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Budda Power Blues

Os Budda Power Blues são a mais consagrada e respeitada banda de blues nacional. Mas não é por acaso que se lhes atribui este título. A celebrar 20 anos de carreira, têm 11 álbuns editados e centenas de concertos dados. Foram também os primeiros a representar Portugal no European Blues Challenge, chegaram ao grupo de finalistas do Cotai Jazz & Blues de Macau e partilharam palco com alguns dos maiores nomes da música nacional.

Em 2023, editaram o 12º álbum da discografia “Collective”, onde o Trio passa a sexteto, com a participação de João Andressen (harmónica), João Martins (saxofone) e Rui Pedro Silva (trompete).

A banda Budda Power Blues surgiu em 2004 de uma vontade de ter uma Jam Band, onde os músicos pudessem testar novas ideias e tocar sem os compromissos-típicos da POP – duração das canções, estrutura da canção, solos curtos ou inexistentes. O final da década de 60 e o início da década de 70 sempre foram uma referência e esse espírito de experimentalismo, da música pela música, do improviso, da exploração de novos caminhos e fusões de género, sempre fizeram todo o sentido para mim. Os Budda Power Blues nascem fruto da vontade de fazer exactamente isso, sem quaisquer expectativas a não ser fazer a música que sentia e gostava. (Excerto de entrevista a Xpressing Music)

Discografia

Álbuns

Busted ‎(CD, Álbum, Dig) Mobydick Records 2008
Kind Of Gypsys ‎(CD, Álbum, RM) Mobydick Records MR.ED08.062011CDBPB 2011
One In A Million ‎(CD, Álbum) Mobydick Records MR.ED11.042014CDBPB 2014
Budda Power Blues ‎(CD, Álbum) Mobydick Records MR.ED13.06.2015CDBPB 2015
Budda Power Blues & Maria João – The Blues Experience ‎(CD, Álbum) Mobydick Records MRED15.03.2017CDBPB+MJ 2017
Back To Roots ‎(CD, Álbum) Mobydick Records MR.ED17.032018CDBPB 2018
Live 2019 ‎(2xCD, Álbum, Liv) Mobydick Records MR.ED22.03.2020CDBPB 2020
Budda Power Blues Collective ‎(CD, Álbum) Mobydick Records 2023

Singles & EPs

Fifteen Long Years ‎(7″) Mobydick Records MR.ED20.03.2019EPBPB 2019

Fonte: Discogs

Budda Power Blues Collective é o novo álbum dos Budda Power Blues, o 11º trabalho discográfico do grupo, agora em sexteto, lançado em 2023. Uma secção de sopros e uma harmónica com os músicos João Andresen na harmónica, João Martins no saxofone e Rui Pedro Silva no trompete complementam a energia do Power Trio com Budda Guedes, Nico Guedes e Carl Minnemann, num disco que pende um pouco mais para o mundo soul e R&B. 11 temas compõem o novo álbum dos Budda Power Blues. O álbum foi gravado, misturado e produzido por Budda Guedes na Mobydick Records studios e masterizado por Frederico Cristiano.

Budda Power Blues

Budda Power Blues

TGB

O TGB é um Trio formado por Sérgio Carolino, Mário Delgado e Alexandre Frazão.

O quarto álbum dos TGB vai chegar, ao que tudo indica, em 2023. O trabalho servirá para assinalar os 20 anos de existência do peculiar Trio de Sergio Carolino, Mário Delgado e Alexandre Frazão.

No seu terceiro álbum, os TGB já não podem ser simplesmente definidos pela instrumentação pouco usual de uma tuba, uma guitarra e uma bateria. A música idiossincrática que acompanha o Trio ouve-se e sente-se «sem fronteiras e inconquistável», como os próprios Sérgio Carolino, Mário Delgado e Alexandre Frazão dizem. Os três misturam jazz, rock, folk, country e muito mais de formas impossíveis de categorizar como “fusão”. Os TGB expandiram essa noção de tal forma, e com resultados tão únicos, que a fizeram implodir, inventando o seu próprio «espaço de intercepção entre a criatividade contemporânea e o pensamento crítico».

As palavras no parágrafo anterior são extraídas da apreciação crítica que fazemos a “TGB III”, álbum gravado em 2018 no estúdio Vale de Lobos por Pedro Vidal. Depois misturado e masterizado por Carlos Jorge Vales, no Estúdio Auditiv, o disco recebeu o selo da Clean Feed e foi editado já em 2019. O seu sucessor, garante Sérgio Carolino nas suas redes sociais, «sairá dentro de uns meses, álbum que celebrará os 20 anos da existência da banda. 20 anos que passaram num abrir e fechar de olhos».

O tubista (não é todos os dias que temos a oportunidade de designar essa categoria de músicos), ao mesmo tempo que aponta à brevidade de mais detalhes relacionados com o novo álbum, faz ainda uma síntese retrospectiva às duas décadas dos TGB.

Fonte: sítio Roma Inversa

Discografia

Álbuns

TGB: Sérgio Carolino / Mário Delgado / Alexandre Frazão – Tuba Guitarra & Bateria ‎(CD, Álbum) Clean Feed CF023CD 2004
TGB: S.Carolino, M.Delgado, A.Frazão – Evil Things ‎(CD, Álbum) Clean Feed CF181CD 2010
TGB III ‎(CD, Álbum) Clean Feed CF509CD 2019

Fonte: Discogs

José Oliveira

José Oliveira é um músico e artista visual português. Toca em grupo com Carlos Bechegas Trio IK Zs, ikb, Isotope Ensemble, String Theory, Suspensão, Variable Geometry Orchestra.

Álbuns

Ernesto Rodrigues, Guilherme Rodrigues, Gabriel Paiuk, José Oliveira – Ficta ‎(CD, Álbum) Creative Sources CS 005 CD 2001
Ernesto Rodrigues / Guilherme Rodrigues / José Oliveira – Multiples ‎(CD, Álbum) Creative Sources CS 001 CD 2001
Ernesto Rodrigues, António Chaparreiro, José Oliveira – Sudden Music ‎(CD, Álbum) Creative Sources CS 002 CD 2001
Ernesto Rodrigues, José Oliveira, Marco Franco – 23 Exposures ‎(CD, Álbum) Creative Sources CS 003 CD 2001
Ernesto Rodrigues, Guilherme Rodrigues, Manuel Mota, José Oliveira – Assemblage ‎(CD, Álbum) Creative Sources CS 007 CD 2003
Ernesto Rodrigues / Gerhard Uebele / Guilherme Rodrigues / José Oliveira – Contre-Plongée ‎(CD, Álbum) Creative Sources CS 011 CD 2004
Ernesto Rodrigues, Guilherme Rodrigues, Oren Marshall, Carlos Santos (2), José Oliveira – Kinetics ‎(CD, Álbum) Creative Sources CS 043 CD 2006
Carlos Santos, Ernesto Rodrigues, Nuno Torres, Abdul Moimeme, Guilherme Rodrigues, José Oliveira, Armando Pereira, Gil Gonçalves – Suspensão ‎(2xCD, Álbum) Creative Sources CS 189 CD 2011
Ernesto Rodrigues, António Chaparreiro, José Oliveira – Paris ‎(CD, Álbum) Creative Sources CS 250 CD 2014
Ernesto Rodrigues, Guilherme Rodrigues, Miguel Mira, Nuno Torres, Eduardo Chagas, António Chaparreiro, Rodrigo Pinheiro, Carlos Santos, José Oliveira – Jadis La Pluie Était Bleue ‎(CD, Álbum) Creative Sources CS 300 CD 2015
Carlos “Zíngaro”, Ernesto Rodrigues, Guilherme Rodrigues, Hernâni Faustino, José Oliveira – Pentahedron ‎(CD, Álbum) Creative Sources CS 642 CD 2020
Mia Dyberg, Ernesto Rodrigues, Guilherme Rodrigues, Johan Moir, José Oliveira – Palimpsest ‎(CD, Álbum) Creative Sources CS 724 CD 2021
Ernesto Rodrigues, Bruno Parrinha, João Madeira (2), Hernâni Faustino, José Oliveira – Unpoem ‎(CD, Álbum, Ltd) Creative Sources CS 753 CD 2022
Ernesto Rodrigues, Miguel Mira, Miguel Almeida, João Silva, Bruno Parrinha, José Lencastre, Luisa Gonçalves, José Oliveira – Spiegel III ‎(CD, Álbum) Creative Sources CS 760 CD 2022
Ernesto Rodrigues, Guilherme Rodrigues, João Madeira, José Oliveira – Chaos ‎(CD, Álbum) Creative Sources CS 759 CD 2022
Ernesto Rodrigues, Maria da Rocha, Bruno Parrinha, José Oliveira – Chiaroscuro ‎(CD, Álbum) Creative Sources CS 736 CD 2022
João Madeira, José Oliveira – Cochlea ‎(CD, Álbum, Ltd) 4DaRecord 4DRCD002 2022
Violão Fonte da Poesia e do Amor ‎(LP) Prodigio LPC-5085

Compilações

Fascinação ‎(CD, Comp) Zan Brasidisc BRCD-243 1997

Miscelâneas

Carlos Santos, Ernesto Rodrigues, Guilherme Rodrigues, João Silva, José Oliveira, Nuno Moita, Nuno Morão – Sonic_Gathering 2 versões Grain Of Sound 2008
Ernesto Rodrigues, Guilherme Rodrigues, Pedro Roxo, José Oliveira – Codex ‎(2xFile, FLAC) Digital Creative Sources DCS001 2018
Ernesto Rodrigues, Guilherme Rodrigues, David Rodrigues, José Oliveira – Stravinski Murreu ‎(File, FLAC) Digital Creative Sources DCS003 2018

Fonte: Discogs

José Oliveira, 23 Exposures

José Oliveira, 23 Exposures

Vértice Trio

Formado por Mauro Ribeiro, Miguel Calhaz e Alexandre Coelho, o Vértice Trio é um Trio de guitarra, contrabaixo e bateria que nasceu em 2020, em Coimbra. O primeiro disco tem o selo JACC Records.

Discografia
Vértice Trio, A Longa Marcha, JACC Records

Vértice Trio, A Longa Marcha, JACC Records

Orquestra Bamba Social

Orquestra Bamba Social – Mundo Novo

A Orquestra Bamba Social lançou em 2022 o segundo álbum autoral, “Mundo Novo”. Este trabalho, apesar de ter como “esqueleto” o samba, orquestrado e mesclado com big band, jazz e funk, estende a sua musicalidade ao longo das 12 faixas que o compõem, por outros “terrenos” lusófonos, alguns cantados em “português de Portugal”, e com sonoridades bem distintas do que foi feito até agora pela banda.

Gravado durante nove meses, entre a cidade do Porto, Rio de Janeiro e Den Helder, nos Países Baixos, “Mundo Novo” é um álbum mais maduro, cheio de participações, desde Tiago Nacarato a convidados internacionais e bem referenciados, dentro do género musical, como os cariocas Moacyr Luz, Teresa Cristina, Moyseis Marques, sem esquecer os 38 músicos, extremamente talentosos.

No novo álbum, Orquestra Bamba Social revela-se numa nova fase criativa, explorando novas sonoridades, além do samba orquestrado com jazz e funk que caracteriza a banda, ampliando assim, novos horizontes dentro do universo lusófono e da riqueza dos seus diversos sotaques.

Nas 12 faixas gravadas entre a cidade do Porto, Rio de Janeiro e Den Helder, nos Países Baixos, conta ainda com as participações de renome como o nacional Tiago Nacarato, a convidados internacionais e bem referenciados, dentro do samba, como os cariocas Moacyr Luz, Teresa Cristina, Moyseis Marques, perfazendo um total de 38 músicos, envolvidos no trabalho.

Mundo Novo, que chegou recentemente a todas as plataformas digitais, e é um álbum para o mundo, seja ele o mundo global em que habitamos, ou um mundo interior repleto de emoções.

Orquestra Bamba Social

Orquestra Bamba Social

André Santos

André Santos é um guitarrista e compositor jazz, natural da Madeira, residente em Lisboa, irmão de Bruno Santos. Não confundir com André M. Santos, guitarrista de Fado e de Música tradicional.

Discografia 

Vitamina D ‎(CD, Álbum) Robalo 003 2016

No Embalo, lançado em 2022, o guitarrista madeirense André Santos decidiu gravar um Conjunto de sete canções sozinho à guitarra (e ao cordofone madeirense, rajão, numa das faixas), apenas com uma excepção: convidou o seu amigo Salvador Sobral para dar voz à canção que encerra o disco – Jobim – uma ode à música brasileira, com música de André Santos e letra de Salvador Sobral.

Todos os temas são originais excepto Veneno de Moriana, um tema tradicional madeirense, para o qual André Santos fez novo arranjo.

«Este disco é um retrato fiel do músico que me sinto hoje em dia, fruto das muitas experiências musicais que vivi nestes últimos 6 anos desde que regressei de Amesterdão e gravei o meu último disco.

Logo à partida, no contacto mais profundo com a Música tradicional madeirense e os seus cordofones, no projecto MUTRAMA; nos discos que gravei em parceria com o meu irmão Bruno, no projecto Mano a Mano e em muitos outros desafios, como guitarrista e director musical de vários projectos.

Para este disco, gravei bem mais que 7 temas, e depois fui selecionando, retirando, reduzindo ao essencial. Meia-hora de música, em prol da cronologia deste Embalo.»

André Santos

André Santos (Funchal, Ilha da Madeira, 21 de agosto de 1986) começou a dar os primeiros passos na música a imitar o seu irmão mais velho, também guitarrista, Bruno Santos.

Dicas preciosas do mano mais velho incentivavam ao autoditactismo e à procura e escuta de discos, que iam desde Rage Against the Machine, João Gilberto ou Thelonious Monk. Este gosto e curiosidade abrangentes moldaram a personalidade musical de André Santos, tornando-o num guitarrista versátil, que deambula entre o Jazz e o Rock, a Música tradicional madeirense e a MPB, tocando várias guitarras e cordofones.

Conhecido pelo seu timbre e exploração de diferentes texturas sonoras, André Santos já participou em vários projectos, concertos e gravações com músicos como Carlos Bica, Maria João, Joana Espadinha, Teresa Salgueiro, Salvador Sobral, António Zambujo, Júlio Resende, Demian Cabaud, Gonçalo Marques, André Matos, Marco Franco, Cristina Branco, Carminho ou Ana Moura.

Antes de ‘Embalo’ editou ‘Ponto de Partida’ (2013) e ‘Vitamina D’ (2016) e tem também o projeto ‘Mano a Mano’, com o irmão Bruno Santos, já com quatro discos editados.

Como director musical destacam-se o projecto Mutrama (2018), no qual revisita a Música tradicional madeirense com base em recolhas feitas pela Associação Xarabanda, e o projecto ‘Recordar Max’, a convite de António Zambujo. Dirigiu também o projecto ‘Um Só Dia’, de homenagem a Manuel Alegre, de Joana Alegre, que contou com a participação de Camané, Cristina Branco, Jorge Palma, Ana Bacalhau, AGIR, Maria Ana Bobone, entre outros.

André Santos já tocou no México, Macau, Cabo Verde, Suécia, Itália, Ucrânia, Bulgária, Lituânia, Eslovénia, Holanda, EUA, Polónia, Alemanha, Espanha, Uruguai, Sérvia, Montenegro ou Angola.

Mano a Mano · Duo de guitarras com o irmão, Bruno Santos 4 discos

MUTRAMA · direção musical do projeto onde reinterpreta o cancioneiro tradicional da madeira
Salvador Sobral · Quinta das Canções · Paris, Lisboa, 2019 e BPM, 2021

António Zambujo, homenagem a MAX · direcção musical e guitarra

Maria João e Carlos Bica, quarteto

Cantigas de Maio · Com João Neves, Bernardo Moreira e Ricardo Dias

Joana Alegre · homenagem Manuel Alegre, com Camané, Jorge Palma, Agir, Ana Bacalhau,

Cristina Branco – direcção musical e guitarra

Rita Dias · direção musical e guitarra

Outras participações (em disco e ao vivo): Carminho, António Zambujo, Joana Alegre, Diogo Picão, Teresinha Landeiro, Júlio Resende, Ricardo Toscano, Rita Redshoes, João Mortágua, Magano, Ana Moura, entre outros.

André Santos, Embalo

André Santos, Embalo

AP Quarteto

António Pedro Neves é um guitarrista jazz português (grupos A Incerteza Do Trio Certo, AP Quinteto, Coreto, Insert Coin)

Discografia

Nu ‎(CD) Carimbo Porta-Jazz PJ084 2022

AP Quarteto, Nu

AP Quarteto, Nu

Tiago Simães

Tiago Simães é natural de Guimarães, onde nasceu em 1980.

Após frequentar o Conservatório Regional de Guimarães e a Academia Valentim Moreira de Sá, ingressa na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Porto, onde se graduou na Licenciatura Bi-etápica em Formação Musical Específica.

Em 2004 realizou um Programa de Intercâmbio Escolar, com Bolsa de Estudos, em Trieste – Itália, onde estuda Regência Coral, Piano e Composição no Conservatório Nacional Giuseppe Tartini. Frequentou o Mestrado em Composição na ESMAE e o Mestrado em Música – especialização em Teoria e Pedagogia, na Universidade de Aveiro.

Leia AQUI a bio completa.

Discografia

Songs – Volume 2, 2022
Songs – Volume 1, 2021
Balada De Um Banco De Jardim, Os Azeitonas – Rádio Alegria ‎(CD, Álbum, Boo) Maria Records (2) MR 01/07 CD 2007
Banco Do Jardim, Os Azeitonas – Acústico ‎(LP, Album) Guardiões da Galáxia, Lda 2021
Acústico — Tiago Simães
Os Azeitonas – Acústico ‎(LP, Álbum) Guardiões da Galáxia, Lda 2021

Tiago Simães, Songs, Vol. 2

Tiago Simães, Songs, Vol. 2

Gonçalo Sousa

Discografia

Zen – Rules, Jewels, Fools ‎(CD, Álbum) Metrodiscos METRO020.04 2004

GS Hamónica

Gonçalo Sousa é um músico versátil e compositor. Participou em diversos festivais e nos principais palcos da cena do jazz em Portugal, assim como em álbuns que abrangeram jazz, Fado, pop ou world music.

Iniciou os estudos musicais em 1997 no Centro Musical de Cascais, estudando guitarra clássica e formação musical. Em 2002 frequentou paralelamente, o curso de jazz da Escola de Jazz Luís Villas-Boas estudando guitarra e piano jazz, e o curso de guitarra portuguesa na Escola do Museu do Fado.

Em 2003 iniciou o estudo da harmónica cromática, tendo a oportunidade de tocar e ter aulas com três dos expoentes da harmónica cromática mundial – Antonio Serrano, Gregoire Maret e José Staneck.

Terminou a licenciatura em Música – Variante Jazz na Escola Superior de Música de Lisboa com média de 16,3 (como harmonicista mas na classe de trompete, uma vez que não existe professor de harmónica).

Participou em variados workshops de músicos como Perico Sambeat, Bernardo Sassetti ou David Binney.

Neste momento, lidera Gonçalo Sousa Quinteto – “Nova Construção” (gravou o primeiro disco como líder este ano, música toda original) e o Gonçalo Sousa Quarteto – “Um Sorriso para o Toots” (tributo a Toots Thielemans), co-lidera os projectos “Pela Rua Fora”, “Gondwana”, e faz parte do quinteto de jazz de Nanã Sousa Dias, do quinteto de jazz de Maria Anadon, do sexteto de jazz de Javier Alcântara, do quarteto de latin jazz Tambou de Sebastien Scheriff e do Trio de Yami Aloelela.

Gonçalo Sousa Quinteto, Nova Construção

Pedro Gil

Pedro Gil (n. Carrazeda de Ansiães, 1975) é professor de música, músico e compositor. Colabora com vários músicos portugueses e estrangeiros em vários géneros musicais.

Fundou a banda de blues algarvia “the fried fanekas blues band” com a qual gravou o disco ” blues sessions”. Gravou e produziu o disco “Criatura” em 2018 com composições originais interpretadas por um sexteto.

Gravou em 2020 com Tercio Freire o EP “Suricata” e mais recentemente o álbum “Bala Perdida” com o mesmo projeto.

Gravou também com Afonso Dias, Teresa Aleixo, Viviane e Tercio Freire. Colaborou ainda com o músico de jazz Zé Eduardo no projeto Flajazzados do qual resultou um disco que mistura a poesia e o jazz.

Fez parte da formação da orquestra de jazz do Algarve dirigida pelo trompetista Hugo Alves.

Estudou Guitarra na escola profissional de música do Porto e na escola de jazz do Porto, a partir de 2001 estudou jazz e improvisação em Faro com Zé Eduardo.

Licenciou-se em Educação Musical na Escola Superior de Educação de Coimbra e é professor da disciplina desde 2000.

Pedro Gil é mestrando em Ciências da Educação e Formação na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade do Algarve.

Discografia

Pedro Gil, Criatura