazzísticos, arranjos de sopros e cordas, e temas introspetivos como a procura, perdição e esperança, entre outras narrativas.

Com música e letra de Hugo Negrelli, “A March For Hackney” foi gravado no Livingston Studios e no Vinicius Lima/Studio 13, em Londres, com Steve Pringle (órgão e rhodes), Nick Walsh (baixo), Paul Gregory (bateria) e Emilie Dollerup (coros) – músicos ligados aos projetos Incógnito, Michael Kiwanuka, David Gilmour, Jools Holland e Louis Cole.

O esperado sucessor de “Loose Frames Tales” tem como single de avanço “Bring Me Home With You”, em rotação na Smooth FM. “Uma música onde explorei novos estilos de escrita, de composição e de género. Uma música que veio de um sítio diferente. Trata-se, claramente, de uma música de amor, aberta, porém, à interpretação de cada um”, explica o músico.

Hugo Negrelli, Loose frame tales

Orquestra de Jazz de Matosinhos

A Orquestra Jazz de Matosinhos é uma instituição sem fins lucrativos que tem por objectivo promover a criação, a investigação, a divulgação e a formação na área do Jazz. Com o apoio da Câmara Municipal de Matosinhos e cruzando ambição internacional com responsabilidade local, a OJM, cumpre o papel de uma Orquestra Nacional de Jazz.

Orquestra de Jazz de Matosinhos

Orquestra de Jazz de Matosinhos

Discografia

A discografia da OJM é o reflexo de algumas das suas colaborações mais sólidas:

  • Orquestra Jazz de Matosinhos Invites Chris Cheek (Fresh Sound New Talent, 2006);
  • Portology, com Lee Konitz como compositor e solista principal (Omnitone, 2007);
  • Our Secret World com Kurt Rosenwinkel, lançado nos EUA e em Portugal (WomMusic, 2010);
  • Amoras e Framboesas com a cantora Maria João (Universal Music, 2011);
  • Bela Senão Sem com arranjos originais sobre a música do pianista João Paulo Esteves da Silva (inicialmente editado pela TOAP/OJM, em 2013);
  • Jazz Composers Forum: today’s european-american big band writing, trabalho que resultou da gravação de oito encomendas feitas a oito compositores —quatro americanos e quatro europeus —para o ciclo de concertos com o mesmo nome (TOAP/OJM, 2014);
  • Unsolvable Problems (Improbable Records, 2019) com a música do compositor Carlos Guedes.

Em 2020, a OJM resgata a sua voz editorial com o CARA e Jazz in the Space Age é o primeiro disco com este carimbo — uma revisitação ao histórico álbum de George Russell, gravado ao vivo na Casa da Música com João Paulo Esteves da Silva e José Diogo Martins como convidados, e editado digitalmente.

Em 2021 esta editora lança a reedição de Bela Senão Sem com três temas novos a solo de João Paulo Esteves da Silva e em 2022 lança o disco After Midnight com a cantora e compositora Rebecca Martin e o contrabaixista Larry Grenadier. O disco foi editado digitalmente e em CD e conta com cinco temas originais da cantora, uma co-autoria com Larry Grenadier e cinco standards com arranjos de Pedro Guedes, Carlos Azevedo e Guillermo Klein. A edição digital do disco disponibiliza ainda os poemas que compõem os temas do disco recitados por 11 mulheres entre elas Rachel Weisz, Gretchen Parlato e Terry Martin. Neste mesmo ano é lançado um site que arquiva e disponibiliza para audição o catálogo discográfico completo da editora TOAP, que em 2010 se tornaria parceira da OJM passando a chamar-se TOAP/OJM, extinta em 2014 e que ganha agora uma vida digital enquanto 4ª edição CARA.

Em 2023, Uma Viagem Pelos Tempos do Jazz, a história das big bands contada pela Orquestra Jazz de Matosinhos, Manuel Jorge Veloso e com narração de António Curvelo fica disponível online.

Desde 2018, a orquestra tem a sua nova casa na Real Vinícola em Matosinhos. É lá que está instalado o Centro de Alto Rendimento Artístico (CARA), que é não só uma editora, mas também um espaço com 800 m2 onde se promove o diálogo entre arte, ciência e tecnologia, designadamente através de projectos multidisciplinares que visem a investigação e o desenvolvimento de soluções para a criação, fruição e disseminação de conteúdos criativos. Este espaço acolhe concertos, ensaios, gravações e iniciativas do Programa Educativo da OJM.

Maria João / Orquestra de Jazz de Matosinhos, Amoras e framboesas, 2011.

Orquestra de Jazz de Matosinhos

Norberto Lobo

Norberto Lobo é um músico lisboeta nascido em 1982. Autodidata, começou a tocar guitarra aos 8 anos e teve, desde cedo, “bandas de Garagem” com os irmãos, também músicos. Tido como um dos melhores guitarristas portugueses da sua geração, lançou o primeiro álbum, “Mudar de Bina”, em 2007, uma homenagem a Carlos Paredes.

Desde então, gravou outros seis discos – “Pata Lenta” (2009), “Fala Mansa” (2011) e “Mel Azul” (2012), editados pela portuguesa Mbari; e “Fornalha” (2014), “Muxama” (2016) e “Estrela” (2018), com edição da suíça three:four records.

Norberto Lobo tem colaborado com diversos músicos, tais como Yaw Tembe, Eric Chenaux, Marco Franco, Bruno Pernadas ou João Lobo.

As melodias mais auspiciosas e melancólicas são enriquecidas pela profundidade harmónica e riqueza da herança do samba e da bossa nova, e a sua expressão artística é fruto da pujante curiosidade pela vida e pelas pessoas — músicos, públicos, outras pátrias, línguas e culturas — e uma particular inquietude estética perante a linguagem musical que vem oferecendo com a sua guitarra de seis cordas.

Norberto Lobo, guitarrista

Norberto Lobo, guitarrista, créditos Luís Sousa

Álbuns

Mudar de Bina ‎(CD, Álbum) Bor Land BL034 2007
Pata Lenta ‎(CD, Álbum) Mbari Musica MBARI07 2009
Fala Mansa ‎(CD, Álbum) Mbari Musica MBARI13 2011
Mel Azul ‎(CD, Álbum) Mbari Musica MBARI16 2012
Norberto Lobo, João Lobo – Mogul de Jade ‎(CD, Álbum) Mbari Musica MBARI22 2013
Fornalha 2 versões Three:four Records 2014
Oba Loba, Norberto Lobo / João Lobo – Oba Loba 2 versões Shhpuma 2014
Giovanni Di Domenico, Norberto Lobo, Tetuzi Akiyama, Jim O’Rourke – Duos With Guitars ‎(2xLP, Álbum, Ltd) Silent Water SW011 2015
Muxama 2 versões Three:four Records 2016
Norberto Lobo, Eric Chenaux – The Byre ‎(LP, Álbum) Three:four Records TFR040 2017
Estrela 2 versões Three:four Records 2018

Fonte: Discogs

Norberto Lobo, Mel azul, 2012.