Alexandre Frazão estreou-se em 2024, em nome próprio, com “Quintessência”. Quinteto constituído por Alexandre Frazão (Bateria), Tomás Marques (Saxofone Alto e Tenor), Luís Cunha (Trompete), Manuel Oliveira (Piano) e Rodrigo Correia (Contrabaixo)
Alexandre Frazão, Quintessência
Álbuns
TGB: Sérgio Carolino / Mário Delgado / Alexandre Frazão – Tuba Guitarra & Bateria (CD, Álbum) Clean Feed CF023CD 2004
João Moreira, Ben Monder, Pete Rende, Matt Pavolka, Alexandre Frazão – TOAP Colectivo Vol.3 (CD) Tone Of A Pitch TOAP033 2009
TGB (2) : S.Carolino, M.Delgado, A.Frazão – Evil Things (CD, Álbum) Clean Feed CF181CD 2010
Pianista natural da Marinha Grande, Pedro Nobre iniciou os estudos musicais em 2003 na Escola de Jazz Luís Villas Boas do Hot Clube de Portugal terminando em 2008. Em 2009 entrou na Escola Superior de Musica de Lisboa concluindo a licenciatura em Licenciatura em Música do curso de Jazz em 2012.
Desde 2005 tem tocado em vários projectos com músicos como Pedro Moreira, Nuno Costa, André Fernandes, Afonso Pais, Jorge Reis, Luís Cunha, Daniel Vieira, Ricardo Toscano, António Bruheim, César Cardoso, Pedro Felgar, André Rosinha, António Quintino, Vânia Fernandes, Beatriz Nunes, Margarida Campelo, entre outros.
Em 2013 gravou o disco “com os pés na terra” da Rita Dias que tem a participação especial de Paulo de Carvalho e Celina da Piedade e participou no disco dos “Spill” de André Fernandes.
É pianista da Orquestra Jazz de Leiria desde a sua formação onde trabalhou com vários músicos com reconhecimento nacional, entre eles, Pedro Abrunhosa, David Fonseca, Luísa Sobral, Áurea, Tiago Bettencourt, Ana Bacalhau, Maria João, Herman José.
Lecciona Piano, Teoria Musical, Formação Auditiva e Música de Conjunto em várias escolas na área de Lisboa e Leiria, entre elas o Hot Clube de Portugal, New Music School, Colégio Guadalupe e Orfeão de Leiria.
É responsável pela produção da Orquestra de Jazz do Hot Clube de Portugal desde 2013.
Discografia
Álbuns
E Depois… (CD, Álbum) 2017
Living Tides (CD, Álbum) CD 2022
Rita Maria (Lisboa, 1984) começou a estudar música aos oito anos e desde os catorze a cantar jazz.
Estudou canto lírico no Conservatório Nacional de Música de Lisboa, Jazz na Escola de Jazz do Barreiro, ESMAE (Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo) Porto e também na Berklee College of Music em Boston como aluna bolseira.
Passou parte da sua vida adulta entre Portugal, Estados Unidos e Equador. Rita Maria deambula entre a improvisação do Jazz e a nostalgia do Fado, o Experimentalismo, a fusão com World Music e o Rock.
Partilhou o palco com músicos como Mário Laginha, Carlos Bica, Filipe Raposo, Nuno Costa, João Paulo Esteves da Silva, André Fernandes, Albert Sanz, Afonso Pais, Mário Franco, Luís Figueiredo, José Eduardo, João Barradas, Sara Serpa, André Matos, Paula Sousa, Elias Meister, Ziv Ravitz, Cris Case, Yago Vázquez, Alex Alvear, Igor Icaza, María Tejada, Donald Régnier, entre outros.
Colaborou com as seguintes Orquestras: OJM (Orquestra de Jazz de Matosinhos), OHCP (Orquestra do Hot Clube de Lisboa) com Jonh Hollenbeck e Perico Sambeat, BBJ (Big Band Júnior) e Orquesta Andina (Equador).
Gravou Álbuns com e para os seguintes artistas: Elias Meister, Yeray Jiménez, Nuno Costa, João Firmino, Afonso Pais, Kiko Pereira, Luís Figueiredo, Amélia Muge, Rão Kyao, Lars Arens Band Larga, Dixie Gang, Sayuri Shimizu.
Participou e gravou no projecto solista do músico e compositor equatoriano Igor Icaza e também com o grupo de Rock Equatoriano Sal y Mileto.
Desde 2015 que é cantora da Banda Stockholm Lisboa Project (World Music) gravando o disco “Janela”.
Lançou em 2016 com o guitarrista e compositor Afonso Pais o disco “Além das Horas” pela ENJA Records.
É cantora da banda Saga Cega, que lançou o seu álbum de estreia “À Deriva” em 2017.
Recebeu o Prémio de Artista do Ano, Prémios RTP/Festa do Jazz 2018.
O projeto Círculo: fruto do trabalho composicional colaborativo do Trio composto por Rita Maria, Luís Figueiredo e Mário Franco, teve estreia em disco em 2020.
Estreou em 2020 o seu mais Trio: Quang Ny Lys, projeto colaborativo com os músicos João Mortágua e Mané Fernandes.
Discografia
Álbuns
Jari Marjamäki, Miguel Mira, Luís Vicente, Rita Maria – Untitled (3xFile, FLAC) Unload. 2013
Afonso Pais & Rita Maria (2) – Além Das Horas (CD, Álbum) Enja Records 9623 2 2016
Luís Figueiredo, Rita Maria, Mário Franco – Círculo (2xLP, Álbum, Gat) Roda Music 194660857439 2020
Rita Maria, cantora jazz
https://www.discorama.pt/wp-content/uploads/2022/11/rita-maria-cantora-jazz.jpg400400António Ferreirahttps://www.discorama.pt/wp-content/uploads/2022/08/discorama-logo-300x300.jpgAntónio Ferreira2022-11-09 20:28:012023-04-18 10:16:13Rita Maria
Saxofonista, compositor e maestro português, membro do Moreiras Jazztet, Pedro Moreira nasceu em Lisboa, em 1969, e começou a estudar saxofone aos 12 anos.
Em 1985 formou o grupo Moreiras Jazztet, com os seus irmãos Bernardo e João, com o qual realizou inúmeros concertos no país (Continente, Açores e Madeira), participando nos principais festivais nacionais. Fez actuações também nos EUA, Paris, Barcelona, Madrid, Moçambique, África do Sul e Costa do Marfim.
Com esse grupo gravou um CD, Luandando (Groove/Movieplay), com a participação do trompetista Freddie Hubbard.
Dirige a Big Band do Hot Clube de Portugal desde 1991, com a qual realizou inúmeros concertos e gravou um CD com os convidados Benny Golson, Eddie Henderson e Curtis Fuller. Com esta formação apresentou-se, entre outros locais, no festival “Jazz em Agosto” da Fundação Gulbenkian (com Mark Turner) e em Madrid, no prestigiado Círculo das Belas Artes. Parte para Nova Iorque em 1996, onde desenvolve a sua actividade de com- positor, paralelamente à de saxofonista.
Em 2000 concluiu o Mestrado em Composição Clássica no Mannes College of Music, depois de obter a Licenciatura em Jazz e Música Contemporânea pela New School University.
Desta fase destacam-se as suas colaborações como assistente musical e arranjador nos álbuns Gershwin’s World de Herbie Hancock (premiado com três Grammy Awards) e Alegria de Wayne Shorter. Em 2000, a Orquestra Filarmónica de Estugarda executou uma orquestração sua, num concerto dedicado ao cross-over orquestral. Recebeu, em 1998, o prémio “Down Beat Music Student Award” nas categorias de “Best Jazz Group” e “Outstanding Performance”.
Colaborou com músicos como Dave Liebman, Joe Chambers, Bobby Short, Benny Golson, Eddie Henderson, entre outros. Foi assistente musical do maestro Robert Sadin. Sob a direcção deste, actuou na recriação dos arranjos clássicos de Gil Evans de Porgy and Bess e Sketches of Spain, com os solistas Tom Harrell e Tim Hagans, no festival “Jazz em Agosto” da Fundação Gulbenkian.
É Director Artístico do Festival de Jazz da Alta Estremadura. É Director Musical da Orquestra Experimental AngraJazz, assim como da Orquestra de Jazz do Conservatório da Madeira. Colaborou na colecção “Let’s Jazz” do jornal Público, escrevendo o volume sobre Ornette Coleman.
Como arranjador, tem colaborado com várias figuras da música portuguesa, como Pedro Abrunhosa, Carlos do Carmo e Rodrigo Leão.
Álbuns
Pedro Moreira, Jorge Reis, André Fernandes, Nelson Cascais, Bruno Fernandes – T.O.A.P. Colectivo (Volume I) (CD, Álbum) Tone Of A Pitch TOAP016 2006
Marcelo dos Reis nasceu em Lisboa a 1984. É uma das figuras proeminentes da nova geração de improvisadores europeus. O seu trabalho tem sido altamente aclamado, e foi nomeado um dos cinco melhor guitarristas pelo El Intruso – 8ª e 9ª Conferências Anual Internacional de Críticos Musicais.
A sua abordagem idiossincrática à guitarra, coloca-o como uma das figuras centrais da improvisação musical portuguesa.
Trabalha em grupos como Pedra Contida, Open Field, Staub Quartet, In Layers, e em Duo com Eve Risser e Luis Vicente, Chamber 4 e Fail Better!, este último considerado como dois dos melhores grupos revelação nos últimos anos.
Tem partilhado palco com vários músicos de renome como: Burton Greene, Elliott Sharp, Burkhard Beins, Liz Allbee, Evan Parker, Carlos Zíngaro, Toshimaru Nakamura, Andrea Neumann, Théo Ceccaldi, Werner Dafeldecker entre muitos outros.
Trabalha regularmente com a companhia de teatro Marionet, para quem compõe bandas sonoras originais e compõe música para teatro.
Marcelo organiza o ciclo de concertos Double Bill, é curador da editora discográfica Cipsela e é coordenador e docente na Academia de Música do Centro Norton de Matos.
Discografia
Álbuns
Luís Vicente / Marcelo Dos Reis / Marco Franco – Untitled (3xFile, WAV) Unload. 2012
Marcelo dos Reis / Angélica V. Salvi – Concentric Rinds (CD, Álbum, Ltd) Cipsela CIP004 2015
Marcelo dos Reis | Luís Vicente | Théo Ceccaldi | Valentin Ceccaldi: Chamber 4 – Chamber 4 (CD, Album) FMR Records FMRCD393-0615 2015
Onno Govaert, Marcelo dos Reis, Luís Vicente, Kristján Martinsson: In Layers – In Layers (CD, Album) FMR Records FMRCD427-1116 2016
Marcelo dos Reis / Eve Risser – Timeless (CD, Álbum) JACC Records 34 2017
Cascas (CD, Album, Ltd) Cipsela CIP007 2017
Marcelo dos Reis / Valentin Ceccaldi / Marco Franco / Luís Vicente – Points (CD, Álbum, Ltd) Multikulti Project MPSMT 016 2019
Valinho, Vicente, dos Reis, Lucifora* – Light Machina (CD, Album) Multikulti Project MPSMT 023 2021
Marta Warelis, Carlos “Zíngaro”, Helena Espvall, Marcelo Dos Reis – Turquoise Dream (CD, Álbum) JACC Records JR 42 2021
Glaciar (CD, Álbum) Miria Records 001 2021
Superimpose With Witold Oleszak And Marcelo dos Reis – Live At 5th Spontaneous Music Festival (CD, Album, Ltd, Num) Multikulti Project 2022
Marcelo dos Reis – Rosso – Valinho – Cirera – Almeida – The Caldas Concert (Live At Igreja Do Espírito Santo) (CD, Álbum) Multikulti Project MPSMT 027 2022
Miscelâneas
Luís Vicente, Marco Franco, Marcelo dos Reis – Untitled (3xFile, MP3, 320) Unload. 2013
Fonte: Discogs
Marcelo dos Reis, guitarra, jazz, improvisação
https://www.discorama.pt/wp-content/uploads/2022/11/marcelo-dos-reis-guitarra-jazz-improvisacao.jpg400400António Ferreirahttps://www.discorama.pt/wp-content/uploads/2022/08/discorama-logo-300x300.jpgAntónio Ferreira2022-11-08 22:24:412023-04-04 08:50:21Marcelo dos Reis
Paulo Curado nasceu em Espinho em 1960. Com formação clássica e jazzística, na Academia de Amadores de Música, no Conservatório Nacional e na Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal, Paulo Curado situa-se, como instrumentista, na área do jazz e da música improvisada. Neste contexto colabora regularmente com outros músicos e interage com expressões diversas, das quais destaca:
SHISH co-fundador com José Peixoto 1984
Plopoplot pot dirigido por Nuno Rebelo em 1990
Idefix dirigido por Sérgio Pelágio em 1992
O Lugar da Desordem, Trio de Paulo Curado desde 1995 com Bruno Pedroso, baterista e Pedro Gonçalves, contrabaixista
The Implicate Order/at Seixal em 2001 com Steve Swell, Ken Filiano, Lou Grassi e Rodrigo Amado
LIP dirigido por Rodrigo Amado – participação no disco do grupo gravado ao vivo no festival lxmescla, editado em 2002
Sonografias com o pintor António Jorge Gonçalves, que pinta em tempo real em suporte digital projectado de maneira a tirar partido da arquitectura envolvente, apresentado pela primeira vez na Fábrica da Pólvora.
As Sete Ilhas de Lisboa, Trio com João Paulo Esteves da Silva, pianista e Bruno Pedroso, baterista, que se estreou no Jazz em Agosto 2003
Party, de Hugo Maia na Casa dos Dias de Água em 2004, reposto na ZDB em 2005
Multiplismos, ciclo da Granular na ZDB em que tocou flauta com um septeto de, laptopers em 2005
Durante os anos 1980, participou nos grupos de Janita Salomé, José Mário Branco, Júlio Pereira, músicos fundamentais da Música Popular Portuguesa e a num concerto no Teatro S. Luiz do guitarrista Carlos Paredes, gravado pela RTP.
Como compositor, tem trabalhado para teatro, dança, cinema de animação e música para crianças
Bom Dia Benjamim, co-autor, com José Peixoto e Nuno Artur Silva do projecto dum disco e um livro infantil com desenhos de Cristina Sampaio, editados pela Movieplay, uma peça de teatro produzida para a Expo 98, encenada por António Feio e uma série de animação realizada por Nuno Amorim.
O Estranho Caso dos Sons Marados – autor das músicas e da sonorização – CD infantil com guião das Produções Fictícias, produzido pela Spara.
Para teatro, compôs as músicas para as peças:
A Vida Não é Literatura, encenação de Suzana Borges, na Cultrgest;
Ninguém Está Virgem encenação de António Feio, no Teatro Universitário da Faculdade de Economia de Lisboa
Perdidos em Yonkers
Duas Semanas com o Presidente encenação de António Feio no CCB
Arte encenação de António Feio, no Teatro Vilaret
Elefantes no Jardim de Virgílio Almeida encenação de Teresa Sobral, no Teatro Taborda
Rastos de António Ferreira, encenação de Paulo Filipe, no Teatro Aberto
Terrorismo dos irmãos Presniakof, encenação de Jorge Silva Melo, no Teatro Taborda
O Amor de Fedra de Sara Kane, encenação de Jorge Silva Melo
Direcção e desenho de som da peça, no CCB
Dois Irmãos de Fausto Paravidino, encenação de Jorge Silva Melo, no Festival de Teatro de Almada
A Fábrica de Nada de Judith Herzberg, co-composição com Rui Rebelo, encenação de Jorge Silva Melo, na Culturgest
Flash Black de Denis Mpunga, encenação de João Miguel Rodrigues, no CCB
Para dança, compôs as músicas para as coreografias:
Despe-te e Nada e Miss Liberty de Mónica Lapa
Déclassé de Amélia Bentes
Para cinema de animação compôs músicas para os filmes
Cof cof e Staurt de José Pedro Cavalheiro,
A caixa Negra de Nuno Amorim,
Fragmentos de Sal de Cristina Teixeira
De Cabeça Perdida e
Selo ou não Sê-lo de Isabel Aboim,
e para as séries:
A Demanda do R e Os Patinhos de Rui Martins e Humberto Santana
Bom Dia Benjamim, realização de Nuno Amorim, baseada em desenhos de Cristina Sampaio
As Aventuras de Moli, de Ricardo Branco, produzida pela Animanostra
Foi sócio da produtora de animação Animais, lda. desde 1997 até 2005, onde fez sonoplastia e direcção de som, tendo trabalhado nas sonorizações dos filmes atrás referidos e no Jantar em Lisboa de André Carrilho , na adaptação para série de animação de ´Bom Dia Benjamim e na série produzida pela Animanostra “Ficções do Assombro”.
Colaborou, de 1996 a 2000, no Atelier de Técnicas Narrativas da Fundação Calouste Gulbenkian, onde assinou músicas e/ou sonoplastias de filmes premiados, como ‘Lado B’, ‘Inverno’ e “Sopa Fria.
Foi durante dois anos lectivos professor de música da Escola do Chapitô.
Fonte: UA
Discografia
Álbuns
João Paulo / Paulo Curado / Bruno Pedroso – As Sete Ilhas De Lisboa (CD, Álbum) Clean Feed CF013CD 2003
Ernesto Rodrigues, João Silva, Paulo Curado, Bruno Parrinha, Miguel Almeida, Carlos Santos, João Valinho – Stratus (CD, Álbum) Creative Sources CS 550 CD 2018
Ernesto Rodrigues, Paulo Curado, Bruno Parrinha, Eduardo Chagas – Backlightning (CD, Álbum) Creative Sources CS 556 CD 2018
Ernesto Rodrigues, Guilherme Rodrigues, Paulo Curado, João Silva, Andre Hencleeday, Carlos Santos (2), João Valinho – Spiegel (CD, Álbum) Creative Sources CS 598 CD 2019
Miscelâneas
Diatribes + Curado + Viegas – Travessia Dos Respigadores (7xFile, MP3, VBR) Test Tube tube183 2009
Maria Radich & Paulo Curado – Untitled (2xFile, MP3, VBR) Sabaduos Podcast #2 2012
Músico compositor e artista visual autodidata, Marco Franco nasceu em 1972, em Lisboa.
Iniciou o seu percurso musical em 1986, e colabora como percussionista em múltiplos projectos. Entre 2006/2011 gravou “Baligo” e “Coração Pneumático” do seu grupo Mikado Lab.Em 2017, a editora Revolve editou “Mudra” para solo piano, integra o grupo “Montanhas Azuis” com Norberto Lobo e Bruno Pernadas e gravaram “Ilha de Plástico“.
Fez a sua primeira exposição individual “Parágrafo” na Galeria ZDB com curadoria de Natxo Checa no ano de 2020.
Criou música para teatro, dança e cinema e ilustrou capas de editoras como a Clean Feed, Douda Correria entre outras.
Com um vasto passado no rock e no jazz, Marco Franco é um nome familiar no imaginário pop português, que de forma alguma poderia estar preparado para o descobrir sentado ao piano, longe das peles. Mas é à flor da pele que a composição de Franco, autodidacta nas teclas, se sente, existindo numa tensão minimalista com um universo colorido de notas e de progressões maiores, alegres e cheios de um amor universalizado.
“Mudra”, o primeiro álbum a solo no piano, é uma guinada de um passado profundamente enraizado no indie e no jazz, com passagens em projectos como Mikado Lab, Peste e Sida, Montanhas Azuis e colaborações com Dead Combo, Carlos Bica e Memória de Peixe, para um futuro sedimentado num contexto mais erudito, mas que não se dilui em comunicação.
Discografia
Álbuns
Ernesto Rodrigues, José Oliveira, Marco Franco – 23 Exposures (CD, Álbum) Creative Sources CS 003 CD 2001
Nuno Rebelo / Kato Hideki / Marco Franco – ZDB (CD, Álbum) Raka RKIS001CD 2002
Luís Vicente / Marcelo Dos Reis / Marco Franco – Untitled (3xFile, WAV) Unload. 2012
Luís Vicente, Rodrigo Pinheiro, Hernâni Faustino, Marco Franco: Clocks And Clouds – Clocks And Clouds (CD, Álbum) FMR Records FMRCD371-0214 2014
Per Gärdin / Rodrigo Pinheiro / Marco Franco / Travassos – Oblique Mirrors 2 versões ibnmusik, ibnmusik 2015
Mudra 2 versões Revolve 2017
Gonçalo Almeida, Rodrigo Amado, Marco Franco – The Attic 3 versions NoBusiness Records 2017
Per Gärdin, Travassos, Marco Franco – Oblique (Trio) (CDr, Álbum, Ltd) ibnmusik ibn004 2018
Marcelo dos Reis / Valentin Ceccaldi / Marco Franco / Luís Vicente – Points (CD, Álbum, Ltd) Multikulti Project MPSMT 016 2019
Arcos (CD, Álbum) Revolve #0000 2021
Miscelâneas
Luís Vicente, Marco Franco, Marcelo dos Reis – Untitled (3xFile, MP3, 320) Unload. 2013
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