Gisela João nasceu e cresceu em Barcelos, viveu seis anos no Porto e mudou-se para Lisboa. Sendo a mais velha de 7 irmãos, de uma família ligada pelo trabalho à indústria têxtil, teve, ainda criança, o primeiro contacto com o Fado através da rádio e começou logo a cantá-lo. Primeiro para a família, depois para os amigos e vizinhos e em concursos locais.
Quis estudar design de moda, mudou-se para o Porto e acabou no circuito boémio da Invicta, a cantar numa casa de Fados da Ribeira.
Finalmente o canto impôs a sua vontade e levou-a para Lisboa.
Numa pequena casa “emprestada” na Mouraria debateu-se com o peso imenso da solidão, pensou várias vezes em desistir, mas resistiu. Conquistou o Sr. Vinho, a Tasca da Bela, a Mesa de Frades primeiro, para depois encher a Fábrica do Braço de Prata, o Lux, e uma pequena legião de fãs esgotou o Pequeno Auditório do Centro Cultural de Belém duas semanas antes do espectáculo.
Chegada a hora de gravar o primeiro disco, encontrou em 2013 em Frederico Pereira o cúmplice ideal e depois de ultrapassarem a difícil tarefa de escolher repertório iniciaram as gravações.
Após o concerto de apresentação do disco de estreia no Centro Cultural de Belém, electrizou inúmeros palcos de Norte a Sul do País. Rapidamente foi convidada para se apresentar nos mais variados palcos internacionais, como em Ghent, Copenhaga, Madrid, Nova Iorque, Mérida, Manchester, Paris, Marselha, Rio de Janeiro, Bruxelas, Londres.
Ganhou galardões de Ouro e Platina pelo seu disco de estreia, juntamente com o Prémio Revelação na VIII Gala dos Prémios Amália, o Prémio de Mulher do Ano 2015 na Gala GQ Men Of The Year Awards 2015 e com o Globo de Ouro para Melhor Intérprete Individual, na XIX Gala dos Globos de Ouro.
Em 2016 estreou um novo álbum, com o nome “Nua”, cantando letras de artistas de diferentes áreas musicais como Capicua e Cartola. Em 2018, a convite do Centro Cultural de Belém, apresentou-se em palco com o espectáculo “Uma Noite de Natal”, interpretando canções do cancioneiro americano.
Gravado entre Lisboa e Barcelona, em “AuRora” (2021), o seu terceiro álbum, Gisela assume-se como letrista e compositora.
Fonte: HM Música
Discografia
Álbuns
Gisela João 3 versões Edições Valentim de Carvalho, Montepio 2013
Gisela João (CD, Álbum, Promo) HMMusic Promo 2013
Sem Filtro (CD, Álbum) Edições Valentim de Carvalho none 2014
Ao Vivo (LP, Álbum+ CD, Álbum+ Álbum) Edições Valentim de Carvalho 0314-1 2015
Nua 4 versões Edições Valentim de Carvalho 2016
Aurora 3 versões Sons Em Trânsito 2021
Fonte: Discogs
Gisela João
https://www.discorama.pt/wp-content/uploads/2022/09/gisela-joao-fadista.jpg400400António Ferreirahttps://www.discorama.pt/wp-content/uploads/2022/08/discorama-logo-300x300.jpgAntónio Ferreira2022-09-09 14:47:172023-05-04 23:54:02Gisela João
Camané é um fadista que nasceu em Oeiras a 22 de dezembro de 1967. O primeiro contacto de Camané com o Fado ocorreu um pouco por acaso, quando durante a recuperação de uma maleita infantil se embrenhou na colecção de discos dos pais e descobriu os grandes nomes do Fado: Amália Rodrigues, Fernando Maurício, Lucília do Carmo, Maria Teresa de Noronha, Alfredo Marceneiro e Carlos do Carmo…
A Alma Jovem do Fado (LP, Álbum) FF FFLP 30.088 1982
Uma Noite de Fados (CD, Álbum) EMI 832905 2 1995
Ao Vivo na Zaal 100 (CD, Álbum) Circulo De Cultura Portuguesa Na Holanda CCPH001 1997
Na Linha da Vida 3 versões EMI 1998
Esta Coisa da Alma (CD, Álbum) EMI 7243 525001 2 3 2000
Pelo Dia Dentro (CD, Álbum) EMI 7243 5 36798 2 8 2001
Ao Vivo – Como Sempre, Como Dantes 2 versões Emi 2003
Sempre de Mim 2 versions EMI Music Portugal 2008
Ao Vivo no Coliseu (CD + DVD) EMI Music Portugal 9654712 2009
Do Amor e dos Dias 4 versões EMI Music Portugal 2010
Camané – Originais (2xCD, Álbum) Warner Music Portugal 9990846332 2011
Infinito Presente 2 versões Parlophone, Warner Music Portugal 2015
Camané Canta Marceneiro 2 versões Parlophone, Warner Music Portugal 2017
Camané & Mário Laginha – Aqui Está-se Sossegado 2 versões Warner Music Portugal 2019
Horas Vazias 2 versões Parlophone 2021
Singles & EPs
Vou-me apresentar (7″, EP) Not On Label CA 001 1979
Eu sou a sombra pequena (7″, Single) Aquila N-S-77 7 1979
Cantiga do meu tamanho / Primavera. Primavera (7″, Single) Aquila N-S776 1979
O Fadista da Costa do Sol (7″, EP) Metro-som EP 1055/S 1979
Ai que Saudades (7″, Single) MBP 7020097 1988
Guitarras de Lisboa (CD, Single, Promo) EMI PROMO 3/95 1995
Se ao menos houvesse um dia (CD, Single) EMI promo 03/00 2000
Ela tinha uma amiga (CD, Single, Promo) EMI, EMI promo 02/02, 02/02 2002
Quadras (CD, Single) Capitol Records 7243 5 48277 2 3 2004
A Guerra das Rosas (CD, Maxi, Promo) EMI Music Portugal 50999 9 09006 2 4 2010
Compilações
The Art Of Camané – The Prince Of Fado (CD, Comp) EMI Music Portugal, Hemisphere 7243 5 94345 2 0 2004
Para uma História do Fado (CD, Álbum, Comp) EMI CSCD14 2004
O Melhor do Fado – A Essência Do Povo Português (CD, Comp) EMI Music Portugal 2012
Esta Coisa da Alma / Uma Noite De Fados (CD, Álbum + CD, Álbum + Box, Comp, Ltd, Sli) Capitol Records, EMI 50999 7 05031 2 8 2012
O Melhor do Fado Vol.1 (CD, Comp, Dlx) EMI Music Portugal, Planeta DeAgostini FA101 2012
O Melhor 1995-2013 3 versões EMI, EMI 2013
Vídeos
Ao Vivo no São Luiz (DVD-V) EMI Music Portugal 3 59947 9 2006
Miscelâneas
Sempre de Mim 2 Fados (CD, Promo) EMI Music Portugal, Capitol Records 5099 2 154432 2 3 2008
Sempre de Mim (CD, Promo, Smplr) Capitol Records, EMI Music Portugal 5602 2 273050 7 1 2008
Do Amor e dos Dias – 2 Fados (CD, Promo, Smplr) Capitol Records 50999 9 1 7398 2 7 2009
Ana Margarida Laíns da Silva Augusto, conhecida por Ana Laíns (16 Agosto, 1979-) é uma fadista portuguesa nascida em Tomar.
Em 2014, ano em que comemorou 15 anos de carreira, Ana Laíns foi nomeada Embaixadora das Comemorações dos 8 Séculos de Língua Portuguesa.
Ana Laíns cantou pela primeira vez em público aos 6 anos. Desde cedo descobriu o seu talento para a música e aos 15 anos cantou, em público, o seu primeiro Fado. Após ter vencido a Grande Noite do Fado de Lisboa, em 1999, decidiu apostar na sua carreira musical e apresentou-se nos Estados Unidos, Alemanha, Bélgica e Luxemburgo.
Apesar de ter assinado o seu primeiro contrato discográfico em 2003, com a editora Difference, só sentiu maturidade para gravar o seu disco de estreia no final de 2005, contando com a ajuda de Diogo Clemente na direcção musical e produção. Em 2006 chegou por fim ao mercado o primeiro álbum – “Sentidos”, onde interpreta alguns dos seus poemas de eleição, de autoria de Florbela Espanca, Lídia Oliveira e António Ramos Rosa, entre outros, e no qual conta com um naipe de músicos de excepção.
Em 2009 surgiu o convite de Boy George para gravar em dueto “Amazing Grace” e, em 2010, lançou o álbum “Quatro Caminhos”, que conta novamente com a cumplicidade de Diogo Clemente na produção e direcção musical. Na Holanda, a revista “Jazzism” refere-se ao álbum como a verdadeira World Music vinda de Portugal, e a “VPro Gids” fala da elegância e do comando natural que a cantora tem sobre a sua voz, e nomeia o álbum nos 10 melhores discos do ano na área da World Music. Em Inglaterra, o “Daily Planet” concorda, e salienta a voz pura e poderosa.
Em 2017 surgiu “Portucalis”, o disco que valeu à cantora nomeações nas categorias para “Melhor Cantora Portuguesa 2017”, “Melhor Canção 2017” e “Melhor Concerto 2017”, tendo como referência o concerto na Casa da Música no Porto. O disco foi considerado um dos 10 melhores álbuns do ano pela imprensa sueca e espanhola. A revista belga “Rootstime” afirma que aos 38 anos, Ana Laíns confirma categoricamente a sua identidade e lança o seu melhor álbum até à data. Na Holanda, a “Mixed World Music” refere-se à cantora enquanto personificação da identidade portuguesa. “Portucalis” é uma viagem pela língua e etnografia portuguesas, e conta com colaborações de luxo, tais como Ivan Lins, Luís Represas, Mafalda Arnauth ou Filipe Raposo.
Em 2018, o álbum foi ouvido em mais de 30 concertos, em países como Portugal, Espanha, Suécia, França, Holanda, Turquia, Tunísia, Roménia ou Polónia. Concertos onde, invariavelmente, Ana Laíns deixou a sua marca, por se tratar de uma cantora diferente, que apresenta uma viagem global pela cultura da Portugalidade. Destaque para o concerto de encerramento das “Festas do Mar” de Cascais, integralmente pensado e produzido pela cantora, em parceria com o município e a Orquestra Sinfónica de Cascais, em que a Lusofonia foi o núcleo de uma noite memorável, que reuniu no mesmo palco: Fafá de Belém, Luís Represas, Stewart Sukuma, Paulo Flores, Karyna Gomes, Lura, Tonecas Prazeres e Piki Pereira, em representação dos 8 países de Língua Portuguesa.
O ano de 2021 revelou-se o ano de consagração da cantora, com o sucesso do novo álbum de celebração de 20 anos de Carreira, com entrada directa para o 1o lugar do Top Nacional de vendas, e uma digressão nacional e internacional com mais de 30 datas em países como a Croácia (Teatro Nacional de Zagreb), Lituânia (Sofijos Festivalis), Ibiza (Festival Nits de Tanit), Turquia (Ópera de Ankara, a convite da Orquestra Sinfónica da presidência turca) ou Brasil (Sala CCBB de Brasília).O Sucesso da digressão no Brasil em Novembro de 2021, valeu a Ana Laíns o convite da Embaixada de Portugal em Brasília para produzir concerto oficial de Celebração do Dia de Portugal e das Comunidades, e a sua 2a digressão em território brasileiro a acontecer em Junho de 2022.
Discografia
Sentidos 2 versões Different World 2006
Quatro Caminhos 2 versões SevenMuses MusicBooks, Difference Music 2010
Portucalis (CD, Álbum) SevenMuses MusicBooks SM030-CD 2017
Singles & EPs
Boy George Ft Ana Lains – Amazing Grace (CDr, Single, Promo) Decode PRO-DC003CD 2011
Yolanda Soares é soprano e “crossover singer”. Os seus pais sempre cantaram Fado e apesar de não ser esse o seu percurso, acabou mais tarde por ser também uma das suas grandes influências. O seu trajecto artístico e musical começou com oito anos de idade no curso de Dança do Conservatório Nacional de Lisboa, completando cinco anos. Inicia-se no canto aos 15 anos no Coro “Os Pequenos Cantores de Lisboa”, onde a sua voz começou por integrar o naipe dos contraltos e acabou no naipe dos sopranos, com algumas experiências também como solista.
Com 17 anos ingressou no curso de canto do mesmo Conservatório, estudando durante todo o curso com Manuela de Sá. O canto lírico e a música clássica foram determinantes nos seus gostos e escolhas musicais e artísticas mas não sendo esse, na altura, o seu sonho mais preponderante (o de ser cantora lírica), Yolanda procurou experiências musicais diversas noutros estilos, principalmente que se relacionassem com musicais da Broadway.
O seu gosto por três áreas – o canto, a dança e a representação -determinou as suas escolhas e desde então começou a trabalhar e obter experiências em tudo o que pudesse conciliar essas áreas. Começa a trabalhar com 17 anos numa peça musical no Parque Mayer, “A Grande Festa”. Depois entra para o Coro do musical “Maldita Cocaína” de Filipe La Féria. Entretanto vai tendo inúmeras experiências como actriz e cantora em bandas e como voz de apoio da cantora Adelaide Ferreira até começar a trabalhar como cantora principal em espectáculos organizados para cruzeiros, onde obteve uma grande experiência em vários estilos musicais.
Apesar da sua voz ter sido educada para o canto lírico, Yolanda prefere desenvolver outras formas de utilização da sua voz com todas as experiências que se vão proporcionando e torna-se versátil e uma “crossover singer”. Trabalhou durante quatro anos no Casino Estoril como solista acompanhada por um Trio de jazz e um ano no Casino da Póvoa com um quarteto. Durante as suas actuações enquanto solista o seu repertório incluía standards de jazz, música brasileira, rock, pop, Fado, clássicos da Broadway e canto lírico. Yolanda abrangia, com a idade de 24 anos, uma diversidade de estilos e uma versatilidade vocal surpreendente.
Após todo este trajecto decidiu voltar ao canto lírico devido a diversas circunstâncias profissionais que se proporcionaram. Recomeçou a estudar e a tirar algumas classes de aperfeiçoamento com cantoras líricas nacionais e internacionais como Elizete Baian, Elena Dumitrescu Nentwig, Enza Ferrari, Lella Curbelli e Fiorenza Cossotto. Tem aulas de canto com Elvira Ferreira.
Em 2002 formou a sua própria empresa, A By the Music Produções, juntamente com Carlos Vicente, na sequência de um espectáculo com árias de ópera que idealizou e produziu com o nome de “Noites de Ópera em Lisboa”, onde convida vários cantores líricos e formando um grupo a que deu o nome de “Ópera Viva”.
Gravou um CD com este grupo e começa a fazer inúmeros espectáculos de ópera de Norte a Sul do país, dado o sucesso de solicitações que conseguiu com este criativo projecto de ópera. Fez várias apresentações na televisão e as inúmeras actuações em Portugal e algumas em Espanha deram-lhe a força e convicção para continuar a desenvolver a empresa e ter um papel cada vez mais preponderante também como criativa, directora artística e produtora.
Desde então criou todos os projectos e espectáculos da empresa By the Music e animações para eventos que lhe foram solicitados. Em 2005, foi-lhe solicitado um espectáculo que fosse original para uma iniciativa solidária a ser apresentado na Aula Magna. Foi na sequência deste pedido que Yolanda Soares concebeu Fado em Concerto, onde decidiu homenagear o Fado unindo-o ao canto lírico, à música clássica e ainda com laivos de música contemporânea e electrónica, numa produção arrojada que incluiu orquestra, um Coro de cinco cantores líricos e bailarinos.
Em 2005 gravou o CD “Musicbox – Fado em Concerto” e consegue um contrato com a Universal Music Portugal.Yolanda Soares tornou-se visível nesta altura a nível nacional e internacional. Recebeu uma nomeação como artista revelação para os Globos de Ouro, recebe um emblema de excelência atribuído por uma revista de música australiana que circulava na feira de música “MIDEM” em Cannes e faz inúmeros espectáculos de extrema importância em Portugal, entre os quais no “Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas”, para o Campeonato do mundo de Triatlo, para a banca alemã nas Ruínas do Carmo, nos Aliados do Porto, em Espanha (Galiza), para a entrega de prémios ao grupo de jornalistas da comunicação social, além de inúmeros espectáculos privados para entidades oficiais nacionais e internacionais.
Em 2010 concebeu o seu segundo trabalho discográfico, “Metamorphosis”. Um trabalho de originais com diversas influências dentro do rock sinfónico, canto gregoriano, Fado, música electrónica, pop e também canto lírico, onde se afirma igualmente como autora e compositora. Nesta altura decidiu que este trabalho discográfico passe a ser representado pela By the Music Produções também na questão editorial, terminando o seu contrato com a Universal Music Portugal. Com este projecto conseguiu o apoio de uma instituição bancária para a realização de quatro espectáculos nos Coliseus de Lisboa e Porto, em comemoração dos 170 anos da instituição. Os espectáculos realizados nos Coliseus incluíram em palco cerca de 180 artistas, entre músicos, bailarinos, coros e ainda um inédito carrilhão com 28 Sinos. Mais uma grande produção que acabou por, à posteriori, ser transmitida pela RTP 2 no programa Palcos e RTP Internacional.
Yolanda Soares fez uma digressão por Portugal com este projecto (em formato mais reduzido), dando-lhe o nome “7 Metamorphosis”, onde decidiu incluir em cada espectáculo as sete artes convidando artistas dos vários locais por onde passou para exporem as suas artes colaborando com coros, bailarinos, pintores, futuros cineastas, actores, escultores. Com Metamorphosis, Yolanda fez também um espectáculo na Moda Chiado, em frente ao Teatro Nacional de S.Carlos, a abertura do Campeonato Mundial de Remo, o Festival da Canção em Portugal e participou num dos mais emblemáticos Festivais/Concursos de Pirotecnia do Canadá a convite da Luso Pirotecnia. E ainda outras iniciativas de grande envergadura, como mais recentemente no espectáculo dos 80 anos da INATEL, no Terreiro do Paço, e no aniversário da UNESCO, realizado no Teatro Nacional de S. Carlos. Yolanda, paralelamente à sua profissão de cantora, continua como criativa e directora artística da empresa By the Music produções e, entre as gravações dos seus CD, vai criando continuamente projectos e espectáculos onde também participa como cantora, como por exemplo o mais recente “Fantasia Lírica” e “Ópera Spectacular”. Além de animações e espectáculos específicos que concebe para empresas privadas.
O seu 3º CD intitula-se “Royal Fado” (inspirado em Óperas de Amália) .É um trabalho com base no Fado e mais virado para a World Music, com influências de Tango, Flamenco, música árabe e ainda com uma forte influência do “universo” romântico da ópera, onde instrumentos como a harpa se unem à guitarra portuguesa e ao Fado, dando-lhe essa sonoridade romântica mas também algo cinematográfica.
Fonte: Yolanda Soares
Álbuns
Fado Em Concerto 3 versões By The Music 2006
Metamorphosis 3 versões By The Music 2010
Vídeos
Metamorphosis-Live At The OPorto Coliseu (DVD, Promo)
Miscelâneas
Fado Em Concerto (CD, Promo, Smplr) Not On Label none 2006
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